UFRGS Direito. PUCRS Jornalismo. Pós em Dir. Deportivo, Mestre em Direito, colunista @leiemcampo, sócio @AKProtecao, árbitro CBMA e auditor Pleno do TDP.
Um livro, amigos e transformações no esporte. Só faltou a #chaminéon pra ser uma noite perfeita.
Nesta quinta (16) foi dia de lançar em SP o livro #20historiasquemudaramoesporte .
O esporte é uma das manifestações mais poderosas da humanidade. Ele transcende fronteiras, culturas e idiomas, unindo pessoas de diferentes culturas, credos, raças e ideologias em torno de uma paixão comum. Mas, além de ser um espetáculo de superação e habilidade, e de um negócio que pode movimentar bilhões de dólares, o esporte também é um reflexo das complexidades da sociedade.
Foi sobre isso que decidi escrever. Uma obra que tem análise jurídica, mas muito da minha formação jornalística.
Ao longo dos 20 capítulos deste livro, conto histórias de luta, resiliência e triunfo.
Elas não são apenas sobre o passado, elas são sobre o presente e o futuro. Elas nos lembram que o esporte, em sua essência, é uma expressão da humanidade, com todos os seus desafios, contradições e possibilidades.
E ver no lançamento do livro da @almedinabrasil , na @livrariapaisagem em São Paulo, tantos amigos interessados pelo tema, ver como a pauta esportiva começou a tratar de uma maneira muita mais responsável esse assunto e ver como a sociedade se posicionou e passou a exigir mais direitos, me deixa feliz.
Feliz por ver minha família orgulhosa de encontrar impresso no papel o resultado de um mergulho em pesquisa, conversas e jurisprudência. Entendendo que realização exige esforço e muito estudo.
Muito obrigado a todos por tanto.
Numa livraria perto de você; ou nas livrarias digitais @altabooks e @amazon
🇮🇩 Inter supera episódio de “áudio fake”, reforça confiança em escritório parceiro e vai recorrer a punição de Victor Gabriel.
Encerramento da aliança de 19 anos foi cogitado em reunião entre o Conselho de Gestão e o Dep. Jurídico, mas ampla experiência dos profissionais e histórico recente positivo fizeram com que esse cenário fosse descartado.
Clube cita o recente caso onde os mesmos advogados conseguiram a vitória, junto a FIFA, pelo pagamento de quase 3 milhões do Cesar Vallejo por Kevin Quiñones, ajudando a retirar o Transferban do Inter.
Existe um otimismo nos bastidores pela diminuição da pena do zagueiro.
@EsporteBandRS
📸 Reprodução / Redes Sociais
Os relacionados do Inter. Rochet e Benjamin seguem no DM. Calebe pode estrear. Aguirre, em negociações com o Rosário Central, também não está na lista.
Ainda me incomoda o absurdo repetido, numa série de agressões que poderiam (deveriam) implicar numa série de processos.
Mas o que me deixa realmente perplexo é que gente como esse aí tenha audiência.
A civilidade é palavra perdida no dicionário.
🏆 A FIFA anunciou nesta quarta (29) a abertura de processos disciplinares contra a Associação do Futebol Argentino (AFA), três jogadores da seleção argentina e um integrante da comissão técnica em razão de episódios ocorridos durante a final da Copa de 2026.
Além da violência pós final, eles responderão pela faixa das Malvinas exibida depois da seleção eliminar a Inglaterra.
Via @leiemcampo
https://t.co/KIp9cQzzFk
Ano passado Jamerson sofreu uma fratura e ficou 7 meses fora. O autor da falta, Eduardo, do Cruzeiro (veja só), recebeu merecidos e suficientes 4 jogos.
No twitter tinha gente dizendo que nem era pra expulsão...
Ainda me pergunto: por que a Suiça não entrou com pedido alegando interferência indevida do VAR e possível erro de Direito?
Conversando com muitos colegas que atuam na área, o consenso é: tem discussão grande aqui.
Erro de identicação não se confunde com erro de interpretação, no caso de quem fez a falta.
Exatamente o que a gente havia levantado a reflexão: VAR excedeu a competência ao mudar cartão de nome.
✅ pode dizer que o jogador advertido foi o atleta errado;
❌ não pode transformar uma falta em simulação utilizando essa mesma intervenção.
Aviso de utilidade pública: todos os grandes clubes que conheço trabalham com escritórios terceirizados.
Por que?
Porque a demanda jurídica é grande e com naturezas jurídicas distintas. O interno não consegue dar conta.
Então, o departamento jurídico interno coordena, mas escritórios especializados em justiça desportiva, trabalhista, tributário, conformidade …. tocam as questões.
‼️ UEFA endurece discurso e diz que “o futebol não pertence à FIFA para ser vendido”
A UEFA elevou o tom do embate com a FIFA ao divulgar uma nota oficial em resposta à reportagem do The Times sobre o projeto de abertura das competições da entidade ao capital privado. O comunicado vai muito além de uma divergência comercial e coloca em debate os limites da governança do futebol mundial.
A confederação europeia afirma que a proposta “ultrapassa uma linha que as instituições do futebol jamais deveriam cruzar” e sustenta que “a alma e a governança do futebol não são ativos para serem negociados”, criticando a falta de transparência sobre quem seria beneficiado financeiramente pela operação.
O trecho mais contundente vem no encerramento da nota: “Nenhum de nós é dono do futebol. Ele não pertence à FIFA para ser vendido.” A declaração questiona diretamente a legitimidade da entidade para negociar interesses econômicos sobre suas competições e reforça que decisões dessa magnitude devem observar princípios de transparência, governança e participação institucional.
A seguir, a íntegra da nota da UEFA.
Caso é grave e merece toda a atenção necessária, não analises apaixonadas .
A verdade é que o caso foi julgado muito mais rapidamente do que a justiça desportiva costuma marcar. Menos de uma semana.
Não é assim que a JD age e todo mundo sabe.
Não é fácil fazer uma defesa em caso assim tão rapidamente.
Além disso, a punição também contraria a imensa maioria dos julgados em casos parecidos.
Inclusive o próprio STJD já decidiu que o § 3º não deve ser aplicado apenas em razão da gravidade da lesão; o foco da análise deve recair sobre a violência da conduta do infrator. Isso torna o julgamento de Victor Gabriel um importante teste sobre a consistência da jurisprudência recente do Tribunal.
Agora, com tempo de recurso e análise com calma pelo Pleno, observando lesão, movimento, intenção, histórico e postura do atleta, se terá mais dados pra comentários desse caso.
Aprendizado: SAF não é pó de pir-lim-pim-pim!
É preciso análise criteriosa, diligência e entender especificadas do clube para definir qual o modelo jurídico e investidor.
🌪️ IMAGEM | Tornado no município de Senador Salgado Filho, no Noroeste gaúcho, no fim da tarde desta terça. MetSul havia alertado para o risco de tornados na região, que continua. Saiba mais em https://t.co/cCRIo33qLf.
Transformações no esporte também apresentam DNA. A Copa apresentou mais um caso.
Colunista @andreikampff traz mais uma história em que a mobilização de atletas e sociedade transformou a regra do jogo, protegendo direitos humanos.
Via @leiemcampo
https://t.co/ShX9a8duQU
@annoyingpe@Alexandre_Ernst Essa é a prática em todos os grandes clubes. As demandas internas são muito grandes e de diferentes naturezas jurídicos. Assim, jurídico coordena trabalho, mas contrata escritórios especialistas pra tocar processos mais complexos.