Jornalista de 32 anos no @BrazilJournal e faço bico de tudo; Já fui do @Estadao, @CNNBrasil, @EXAME e da @Istoe_Dinheiro. Aqui também falo do Palmeiras
Foi publicado essa semana um estudo que avalia as mortes relacionadas com o uso de hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19, em pacientes hospitalizados, no período de março a agosto de 2020, em 6 países (Bélgica, França, Itália, Espanha, Turquia e Estados Unidos).
O estudo aponta para cerca de 17 mil mortes causadas pelo medicamento. Essas mortes representam um excesso de mortes em relação ao número esperado, relacionadas ao uso do medicamento.
Esse mesmo racional sobre o risco de mortalidade com o uso da hidroxicloroquina vale para a cloroquina.
O uso de medicamentos sem comprovação de eficácia e que apresentam risco de morte por efeitos colaterais é um problema, muitas vezes difícil de ser mensurado.
Essa projeção de mortes com a hidroxicloroquina foi apenas para pacientes hospitalizados, em poucos países e em curto espaço de tempo. Estando esse número do estudo correto, o número de mortes ligados ao uso da cloroquina e da hidroxicloroquina em todo o mundo, e ao longo de todo o período da Covid-19, é bem maior.
No caso do uso ambulatorial da cloroquina, em um número maior de pessoas, esse número de mortes causadas pelo medicamento tem o potencial de ser significativamente mais elevado.
Ter que tomar uma decisão sobre a incorporação, liberação ou recomendação de um medicamento ou tecnologia é algo complexo, principalmente em um momento crítico, tenso, politizado, instável e cercado por grande incerteza, como foi a realidade da cloroquina no Brasil e no mundo no período da Covid-19.
Essa decisão de não liberar o uso da cloroquina para tratar pacientes com Covid-19 teve que ser tomada quase 4 anos atrás, em um momento de extrema incerteza, polarização e medo.
Felizmente o tempo mostrou que a minha decisão de se posicionar contra a liberação e recomendação da cloroquina foi correta.
Essa discussão é a essência daquela que existe no processo de avaliação e incorporação de tecnologias no país.
@cassiotoscano@mts_mtt Porém, todas essas empresas estão apostando no cassino - aviãozinho e tigrinho da vida - e faturando com isso.
E sabe qual é o pior? Por não ser legalizado e eles serem de Curaçao, eles podem simplesmente sumirem sem pagar os prêmios. Fora o problema do vício
VaideBet e Pixbet, empresas que ninguém havia ouvido falar há um ano, vão pagar mais de R$ 100 milhões para patrocinar Corinthians e Flamengo
Duas empresas com "sede" em Curaçao e que atuam com jogos de cassino, proibidos no Brasil
Ninguém vai questionar esse dinheiro?
@cassiotoscano@mts_mtt Não concordo com esse tipo de negócio, não. Mas, como você disse, é legalizado - ao contrário de cassino.
Lembrando que o Palmeiras também é patrocinado por uma, a BetFair. Isso não faz com que eu concorde com ela.
Aproveitando o engajamento: assistam ao minidoc que eu fiz sobre apostas esportivas no Brasil. Lá tem algumas respostas para várias dúvidas desse mercado - que ainda tá no meio das sombras
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Utilidade pública 🚨
Separe 15 minutos do seu dia para assistir à boa matéria sobre apostas esportivas apresentada pelo @andrejank para o Brazil Journal.
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MARKETING. Para Filipe Bartholomeu, o CEO da AlmapBBDO, o marketing emocional continua dando resultado – mas está mais difícil convencer as empresas a embarcar nesse tipo de projeto. “Está faltando todo tipo de emoção (na propaganda),” diz o executivo. https://t.co/Wcm6nOyvIb
Priner multiplica Ebitda e receita, mas ação segue no nível do IPO
🟡 Conversamos com o CEO Túlio Cintra 🟡
Pontos discutidos:
✔️ Como tornar a empresa mais conhecida
✔️ Perfil dos próximos M&A's
✔️ Impacto da baixa liquidez do papel
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Arminio fala para o @BrazilJournal sobre crise bancária:
“Há muita coisa para ser feita para chegarmos a um sistema menos exposto e mais justo. Antes falaram que Wall Street foi salva. Agora, foram salvos os empreendedores do SVB. Tem mais uns bilionários para salvarmos?”
INVESTIMENTO RECORDE. MELI anuncia investimento recorde de R$ 19 bi e diz que vai crescer mais este ano que em 2022 https://t.co/BcT8nLmSvi #braziljournal#mercadolivre#mercadopago
Os EUA viraram o país da renda fixa? O @WillCastroAlves , da @avenue_us, brinca que sim.
“Na média dos últimos 20 anos, o S&P retornou 10% ao ano. Quando há opções de dólar +5%, a relação não fica tão positiva para a Bolsa"
Entrevista no @BrazilJournal
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A quebra do Silicon Valley Bank acendeu um alerta no mercado financeiro. Para Roberto Attuch, CEO da Ohm Research, o cenário para os grandes bancos não é preocupante – mas as instituições de médio porte devem sofrer. #svb