Globo brabinha com a Cazé TV por causa da audiência na Copa. Governo tomou as dores e começou a perseguir o gordão. Eu queria muito defender a CazéPT, mas ai lembro que o chiclete de baleia fez o L, então meu mais sincero fodase. Briguem desgraçados: essa é minha posição oficial.
PCC e CV não são facções: são terroristas armados contra o povo brasileiro e com atuação além das nossas fronteiras.
Quem domina territórios, impõe toque de recolher, mata inocentes e desafia o Estado pratica terror.
O Brasil não pode mais ser refém de bandido. Terrorista tem que estar atrás das grades, sem relativização.
Parabéns ao senador @FlavioBolsonaro pela articulação firme e necessária.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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O povo brasileiro de bem agradece a atenção e o compromisso do @SecRubio e do @realDonaldTrump . Essa luta é de todos nós. Vamos dar um basta nesses grupos! O Brasil merece ter paz! O Brasil tem futuro!
O Brasil não aguenta mais ser refém de facções narcoterroristas. Precisamos dar um fim ao domínio do terror. E podem ter certeza, ou essas facções deixam o País, ou serão neutralizadas.
BRABO: FLÁVIO DESAFIA O PT E A ESQUERDA!
Imagine se fosse Jair Bolsonaro o presidente?
Eu prefiro ver uma CPI do que acompanhar os vazamentos seletivos publicados pela ótica de certas imprensas. Por que Lula e a esquerda não assinam a CPI?
Já vazou o trailer do filme mais aguardado do ano, que retrata a história de um verdadeiro herói: @jairmessiasbolsonaro. Em breve, em todos os cinemas. Dark Horse!
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Olá, @malugaspar, tudo bem?
Segundo a sua régua sobre o dinheiro do Banco Master ser “dinheiro sujo”, algumas perguntas precisam ser respondidas à audiência da Globo:
1) Sua primeira matéria sobre o Banco Master foi publicada em 12/07/2024, correto?
2) Partindo do pressuposto de que, a partir de 12/07/2024, o Brasil inteiro deveria saber que todo dinheiro que circulava pelo Banco Master era “dinheiro sujo”, por que Daniel Vorcaro jantou na casa de Luciano Huck em 15/08/2024?
3) Por que, ainda em 2025, mais de um ano após a sua primeira reportagem, a Globo assinou contrato com o Will Bank para patrocinar o Domingão com Huck nas “Willimpíadas”, em outubro de 2025? Na ocasião, a Globo não sabia que se tratava de “dinheiro sujo”, segundo a sua nova tese?
4) Por que, mesmo após a prisão de Daniel Vorcaro, a emissora manteve a publicidade do Will Bank, que só veio a ser extraliquidado pelo Banco Central em 2026?
Afinal, a régua vale para todos ou só para alguns?
A produção aconteceu, o filme do meu pai existe, profissionais foram contratados e tudo foi feito de forma privada. Transformaram um projeto cultural em narrativa política porque existe uma pré-candidatura no caminho.
O que tentam vender como “escândalo” nada mais é do que uma falsa narrativa eleitoral patrocinada pela esquerda.
O deputado André Janones chegou no plenário com a sessão já encerrada querendo lacrar, atacar Flávio Bolsonaro e provocar confusão. Quando foi confrontado, partiu para o descontrole, me xingou, chamou para briga e a segurança precisou intervir.
É esse o nível da esquerda: gritaria, palavrão e tumulto. Enquanto eles tentam transformar o Parlamento em circo, eu sigo defendendo respeito, equilíbrio e seriedade na política.
Não vão nos intimidar. 👊🇧🇷