Jornalistas continuam a tratar a indecência escandalosa no STF como se fosse uma disputa política entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. Não é. Trata-se de um confronto entre o crime e a lei.
Joaquim Barbosa, Rosa Weber, Ayres Britto e outros 10 ministros aposentados pedem a Fachin 'imediata e rigorosa' apuração de crise no STF #shorts#g1 https://t.co/6Hot0oIBKb
Ver a esquerda brasileira chorando contra a censura judicial e dizendo que 'Censura é coisa de ditadura!' é a mesma coisa que ver o @AndreJanonesMG dando lição de moral contra rachadinha e fake news.
➡️ ELEIÇÕES: FAÇAM CAMPANHA ⬅️
NÃO VOTE NO UNIÃO BRASIL
NÃO VOTE NO UNIÃO BRASIL
NÃO VOTE NO UNIÃO BRASIL
NÃO VOTE NO UNIÃO BRASIL
NÃO VOTE NO UNIÃO BRASIL
NÃO VOTE NO UNIÃO BRASIL
NÃO VOTE NO UNIÃO BRASIL
NÃO VOTE NO UNIÃO BRASIL
NÃO VOTE NO UNIÃO BRASIL
GRAVÍSSIMO! Mario Sabino afirma que nem no regime militar houve tamanha opressão estatal contra o jornalismo e a própria autocensura. Ele também diz que nunca houve tantas ligações para diretores de redações pedindo a cabeça de jornalistas.
O Estadão decretou a morte do atual STF
De fato, a corte, nessa atual formação e modelo, não tem maia condições de julgar nada. Nenhuma decisão contará com a confiança da população, o que é vital para efetividade da Justiça.
O Brasil precisa de um novo STF. Novo e com limites
Há uma espécie de conluio entre Supremo e Senado. Por isso não há impeachment de ministros. O Senado pode julgar ministros do STF e só eles podem julgar senadores . Desse conluio nasce a impunidade. Não há impeachment. E o foro privilegiado das autoridades é o pai da impunidade!
Compare a transparência imediata de Mendonça assim que é acusado de aceitar um pequeno presente de Vorcaro, com a recusa de Moraes em fornecer a menor informação sequer sobre o recebimento de R$ 200 milhões de Vorcaro, e tudo o que ele fez por Vorcaro depois disso. Diz tudo.
Sempre foi triste e apelativo como o @ICLNoticias tentou equiparar os cerca de R$ 200 milhões que Moraes recebeu de Vorcaro a um terno de R$ 10.000 que Mendonça teria ganhado.
Mas fica ainda mais patético agora que se revelou que o próprio Mendonça pagou pelo seu terno.
O discurso em torno do escândalo envolvendo Moraes tornou-se surreal. A estratégia de Moraes e de seus defensores é complicar a situação. Mas o escândalo é bem simples:
Como ministro do STF, Moraes e sua família receberam cerca de R$ 200 milhões de um banqueiro corrupto; depois, ele agiu para proteger o banco, conversou extensivamente com o banqueiro sobre obstrução de justiça, apagou todas as mensagens trocadas com ele e, por fim, mentiu repetidamente ao público sobre tudo.
O escândalo secundário é a tentativa de Paulo Gonet de abusar de seu poder como PGR para ajudar Moraes a encobrir o caso, apesar de o próprio Gonet estar fortemente ligado a Vorcaro. (Some-se a isso o papel de Lula e Alcolumbre na tentativa de enfraquecer a investigação).
Esse é o escândalo. É algo tão grave quanto simples.
Mendonça não tem qualquer participação no escândalo, exceto a de ministro responsável pela supervisão do processo e aquele que permitiu a transparência sobre o assunto.
Paulo Gonet, que nunca contestou as extrapolações de Moraes, agora pede apuração de interferência de Mendonça em inquérito que atinge Moraes e ele próprio, em vez de se declarar impedido.
Segundo Gonet, uma decisão “foi ocultada do Ministério Público, que foi assim impedido de realizar o necessário controle externo da atividade policial”.
Assim nasceu em 2019 e até hoje vigora o inquérito das fake news, entre outros nos quais o relator Moraes age de ofício, com medidas gravosas, enquanto o PGR faz cara de paisagem. Duplo padrão é escancarado.
Haja saudade de charutos e Macallan.