Warren Buffett:
"La verdadera riqueza no consiste en tener la casa más grande o el coche más caro.
Es tener suficiente dinero para vivir cómodamente mientras eres libre de elegir cómo pasas tu tiempo, con quién trabajas y la vida que quieres vivir.
Al final, el tiempo y la libertad son las formas más grandes de riqueza"
🚨🚨 Esses são os principais pontos que indicam forte crash dos mercados em 2027:
- Juros longos americanos em território de 2007. O Treasury de 10 anos fechou perto de 5,24–5,29% e o de 30 anos em 5,56–5,64% no fim de setembro/início de outubro de 2026 — primeira vez desde 2007 em que todo o miolo e a ponta longa ficam acima de 5%. Cada 100 pb a mais no 10 anos eleva o custo de rolagem da dívida pública em dezenas de bilhões por ano; com estoque de dívida pública total perto de US$ 40 trilhões, a matemática deixa de ser “ciclo” e vira restrição.
- Fed encurralado entre inflação e o próprio balanço. O fundo efetivo está na faixa de 3,75–4,00% após alta em setembro. Déficit estimado de FY2026 em ~US$ 2 trilhões (6,2% do PIB) e juros da dívida em ~US$ 1,1 trilhão (3,4% do PIB), já a segunda maior rubrica, acima de defesa. Se o 10 anos permanecer acima de 5% com leilões fracos, a pressão política e de mercado para o Fed voltar a comprar Treasuries (QE disfarçado ou controle de curva) cresce — exatamente o sinal de dominância fiscal que historicamente precede repricing violento de ativos.
- Hipotecas acima de 7% travam o ciclo imobiliário. Freddie Mac marcou 7,28% na semana de 1º de outubro; surveys diários chegaram a 7,4–7,6%. Com o 10 anos em 5,2%+, o spread permanece elevado. Cada ponto percentual a mais reduz o poder de compra do comprador mediano em cerca de 10–12%. Volume de originations já está deprimido; em 2027 isso vira recessão de construção e riqueza das famílias.
- Inadimplência estudantil em massa. 9,3 milhões de mutuários em default (junho 2026), +400 mil no trimestre, com US$ 234 bilhões — cerca de 14% da carteira federal de US$ 1,64 trilhão. Mais 1,5 milhão em atraso tardio a caminho do default. Taxa de saldos 90+ dias perto de 10,6%. Isso não é “pausa”; é destruição de crédito e de consumo discricionário de jovens adultos.
- Carros usados e cartões no limite. Saldos de auto 90+ dias em 5,49% (Q2 2026), segundo maior nível em 94 trimestres desde 2003. Transição para atraso grave de cartão perto de 7%. Dívida total das famílias ~US$ 18,8 trilhões, com 4,7% em algum estágio de atraso. O consumidor americano, motor de ~70% do PIB, está pagando juros de cartão de dois dígitos sobre um estoque de US$ 1,26 trilhão.
- Carry trade do iene: o unwind estrutural ainda não começou. O BoJ está em 1,25%, máximo desde 1995, e o JGB de 30 anos acima de 4%. O diferencial 10 anos EUA–Japão encolheu de ~400 pb no pico do carry para cerca de 200 pb. O “fast money” já reduziu shorts; o “slow money” (pensões e households japoneses com ativos externos sem hedge) ainda não repatriou em escala. Um movimento de 10–15% no USD/JPY força venda coordenada de Treasuries, ações e crédito — o mesmo mecanismo do episódio de agosto de 2024, só que com estoques maiores.
- Diesel em recorde e frete marítimo em choque. Diesel varejo nos EUA acima de US$ 6,50/galão (recorde, ~+70% em um ano), puxado por danos a refinarias no Oriente Médio e Ucrânia e pelo fechamento efetivo de Hormuz. Exportações líquidas de diesel/gasóleo do Golfo caíram a cerca de um quarto do pré-guerra. Frete contêiner Extremo Oriente–Costa Oeste dos EUA subiu mais de 300% desde fevereiro, com spots acima de US$ 7.700/FEU; rotas alternativas para o Golfo batem recordes da Covid. Custo de transporte entra em todo CPI de bens e em margens industriais.
