@silvionavarro@Roni_ms93 Que feiura, meu Deus!!! Quanta deselegância! Liturgia do cargo passou longe… Que vergonha! Misericórdia de nós, Senhor!
Isso sem falar na coleção de asneiras e mentiras que ele foi soltando… e a claque fiel aplaudindo… Valha-me, Deus!
Nunca!!! Jamais!!! Em tempo nenhum, eu votei neste ser desprezível, repugnante! Tenho muito orgulho disso! E eu sou professora, hein?! Claro… massacrada por alguns colegas inteligentes, a vida toda, né?!
LI A CARTA DO PT AOS CATÓLICOS. SOU ADVOGADO, SOU CATÓLICO. E PRECISO TE MOSTRAR O QUE ELES NÃO TE CONTARAM.
Ontem o PT publicou no site oficial uma carta assinada por "católicas e católicos do PT", pedindo voto para a reeleição do presidente.
Eu sou advogado há mais de vinte anos. Sou católico. Conheço os documentos da Igreja. E li a carta inteira, com o cuidado de quem lê um contrato antes de assinar.
Vou te mostrar o que encontrei. Não vou te pedir para confiar em mim: cada coisa que eu disser aqui, você mesmo pode conferir. Vou dizer onde.
1⃣ A carta abre com um versículo da Bíblia cortado ao meio.
A carta começa citando João 10,10: "Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância." Bonito, não é?
Só que esse não é o versículo inteiro. Abra a sua Bíblia em João 10,10. O texto completo é assim:
"O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância."
Eles cortaram o ladrão e ficaram só com a abundância.
Guarde isso, porque a carta inteira é assim: mostra a metade bonita e esconde a metade que incomoda.
2⃣ Quem assinou a carta concordou, por escrito, com uma coisa que a Igreja condena.
Isso não é opinião minha. É documento contra documento. Olhe:
O Estatuto do PT — a lei interna do partido, que está no mesmo site onde publicaram a carta — diz no artigo 1º que o objetivo do partido é "construir o socialismo".
E diz no artigo 4º que, para ser filiado, a pessoa precisa declarar que concorda com o Estatuto.
Ou seja: todo mundo que assinou aquela carta declarou, formalmente, que concorda com o objetivo de construir o socialismo no Brasil.
Agora veja o que a Igreja Católica ensina.
Em 1931, o Papa Pio XI escreveu num documento oficial (a encíclica Quadragesimo Anno, parágrafo 120):
"Ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista."
Não fui eu que inventei. É o Papa. Está escrito. E não é um documento isolado: a Igreja condena o socialismo e o comunismo desde 1846 — antes mesmo de Karl Marx publicar o famoso Manifesto Comunista.
Papa após Papa repetiu a condenação.
E o Catecismo da Igreja Católica, que vale até hoje, diz no parágrafo 2425 que a Igreja rejeitou as ideologias ligadas ao comunismo e ao socialismo.
Alguém vai dizer: "Ah, mas o do PT é socialismo democrático, é diferente."
Pois o Papa Pio XI já respondeu isso — em 1931. Ele analisou justamente o socialismo "moderado", o que dizia não querer violência. E concluiu: nem mesmo o socialismo democrático combina com a fé católica, porque a ideia de homem e de sociedade continua errada na raiz.
Então faça a conta comigo. A Igreja diz: não dá para ser bom católico e verdadeiro socialista. O Estatuto do PT diz: todo filiado concorda com o objetivo socialista. A conclusão... eu deixo com você.
3⃣ A carta condena "igreja como palanque"... dentro de uma carta que é um palanque.
A carta diz que denuncia políticos que "transformam igrejas em palanques".
Agora olhe para a própria carta: um grupo religioso, reunido num encontro do partido, publicando no site do partido, pedindo voto para o candidato do partido.
Isso é o quê, senão um palanque?
E repare no detalhe: os políticos que a carta condena são só os do outro lado. Ou seja: usar a fé na política não é o problema para eles. O problema é quando o outro lado usa. Quando eles usam, vira "consciência crítica".
