URGENT! For any country where (from Italy to Thailand or Brazil) possible war criminals go on holiday and R&R. 🇮🇱 soldiers must be investigated, evidence assessed, and responsibility determined through DUE PROCESS.
This is not incitement to commit violence. It is accountability.
A aridez dos solos desérticos capacitou os árabes medievais como mestres nas técnicas agrícolas e de irrigação, criando tecnologias complexas para as mesmas visando combater a escassez de água que atingia o campo. Essa explosão tecnológica importada, junto aos manuais agrícolas de alto nível como o Kitāb al-filāḥa de Ibn Al-Awwam escrito em al-Andalus, lá deram origem ao cultivo ocidental do algodão, do arroz, dos cítricos e da cultura da cana de açúcar. No século VIII, os engenhos e técnicas de regadio como o açude e a nora permitiram o cultivo de legumes e a plantação de árvores frutíferas numa escala nunca vista na Europa, tanto é que alguns dos cultivos famosos do período romano passaram a ser chamados por nomes árabes na Ibéria, como a azeitona e o alface. Os açudes, palavra e tecnologia trazida pelos muçulmanos que ganharia os sertões do Brasil no futuro, são muros de pedra ou escavações que servem para reter, elevar e desviar a água dos rios, conduzindo-a ao moinho ou azenha, também trazida pelos árabes, num percurso artificial cavado descendente chamado de acéquia, ganhando a energia necessária para movimentar o rodízio e, por sua vez, moer o que há de transformar cereal em farinha, ou cana em açúcar, e irrigar ao mesmo tempo lugares distantes pelo caminho. A nora, um dos primeiros inventos a aproveitar a energia hidráulica, era utilizada pelos árabes na elevação da água dos poços profundos. Este sistema de irrigação possui um engenho de rodas dentadas, discos e alcatruzes, termo também de origem árabe, sendo o eixo central movido por um animal de carga na atafona. Bombeada, a água voltava ao açude por ação da gravidade, depois de ser utilizada na rega de terrenos situados a nascente, transformando assim zonas áridas em vistosas hortas e pomares.
Esse desenvolvimento tecnológico levado pela conquista islâmica da Hispânia estava fresco na mente dos primeiros colonizadores do Brasil;
“Do ano 1550 ao ano 1600, os primeiros povoadores da América do Sul pertencem à Espanha e ao sul de Portugal, ou seja, à parte fortemente orientalizada e arabizada da Espanha e de Portugal.”
- DEBBANÉ, Nicolas J. Au Brésil, L’influence arabe dans la formation historique, la litterature et la civilisation du peuple brésilien, Le Caire, 1911.
Darcy Ribeiro (p. 273-279), na obra O Povo Brasileiro, evidencia a importância árabe para os engenhos açucareiros, fundamentais para dar a América Portuguesa um sentido econômico para a colonização:
‘’Os portugueses, que já haviam experimentado a plantação de cana e a produção de açúcar em pequena escala, com tecnologia árabe, nas ilhas da Madeira e dos Açores , se habilitaram para estender astronomicamente essa produção nas novas terras, montando para isso todo um vasto sistema de recrutamento de mão‐de‐obra(sic).[...] Importante papel terá representado, igualmente, o caráter mourisco e mestiço dos povos ibéricos. Efetivamente, forçados pela longa dominação árabe, os lusitanos se fizeram herdeiros de sua cultura técnica, fundamentalmente para a navegação, para a produção de açúcar e para a incorporação de negros escravos à força de trabalho. O português quinhentista, sendo de fato um euro‐africano no plano cultural e racial, afeito ao convívio com povos morenos, estava mais preparado que quaisquer outros tanto para contingenciar os indígenas americanos ao trabalho esporádico, quanto para aliciar as multidões de trabalhadores negros que tornariam praticável o sistema produtivo da plantação.’’
Na tecnologia moura para os engenhos, citada superficialmente por Darcy Ribeiro, Gilberto Freyre (2006, p. 289) aprofunda as contribuições árabes nesse quesito, que foram de extrema importância para o desenvolvimento da economia açucareira no Brasil Colonial:
‘’Se foram os cruzados que trouxeram às Espanhas o moinho de vento, aplicado em certas partes da américa – nas Índias Ocidentais, por exemplo – à indústria do açúcar, foram os mouros que introduziram em Portugal o moinho de água, ou azenha (do árabe as-sāniya '’roda de irrigação'’), avô do engenho colonial brasileiro de moer cana pelo impulso de queda de água sobre uma grande roda de madeira. João Lúcio de Azevedo salienta que a própria oliveira parece ter tornado melhor utilizada em Portugal depois da vinda dos mouros. Explica João Lúcio: ‘’a nomenclatura proveniente do latim para as árvores – oliveira, olival, olivedo – de origem árabe no produto – azeitona, azeite – leva a pensar em um maior aproveitamento dessa espécie vegetal no período muçulmano.’’
BREAKING:
Israel is dropping bombs on several villages in Nabatieh, South Lebanon right now.
There is no “ceasefire” when civilian homes are being obliterated in the middle of the night.
The US has seized $5.49 billion of Venezuela’s oil revenue in 2026, then offers just $150 million in earthquake aid while the UN estimates $6.7 billion in losses. It’s not relief, it’s extortion. At the same time, US has $30 billion of frozen assets while people are under rubble.
A data de hoje, 28 de junho, é um dia para celebrarmos e resgatarmos a luta e o legado da comunidade LGBTQIA+. A escolha da data, é uma referência a Revolta de Stonewall Inn, que ocorreu em Nova York em 1969, após uma batida policial no bar Stonewall Inn. Na ocasião, pessoas trans, drag queens e drag kings foram presas sob acusação de "travestismo" que na época era considerado crime.
