Uau, que show. A bozoloide mãe, o bozoloide pai e a bozoloide filha. Que família unida. A menina vendo que o chilique da mamãe era gravado, inventa que é menor. O papai também inventa que a menina é menor. Mas ela tem 21 anos. Uau.
Brazil reminded the world that when people stand in solidarity with one another, we can beat fascism & authoritarianism anywhere.
Congrats to President Lula & the Brazilian people on this monumental victory.
The Trump Administration must respect the results & Brazilian autonomy.
Agora que a poeira baixou, vou contar um pouquinho dos bastidores do que rolou comigo nesta campanha e também fazer um desabafo aqui.
Este ano, aconselhado por amigos, colegas e outras pessoas do meu convívio, quase passei longe das eleições porque, como vocês sabem, posicionar-se politicamente, no Brasil, é uma armadilha profissional. Exercer o direito democrático e legítimo de declarar um voto ou defender uma causa, num país fomentado pelo ódio e com sérios problemas de educação, significa ganhar a simpatia de muitos e o asco de outros tantos. Falo isso com a autoridade de quem nunca teve a “imunidade comercial” da panelinha da esquerda festiva e foi vítima de um atentado com coquetel molotov.
No entanto, três fatores falaram mais alto para eu contrariar os apelos dos que prezavam pela minha carreira: o ímpeto cidadão; a sede por justiça; e meu filho, Pedro.
Quem é pai ou mãe de uma criança LGBTQIAPN+ sabe como é o medo de ter sua cria agredida na rua só por ela ser quem ela é. Esse medo se transforma em indignação. Que vira revolta. Que vira gana. E foi assim: mordi a faca com avidez e fiz o que achava que podia fazer: expressei-me. Até o dia quando o próprio Flávio Bolsonaro me mostrou que eu poderia fazer mais. Bem mais.
Quando soube que ele tinha me processado no TSE por causa do famigerado tweet criticando a “família miliciana”, acreditei ser uma pegadinha. Como poderia um senador, postulante à presidência da república, assessorado pelos “gênios” da influência, vestir uma carapuça daquelas? Pois vestiu. Aí, quando me dei conta, fui tragado para uma batalha solitária que não esperava travar.
Fui assediado judicialmente, acusado por jornalistas que confiava de ter feito algo que não fiz, agredido, ofendido, ameaçado e o mais grave: censurado. Dá desgosto, insegurança, receio… dá pânico. Mas dá raiva também. E quando a raiva está aliada à razão e ao senso de injustiça, sai de baixo. É a boiada que não perde briga.
Apesar de ter me sentido abandonado por gente que jurava que apareceria para ajudar, poucos e bons me estenderam as mãos: os que eu amo, meus advogados e alguns novos amigos. Por causa deles, segui em frente com coragem e vencemos aquela batalha. Custou tempo, dinheiro… mas ainda havia uma guerra pela frente.
Graças a Deus (e a Nossa Senhora…literalmente), passei a ser mais lido, mais ouvido, encorajado e consequentemente a escrever, falar e enfrentar mais. Fiquei tão inquieto que cancelei peça, adiei trabalhos e passei a última semana falando mais com o @AndreJanonesMG que com meus filhos. Acordei o publicitário adormecido aqui pra virar marketeiro voluntário. E ainda levo jeito.
Achei a Mariana para perguntarmos quem ela era (“Quem é Mariana?”) e me vi varando a noite escrevendo respostas para que fossem usadas no debate sobre aposentadoria, escala 6 por 1 e até nove dedos (aquela). Quando Lula falou, eu e meu filho – que sabia de tudo – comemoramos como um gol. Janones ligou na hora e brincou. Disse que, se eu fosse candidato, não gostaria de me enfrentar num debate. Empatamos. Também não gostaria de enfrentar o general do “exército” do qual fiz parte.
Enfim… fiz o que pude. E o que não pude.
Hoje, sinto alívio, alegria e sentimento de justiça. No Brasil, isso é luxo. Mas confesso: quero enfrentar inimigos melhores em 2030. Não só mais qualificados. Menos escroques e escrotos mesmo. Quem sabe não me filio a algum partido para a próxima? De repente, com gente que gosto ao lado.
Agora, é voltar a viver nas condições normais de temperatura e pressão. Porque, como diria o apóstolo Paulo, “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
Vamos juntos! E obrigado a todos vocês.
“A VITÓRIA HISTÓRICA DE LULA”: A reportagem do Telefe Noticias, principal telejornal da Argentina, sobre o resultado das eleições no Brasil!
O jornal destacou a fala dos “nove dedos” e a mobilização digital, organizada por Janones, para as pessoas irem votar como os grandes responsáveis da virada.
Falaram até da Xuxa e do Vasco como parte da vitória.
Fome, desemprego, inflação, desmatamento, dólar, superávit, corrupção... Nada disso importa.
É questão de identificação. O brasileiro escolheu o nazismo nas urnas. 🇧🇷
Irene Ravache revela que teve medo de não conseguir votar em Lula por estar se recuperando de uma pneumonia:
“Tava com tanto medo de não ter alta pra conseguir votar. Vou votar no Lula, no Haddad, na Simone, na Marina. Tô com 82 anos. Vou de braços dados com meu marido, de 84.”
LULA MOSTRÓ UNA REMERA CON LA FRASE “LAS MALVINAS SON ARGENTINAS”
Durante una caravana de campaña en Río de Janeiro, el presidente brasileño recibió de un seguidor una remera negra con la inscripción “Las Malvinas son argentinas”. El presidente brasileño la miró, sonrió y la sostuvo en alto durante unos segundos antes de devolverla. El gesto ocurrió a dos días de las elecciones presidenciales en Brasil, en las que Lula buscará la reelección.
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