- Fertilizantes e guerra: choque de oferta agrícola. Três choques em quatro anos (Ucrânia 2022, cotas chinesas, Hormuz 2026). Ureia subiu ~50% desde o início do conflito com o Irã; enxofre do Catar perto de US$ 800/t. Golfo e Irã juntos exportavam ~1,85 milhão de toneladas/mês de ureia. Preço alto de fertilizante em 2026 vira inflação de alimentos e pressão fiscal em importadores em 2027.
- Moedas frágeis: Argentina, Turquia, Índia e Indonésia. Argentina e Turquia seguem em regime de depreciação crônica e inflação alta, sem colchão real de reservas. A rúpia indiana é projetada por bancos na faixa 95–100 com petróleo acima de US$ 90–100 e déficit em conta corrente que pode chegar a ~2% do PIB — pior desde o taper tantrum de 2013. A rupia indonésia acumula perdas no ano com preocupação fiscal e posse estrangeira de bonds locais abaixo de 13%. Quando o dólar e o petróleo sobem juntos, esses quatro canais amplificam saídas de capital.
- Imobiliário chinês: quinto/sexto ano de contração. Vendas de 2025 caíram 12,6% para 8,4 trilhões de yuans — menos da metade do pico de 18,2 trilhões em 2021. S&P cortou a projeção de 2026 para queda de 10–14%, com preços ainda −2% a −4%. Vanke registrou prejuízo de 89 bilhões de yuans; Evergrande está em liquidação com recuperação esperada de poucos centavos. Quatro milhões de unidades não vendidas e receita de terras locais em queda de mais 30% espremem governos locais e o consumo das famílias (riqueza imobiliária ~60–70% dos ativos das famílias urbanas).
- Curva e crescimento real. Com yields nominais de 5%+ e breakevens de inflação perto de 2,3–2,6%, o rendimento real de 10 anos fica em torno de 2,6–2,8%. Historicamente, real yields sustentados acima de 2% comprimem múltiplos de ações (o inverso do P/E) e elevam o custo de capital de private equity e imóveis comerciais. O S&P não precisa de “recessão clássica” para cair 20–30% se o desconto mudar.
- Oferta de Treasuries versus demanda. Leilões de 5 e 10 anos já mostraram tails. Compradores tradicionais (Japão, China, Fed em QT residual) não absorvem o déficit de US$ 2 trilhões/ano no mesmo ritmo. Se o Fed for forçado a recomprar para evitar disfuncionalidade, o dólar e a inflação de ativos de risco se separam — cenário clássico de 1970s ou de crises de emergentes, só que no emissor da moeda de reserva.
- Energia como imposto global. Brent ainda ~35% acima do pré-guerra do Irã mesmo após recuos, e o frete de VLCC Golfo–China chegou a US$ 24/barril (25% do preço FOB). Cada US$ 10 a mais no petróleo sustentável tira ~0,3–0,5 pp do crescimento global e adiciona inflação nos importadores líquidos (Índia, Europa, Sudeste Asiático).
- Crédito privado e duração escondida. Com taxas de mortgage e corporativas altas, o refinanciamento de dívidas emitidas em 2020–2021 (cupons de 2–4%) vence em massa em 2026–2028. O salto de cupom de 300–400 pb em estoques de trilhões é equivalente a um aperto fiscal privado. Defaults de high-yield e CRE tendem a subir com defasagem de 12–18 meses — janela de 2027.
Sincronia dos choques. Não é um único vetor. É a soma: juros reais americanos altos + dominância fiscal + consumidor americano atrasado em três linhas de crédito + unwind parcial do funding em iene + diesel e frete em nível de guerra + property chinês ainda em queda de dois dígitos + FX de grandes emergentes importadores de energia. A probabilidade conjunta de “soft landing” cai quando cinco ou seis desses canais estão no mesmo sentido. Crash não exige que todos estourem ao mesmo tempo; basta que o funding global (Treasuries + iene + dólar) reprifique de uma vez e force desalavancagem.
O cenário de 2027 é, portanto, o de um mercado que descobre que o preço do dinheiro voltou a ser restritivo de verdade, enquanto a dívida, a energia e o imóvel chinês não têm como se ajustar sem queda de preços de ativos. Os números de hoje já estão escritos; o que falta é o gatilho de liquidez.
