Vereadora em São Paulo pelo Partido Novo é atacada de forma abjeta pela esquerda em razão da alopecia que lhe causou calvície desde a infância.
O pessoal do “amor”, “por um mundo melhor, mais diverso e inclusivo”, os mesmos que propuseram e conseguiram aprovar mais uma aberração jurídica, o tipo penal “violência política contra a mulher”, evidenciam sua hipocrisia e duplo padrão.
Toda discurseira só vale para blindar as lacradoras eleitas pelo consórcio PT/PSOL, que ofendem, agridem, impedem o debate democrático, sempre com a certeza da impunidade.
O Ministério Público não vai mover um dedo mindinho. O tal “violência política contra mulher” só vale se alguém refutar as esquerdistas. Ofensas reais contra uma mulher que não é de esquerda são “defesa do estado democrático”.