Aliás, Janja, a esposa do presidente Lula, disse isso com todas as letras semanas atrás: que a disputa política tem que acontecer "também dentro da igreja". Ao menos ela teve um momento de honestidade e foi sincera.
4⃣ Procure na carta a palavra "aborto". Procure "bispo". Procure "doutrina". Não tem.
A carta fala em nome dos católicos, mas não cita um bispo, não cita a CNBB, não cita nenhum ensinamento da Igreja. É um catolicismo sem Igreja.
E sobre o aborto — que a Igreja ensina ser pecado gravíssimo, doutrina definitiva, escrita no Catecismo (parágrafos 2270 a 2273) e confirmada pelo Papa João Paulo II com toda a autoridade do cargo (Evangelium Vitae, 1995) — o coordenador do encontro disse à imprensa que o tema "não é prioridade".
A defesa da vida do bebê no ventre da mãe não é "pauta" que entra e sai conforme o ano de eleição.
É mandamento. Quem esconde o mandamento em ano eleitoral não está sendo moderado. Está te enganando.
E aqui eu preciso te contar o que a carta esconde.
"Não é prioridade"? Então olhe o que o governo atual fez, com data e documento. Não mandou projeto de lei para legalizar o aborto — não precisou. Agiu por portaria e por nota técnica, que são atos do próprio governo e não passam pelo Congresso:
— 17 de janeiro de 2023 (primeiro mês de governo): o Brasil saiu do Consenso de Genebra, a declaração internacional de países contra o aborto. A saída foi assinada por quatro ministérios de uma vez. Está no noticiário da época, é só pesquisar.
— Mesmo janeiro de 2023: o Ministério da Saúde revogou a regra que mandava o hospital comunicar à polícia os casos de estupro que levassem a aborto, e derrubou (Portaria nº 13) o manual que fixava limite de tempo para o aborto legal.
— Setembro de 2023: o Ministério da Saúde publicou a Nota Técnica nº 37 dizendo que exigir que uma grávida de mais de 22 semanas, vítima de estupro, leve a gestação até o fim seria "grave violação de direitos humanos".
— Fevereiro de 2024: o Ministério publicou nota técnica dizendo que a lei não estabelece prazo nenhum para o aborto legal e que os hospitais não podem fixar limites. Houve enorme reação do povo e do Congresso — e o governo revogou a nota no dia seguinte, dizendo que ela "não tinha passado pela consultoria jurídica". Recuou porque foi pego, não porque mudou de ideia.
E sabe qual é a parte mais reveladora?
Em 2022, antes da eleição, Lula publicou a "Carta aos Evangélicos" dizendo que era pessoalmente contra o aborto e que o assunto cabia ao Congresso, não ao presidente.
Ganhou a eleição — e no primeiro mês o governo agiu por portaria para facilitar o aborto, justamente o caminho que não passa pelo Congresso.
Carta antes da eleição. Portaria depois. Agora, em 2026, chega outra carta — desta vez para você, católico. O filme é o mesmo. Só mudou o público.
5⃣ E tem mais: a Igreja já condenou exatamente esse método.
Em 1984, o Vaticano — pelo cardeal Ratzinger, que depois virou o Papa Bento XVI — publicou um documento oficial condenando o uso da fé católica como instrumento de projeto político marxista. O documento se chama Libertatis Nuntius. Ele continua valendo. Nunca foi revogado.
A carta do PT é exatamente o que esse documento descreve: pegar a fé do povo e usar como veículo de um partido cujo objetivo, escrito na própria lei interna, a Igreja condena há quase dois séculos.
Para terminar.
Jesus ensinou: a árvore se conhece pelos frutos.
O PT nasceu dentro de comunidades e pastorais católicas, há 46 anos. Nesses 46 anos, o Brasil viveu o maior esvaziamento de igrejas católicas da sua história. Agora, em ano de eleição, o partido volta com uma carta doce, citando a Bíblia pela metade.
🚨👀👇
Meu conselho de católico para você, católico, é um só: leia o versículo inteiro. João 10,10.
