🚨🇩🇪 BREAKING: Jürgen Klopp as new Germany head coach, here we go! 💥
Klopp has accepted to take over; long term contract details, project and RB Group exit still under discussion, but he will be the new head coach.
RB considered Glasner as replacement but he signs at #NFFC.
Klopp is back.
@Liverpool24hrs Sla eu nem faço muita objeção em ter ele aqui, mas mó estranho so contratar ponta que prefere jogar na esquerda, ai penso que vai sobrar no Minteh msm
🚨💣 BREAKING: Liverpool reach agreement in principle to appoint Andoni Iraola as new manager, here we go! 🔴🫱🏻🫲🏼
Exclusive story from Saturday, 100% confirmed: Arne Slot left and Iraola will lead #LFC project, as expected.
Talks advanced over last 48h and deal in place.
Oh Andy, Andy...
Quem diria que menos de 10 milhões de libras trariam o melhor da posição na história do clube?
Para entender o tamanho da barganha, é preciso olhar para o passado. O homem que levantou a Champions League e a Premier League é o mesmo jovem que, anos antes, pedia um emprego no Twitter.
Talvez seja por isso que Robertson sempre tenha parecido diferente. Enquanto alguns grandes jogadores dão a impressão de terem nascido destinados ao topo, o escocês jogava como quem nunca esqueceu o gosto amargo da vida real.
Eu tentei não fazer a óbvia relação de um escocês com o filme Coração Valente, juro que tentei, mas é impossível não fazê-la em um texto sobre Andrew Robertson.
Foi o nosso William Wallace, mas não o da estátua. O do campo de batalha. Cada arrancada era uma investida e cada cruzamento, uma flecha certeira no coração da defesa adversária.
Robertson nunca jogou futebol como um aristocrata. Não havia pose. Seu jogo tinha suor. Tinha raiva. Apesar do bom contrato, jogava cada partida como se ainda fosse o jovem dispensado das categorias de base do Celtic e que postava sobre a vida sem dinheiro.
Se Trent era o cérebro da dupla, Robertson foi o coração. Corria e pressionava pelo campo inteiro, sem cansar. Era a bateria do heavy metal de Jürgen Klopp. Mas reduzi-lo apenas à entrega seria injusto. Existe poesia em sua agressividade. Poucas coisas no futebol são tão bonitas quanto um carrinho que levanta adversário e torcida ao mesmo tempo.
Quando os documentários sobre a Era Klopp forem filmados, os roteiros serão recheados de protagonistas, claro. Mohamed Salah terá seus gols. Alisson terá seus milagres. Firmino terá sua genialidade. Thiago, sua elegância. Van Dijk, a imponência... Mas a trilha sonora, inegavelmente, terá o ritmo incessante do coração valente de Andrew Robertson.
Valeu, Robbo. YNWA.