Como dizia @ceconello, o que esperar de um técnico cujo nome é a combinação de DOR e RIVAL? O que o Brasil fez hoje em campo foi uma reprise de muitos jogos que vimos e suportamos no Beira Rio.
Temos que falar sobre o Inter ter a pior bola parada do universo.
Escanteio, falta na entrada da área, cruzamento. Nada converte. É tudo na mão do goleiro adversário. 100% de não-aproveitamento.
O otimismo tem razão de existir, mas nessas horas é sempre bom lembrar de um dos dogmas do coloradismo raiz: toda vez que o Inter entra em campo com muita moral, sai sem.
CEEE Equatorial conseguiu estabelecer um novo patamar de incompetência: é tão ruim que faz a antiga CEEE estatal parecer um modelo de eficiência na memória dos gaúchos.
Não vou rir dos milhares de gremistas que acreditam que foi AQUELE pênalti que tirou o título do Grêmio. Poderia, mas não vou.
Só quero lembrar que estes gremistas são os mesmos que estavam rindo da roubalheira contra o Inter em 2020 e 2005.
Eu deixei registrado, no dia que aconteceu, o meu repúdio ao pênalti sonegado ao Grêmio. Isso explica por que os times do Sul nunca ganharam os pontos corridos.
Dito isso, quero lembrar que vencemos o Gre-Nal com um totó de bola e sem erro de arbitragem.
Obrigado, Inter.
Eu tava no Olímpico neste dia. Andershow, ainda desconhecido, faria o gol do Grêmio — seu primeiro com a camiseta tricolor. Mas nossa superioridade era tão grande que, ao tomarmos o gol, em vez de reclamar, nós aplaudimos o Grêmio, num clima “aeee, conseguiram fazer ao menos um!”
No dia 23 de outubro de 2004, o Inter vencia o Grêmio por 3x1 no Estádio Olímpico, resultado que rebaixava virtualmente o co-irmão para a sua segunda Série B.
Diego, Fernandão e Rodrigo Paulista marcaram para o Inter.
📅 23/10/2004