A primeira metade explica a segunda.
E não acredite em mim. Confira tudo: o Estatuto do PT está em https://t.co/GbrQjoSKJA (artigos 1º e 4º). A encíclica Quadragesimo Anno está no site do Vaticano (parágrafo 120). O Catecismo, parágrafos 2270-2273 e 2425. O documento de 1984, Libertatis Nuntius, também no site do Vaticano. E a carta do PT, no site deles, publicada em 1º de julho de 2026.
Documento contra documento. É assim que advogado trabalha. E é assim que católico se defende.
Mauricio Pierre — advogado (OAB/SP 160.754) e católico.
No Brasil, quem investe, empreende e gera empregos é chamado de explorador. Já quem tira uma parte cada vez maior do seu salário em impostos é vendido como seu protetor.
Se você acredita nessa narrativa, provavelmente vota na esquerda e ajuda a manter o problema!
@kimpaim Cínico… Saia de sua janelinha, de onde você irresponsavelmente, provoca a discórdia e contamina a frágil Direita com suas percepções equivocadas e opiniões toscas. Venha para o jogo, aqui, neste Brasil que você só conhece de ouvir dizer. Fácil, né?!
Querem saber por que o Descondenado espumou de raiva contra Santa Catarina, difamando os catarinenses ao chamá-los de racistas?
Simples: não há nada que revolte mais um comunista do que a prosperidade.
Santa Catarina é, por quase todos os critérios, o estado mais desenvolvido do país. Tem a menor pobreza, o menor desemprego e a melhor distribuição de renda do Brasil (IBGE, 2024). Mais seguro, mais próspero, mais ordeiro...
E nada atiça mais a fúria de semi-analfabetos inescrupulosos que se alimentam da miséria do que o sucesso.
Não por acaso, o PT jamais conseguiu alcançar o poder no estado.
▶️NOTA DE REPÚDIO: Cantora Simone Warken chama Lula de racista e cobra provas após fala sobre Santa Catarina
A cantora Simone Warken criticou Lula em vídeo, dizendo se sentir ofendida com a fala dele sobre o estado e que os catarinenses não podem ser rotulados. Ela cobrou provas para as afirmações do presidente, chamou o discurso de odioso, racista e preconceituoso, e disse que ele não deveria voltar a governar o país.
Obrigada, Sidônio.
Deixa o Lulinha continuar falando…
Em poucos minutos, Lula conseguiu:
• Falar em “hora da onça beber água”
• Levantar pauta racial em pleno ano eleitoral
• Colocar sulistas contra nordestinos
• Comparar adversários a Hitler
• E vender a narrativa da “hegemonia branca” no Brasil
Ou seja: gabaritou exatamente tudo aquilo que um presidente deveria evitar às vésperas de uma eleição.
Mas calma… deixa ele continuar.
Felipe Martins não pode cair no esquecimento.
E talvez essa seja uma das batalhas mais importantes deste momento: impedir que o tempo seja usado para apagar pessoas, histórias e injustiças.
Enquanto muitos fingem que nada aconteceu, o professor e amigo de Felipe, Rafael Nogueira, segue mantendo viva a memória de alguém que se tornou símbolo de um período sombrio da política brasileira. Isso importa. E importa muito.
Porque quando um país começa a normalizar silêncio forçado, censura, isolamento e perseguição política, o esquecimento vira ferramenta de poder.
Felipe Martins deixou de ser apenas um nome do debate político. Hoje, para muita gente, ele representa o alerta de que garantias fundamentais podem desaparecer quando convém ao sistema.
É justamente por isso que não podemos permitir que sua história seja enterrada pela conveniência, pelo medo ou pela narrativa dominante.
A memória incomoda. A lembrança impede versões fabricadas. E pessoas como o professor Rafael Nogueira @r_nog entendem perfeitamente isso.
Manter Felipe Martins vivo no debate público é também defender o direito de um país olhar para os próprios excessos e não aceitar que injustiças sejam tratadas como algo normal.