Eu só aceito três tipos de opinião:
1. a minha, porque sou eu quem vai arcar com as consequências;
2. a de quem tem mais experiência do que eu, porque já viu o que eu ainda não vi; e
3. a de quem já chegou onde eu quero chegar, porque conhece o caminho.
O verdadeiro luxo de ganhar R$ 30 mil talvez não seja ter um carro de R$ 200 mil.
É construir patrimônio suficiente para um dia poder ganhar R$ 10 mil… e continuar vivendo bem.
Expliquei tudo no vídeo. Link no post abaixo 👇
Se você acha NTN-B uma oportunidade , imagina TIPS?!
Os títulos públicos sos EUA estão remunerando 3,27% de juros reais (acima da inflação) para 30 anos.
Se eles caírem para 1,50% (historicamente é 0% ou negativo em crises) o projetado mostra um ganho de 65,6% no 30 anos sem cupom.
Isso não é recomendação, mas é para mostrar que hoje até a renda fixa americana está pagando muito e a seletividade é importante neste ambiente.
To improve your writing, read more.
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Este é um dos gráficos mais importantes que você precisa ver hoje.
Não se cobre demais: é normal não ter grana nenhuma até os ~25 anos e sentir que não alcançou tudo o que queria aos ~30 anos. O seu pico vai ser aos 45-50.
Em breve, vídeo no canal.
🇧🇷💪🏼 Os fatos e números não justificam a narrativa:
- Taxa Selic: 13,75% (2022) x 13,75% (2026)
- Inflação 12 meses (IPCA até agosto): 8,73% (2022) x 4,22% (2026)
- Dólar (fim de setembro): R$ 5,39 (2022) x R$ 5,22 (2026) (−3,2%)
- Ibovespa (29/set): 107.664 pontos (2022) x 182.991 pontos (2026) (+70,0%)
- Desemprego (PNAD, junho-agosto): 8,9% (2022) x 5,3% (2026)
- Ocupação (junho-agosto): 99,0 milhões (2022) x 103,5 milhões (2026)
- Salário mínimo: R$ 1.212 (2022) x R$ 1.621 (2026) (+33,7%); previsão para 2027: R$ 1.741
- Valor mínimo Bolsa Família / Auxílio Brasil: R$ 600 (2022) x R$ 691 a partir de outubro (2026) (+15,2%)
- Reservas internacionais (agosto): ~US$ 338 bilhões (2022) x US$ 372,6 bilhões (2026) (+10,2%)
- Balança comercial (acumulado até setembro): US$ 47,9 bilhões (2022) x US$ 61,8 bilhões (2026) (+29,0%)
- Turistas internacionais (jan-ago): 1,6 milhão (2022) x 6,45 milhões (2026)
- Investimento direto no país (IDP em 12 meses): US$ 64,9 bilhões (ago/2022) x US$ 88,4 bilhões (jul/2026)
- Mapa da Fome (FAO): no mapa, com 4,2% de subnutrição (2022) x fora do mapa, com subnutrição abaixo de 2,5%.
O mundo está descobrindo o CDI!
Existem dois tipos de países que estão sofrendo com a alta nos juros global: aqueles que estão vendo as taxas subirem mais que a média e aqueles que estão subindo menos.
Mas todos estão!
Se você acha NTN-B uma oportunidade hoje, imagina TIPS?!
Os títulos públicos que pagam juros reais (acima da inflação) dos Estados Unidos, para 30 anos, que estão remunerando 3,22%.
Se eles caírem para 1,50% (historicamente é 0% ou negativo em crises) o modelo mostra um ganho de 65,6% no vértice de 30 anos sem cupom.
Essa é uma oportunidade de uma vida!
🇺🇸📊💩 Eu vinha alertando desde o início da guerra do Iran que a correlação entre preço da gasolina no USA e inflação era enorme.
Na verdade falava desde 2024 que IPCA+ 6% era horrível em um mundo de juro alto.
Mas honestamente nem eu esperava que o governo Americano ia deixar juros longos explodirem tanto só para tentar ganhar as eleições de novembro.
O problema de juros e inflação é que não tem volta, FED teria que subir juro mais de 1% de uma vez.
E ainda tenho receio que após novembro Trump ira atacar o Iran com tudo, e possivelmente fazer uma invasão com soldados no chão.
Estou bem preocupado para 2027.