@lpfortes Ótima reflexão. Em compensação, o momento do esporte olímpico, ao menos nas duas últimas Olimpíadas, é ótimo. 40 medalhas em Tóquio, 40 em Paris. Firmou-se definitivamente no top 10 do quadro.
Esta melhora do Inter no 2T foi só de posicionar as linhas mais à frente pra ganhar segunda bola e sair das cordas em que o time estava no 1T. Se a gnt espremer todo esse esforço pra melhorar não sai uma chance cristalina de gol. 1 a 0 ficou barato.
Cometi um texto sobre apuração de Carnaval, com algum receio de estar falando bobagem. Leiam, comentem, digam se estou viajando…https://t.co/pjhiypwt1Q
20 medalhas agora, 19 no Rio, 21 em Tóquio. Nosso esporte olímpico se firmou no patamar a que chegamos quando sediamos a Olimpíada. Cor de medalha é definida no detalhe do detalhe. Que a gente não tenha a reação exageradamente crítica que tivemos em Sydney.
Com o bronze do Alisson, já igualamos as 19 medalhas da Rio 2016. Nos manter no patamar de cerca de 20 medalhas (19 no Rio, 21 em Tóquio, 19 em Paris) é uma vitória, sim. Tendência do pós-Olimpíada em casa é cair.
Sydney foi importante pq nos manteve no patamar que alcançamos 4 anos antes, em Atlanta, Olimpíada em que demos um salto. Mostramos, ali, que não foi acidente. Nos estabelecemos nesse nível para, depois, subir outros degraus.
Se fosse um país (ns), a Rebeca estaria em 27° lugar no quadro de medalhas. Suíça, África do Sul, Cazaquistão, Dinamarca, Argentina... Alguns países que estariam atrás.
Com essa medalha, a Rebeca se torna também a atleta brasileira com o melhor desempenho em uma edição dos Jogos Olímpicos (1🥇, 1🥈, 1🥉). Isaquias, na Rio 2016, também teve 3 medalhas (2🥈, 1🥉).