✅ VITÓRIA LIBERAL PARA GARANTIR A PRIVACIDADE DOS EUROPEUS
Hoje, em Estrasburgo, o Parlamento Europeu aprovou uma alteração decisiva ao texto do Conselho: as comunicações protegidas por encriptação end-to-end ficam expressamente fora do âmbito de qualquer monitorização, o que impede que os Estados tenham poder para violar a encriptação de aplicações como Signal ou WhatsApp.
A proposta dos liberais europeus passou com 369 votos, superando a exigente maioria absoluta de 361, necessária nesta fase do processo.
A proposta foi aprovada contra o grupo europeu do PSD que tem usado todos os truques sabujos para conseguir aprovar o chat control.
A Iniciativa Liberal sempre defendeu que não é aceitável vigiar indiscriminadamente as comunicações de todos, e enfraquecer a encriptação torna-nos a todos menos seguros, geraria vulnerabilidades que logo seriam exploradas contra os indivíduos.
A Iniciativa Liberal sempre combateu de forma inequívoca, em Portugal contra Chega e PSD, e na Europa contra PS e PSD, estes mecanismos de chat control.
Uma linha vermelha clara: a segurança das mensagens privadas de milhões de europeus não pode ser violada.
E agora? Como o Parlamento alterou a posição do Conselho, o texto não fica aprovado tal como estava: regressa ao Conselho, que terá de aceitar esta proteção e, com ela, adotar a lei ou recusá-la, abrindo então uma fase de conciliação entre as duas instituições para chegar a um texto comum.
A proteção que hoje conquistámos terá de ser defendida na reta final, e a Iniciativa Liberal continuará atenta e ativa em cada etapa: uma vitória num voto não é o fim do caminho, e a defesa dos direitos fundamentais dos europeus não se negoceia.
Seguimos a trabalhar por regras que protejam eficazmente as crianças e os direitos de todos. Privacidade e segurança não se opõem: constroem-se juntas.
Estes são os eurodeputados portugueses que votaram contra o Chat Control:
IL: João Cotrim de Figueiredo e Ana Vasconcelos.
Chega: Tiago Moreira de Sá e António Tânger Corrêa.
Bruno Gonçalves (PS) e João Oliveira (PCP).
Registem estes nomes.
Defenderam a privacidade e os direitos dos cidadãos.
Reino Unido: eles atacam MESMO para tentar matar.
Nestas circunstâncias, a violência só pode ser combatida... com MAIS VIOLÊNCIA.
A tolerância pode ser fatal.
É triste, mas é a REALIDADE.
Agora entendo porquê que o filme ficou viral
Este filme preenche o vazio que milhões de nós europeus sentem, depois de ver os nossos países a ser invadidos por assassinos e violadores e os nossos governos a não fazer absolutamente nada em relação ao assunto
Espero que façam um segundo
☢️ Reflexão da Cooperativa: já viram? o filme foi banido na Alemanha. É mais um incentivo para o ver.
Depois eu partilho o filme nos comentários.🥸
É violento, fomenta a divisão e o racismo na sociedade europeia. Não é nada de novo, só vira o tabuleiro. Durante anos a fio o cinema habituou-nos a olhar para determinados conflitos através de uma lente moral muito bem definida. Havia vítimas e culpados reconhecidos, causas justas e causas indignas. O "Vigilante" também encaixa na mesma categoria, mas há uma profunda mudança nos papéis de vilão e herói. É propaganda, mas não ao estilo Clint Eastwood no Gran Torino.
Eu explico-te a diferença.
É a transformação do cinema numa fábrica de identidades coletivas, onde o indivíduo deixa de existir para passar a representar um grupo inteiro. Ora num filme o polícia é o símbolo de uma opressão sistémica; já noutro, o imigrante torna-se a personificação da insegurança. Num caso, a emoção pretende convencer-nos de que há uma injustiça estrutural; no outro, de que há uma invasão silenciosa. A técnica é a mesma. Muda o alvo.
O perigo começa precisamente quando deixamos de contar histórias sobre pessoas e passamos a contar histórias sobre categorias. Quando um homem deixa de ser um homem para ser "o branco", "o negro", "o polícia", "o imigrante" e por aí fora. ➡️A partir daí o cinéfilo já não é convidado a pensar; é convidado a escolher um lado.⬅️⬅️
Quando o cinema entra nesta campo é a arte que perde qualquer pretensão de universalidade. Deixa de procurar compreender a condição humana para se limitar a alimentar as trincheiras. Cada filme passa a funcionar como uma peça de propaganda. Cada personagem existe para confirmar aquilo que quem está a ver já acreditava antes mesmo de entrar na sala.
O resultado é previsível. Se durante anos dissermos a uma comunidade que é permanentemente perseguida por outra, ela acabará por olhar para essa outra comunidade com desconfiança. Se durante anos dissermos ao grupo oposto que está a ser substituído, silenciado ou atacado, o efeito será exatamente o mesmo. As emoções mudam de direção, mas a mecânica permanece absolutamente intacta. O ressentimento não tem ideologia; tem é diferentes destinatários.
⚠️É por isso que me custa aceitar que um tipo de cinema seja celebrado como consciencialização social e o seu espelho tratado automaticamente como discurso intolerável. Não porque ambos tenham o mesmo mérito artístico ou a mesma responsabilidade moral, mas porque utilizam ferramentas semelhantes, simplificam a realidade, transformam algumas exceções em símbolos e procuram mobilizar emoções muito mais do que compreensão.
Uma sociedade não se fragmenta apenas com leis ou discursos políticos. Fragmenta-se quando começa a consumir histórias onde o vizinho deixa de ser uma pessoa para passar a representar uma ameaça coletiva.
Escrevo isto em consciência, porque vi muitos filmes de propaganda racial contra brancos que muito ajudaram a fomentar movimentos como o BLM, onde me senti também um alvo. Isto funciona para os dois
lados; é colocar a imaginação ao serviço da divisão. Mas lá está, esses filmes de culpa branca, de incentivo ao ódio racial contra brancos nunca foram proibidos. Foram?
Camaradas, um barril de pólvora não escolhe quem acendeu o rastilho, limita-se a explodir quando se lhe chega lume. 🥸
Tenho dito.
o dono da cooperativa
As notícias na Noruega já devem estar cheias sobre a vergonha de se orgulharem de tal coisa, certamente.
Ou talvez é só mesmo em Portugal que ter orgulho na nossa história é percepcionado como algo negativo.
Não sei qual o objectivo do publico com isto...mas ficam aqui duas notas estatisticas tqmbem dos ultimos 25 anos:
A. 190 suicidios de Policias.
B + de 9 milhões de crimes cometidos.