Vivemos em uma sociedade que historicamente busca padronizar corpos e comportamentos, nesse cenário, pessoas que fogem à norma sempre foram perseguidas. As comunidades LGBTQIA+ seguem sendo alvos de violências brutais - físicas, psicológicas, institucionais e simbólicas - que são ancoradas principalmente no fundamentalismo religioso e discursos conservadores.
O Brasil é o país que mais mata LGBTQIA+ no mundo! Apesar de importantes avanços como a conquista do direito à identidade de gênero, uso do nome social e reconhecimento de famílias homoafetivas pelo STF, a realidade de grande parte da comunidade segue marcada pela desigualdade social e exclusão. Corpos dissidentes infelizmente continuam sofrendo com ataques da extrema-direita, falta de acesso à saúde e educação e sendo jogados para os trabalhos mais precarizados.
Somente a organização da luta e rebeldia transforma a sociedade. É urgente o fortalecimento das mais diversas frentes de luta, elas que combatem o retrocesso, avançam pela conquista de direitos e constroem uma alternativa de superação, por um mundo justo, onde todas, todos e todes possam ser quem são e amar quem quiserem.
Quando a sociedade te relega e te traz apenas violência, morte e dor, ter e demonstrar orgulho de ser quem você é, se torna um importante ato de resistência!
I wasn’t foolish enough to expect a major reaction, but it’s still shocking to see such a muted response to a UN report that says the Gaza Genocide continues.
Palestinians are so dehumanized that Israel can deliberately kill CHILDREN without sparking global outrage or action.
Aparentemente, Líbano, Israel e Estados Unidos assinaram um acordo de paz trilateral nas últimas horas.
O tratado preveria a retirada de tropas israelenses de partes (só partes) do sul do Líbano. E há quem fale que, em troca, o governo libanês teria reconhecido o "direito israelense" sobre a Palestina.
Se isso for verdade, será uma traição de proporções gigantescas. Eu não estranharia o recomeço de uma guerra civil.
Acordei hoje e essa foi a cor da água saindo da torneira. É importante lembrar que o PSB fez uma PPP (privatização) do saneamento na Região Metropolitana de Recife e outras cidades em 2013. Resultado? BRK ganhando rios de dinheiro e nada mudou. Raquel Lyra, seguindo o PSB,
Protestos no Líbano depois que o governo assinou um "acordo de paz" com Israel reconhecendo a ocupação israelense no sul do país e da "soberania israelense" sobre a Palestina. Há meses falo sobre a possibilidade de uma nova guerra civil no Líbano. Talvez seja esse o começo dela.
Vejam a postagem sobre o que aconteceu no Haiti nos últimos anos e a irresponsabilidade do império estaduniendese, que gerou uma crise interminável. E mais a irresponsabilidade do Brasil e suas forças armadas...
https://t.co/yY2mcRLUPd
Simplesmente criminosa e inconstitucional a decisão da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, que aprovou um projeto de lei destinado a combater o antissionismo em nome do antissemitismo. A proposta assume o conceito da IHRA, cujo pilar é a criminalização de críticas a Israel.
Projeto nacional x Bets
Essa copa do mundo está escrachando o nível de dominação que as bets estão operando. Comentaristas e certos canais no YouTube são instrumentos de uma verdadeira psy-ops desta nova camada de sujeira do capitalismo financeirizado.
Enriquece alguns, destroi vidas e famílias. Péssimo para o país e a economia. O exemplo oposto de um país regido por um projeto nacional.
Nossa pré-candidatura se declara como uma frente de oposição às operações das bets no Brasil.
My family and I are exposed to all sorts of threats, restrictions and hateful rethoric.
Yet we would say and do everything we have said and done against the genocide, its ideologues and profiteers, again and again.
Forever proud to stand on the side of Justice.
Essa publicação, no Insta, estava com quase 2 milhões de visualizações. A turma do MBL fez denúncias em massa. O insta apagou o vídeo e colocou restrições no meu perfil.
A Meta oficialmente protegendo o candidato que faz “brincadeira” com estupro.
A desproporção de força na Palestina evidencia uma realidade distorcida. Quando uma criança com uma pedra diante de um tanque blindado é tratada como terrorista, o sistema de justiça se mostra inteiramente subvertido. O cenário vai muito além de uma disputa territorial, refletindo uma tentativa sistemática de apagamento de populações históricas que sofrem com a violência diária e estrutural promovida por colonos.
No passado, perpetradores de grandes atrocidades tentavam esconder seus crimes e queimar arquivos. Hoje, no entanto, testemunhamos a absoluta banalização da crueldade. A destruição de lares inteiros virou um espetáculo público. Ações repulsivas são gravadas e publicadas nas redes sociais pelos próprios autores, por vezes até romantizadas como declarações de afeto, escancarando um grave abismo moral e uma absurda dissonância cognitiva.
A exibição orgulhosa dessa violência documenta não apenas as violações do direito internacional, mas também a impunidade reinante. É urgente questionar como a opressão e a destruição de famílias se tornaram atos tão normalizados perante os olhos do mundo. As provas e os testemunhos já estão definitivamente registrados para o julgamento da história.
URGENTE!
A turma do MBL fez uma mobilização em massa para derrubar o vídeo denúncia que a gente postou do Renan Santos fazendo apologia a violência contra mulher.
“Nunca na história da humanidade houve condições técnicas e científicas tão adequadas a construir o mundo da dignidade humana, apenas essas condições foram expropriadas por um punhado de empresas que decidiram construir um mundo perverso.”
Milton Santos faleceu neste dia em 2001