Uma promotora de justiça interrompeu um evento em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, porque um instrutor citou Deus ao ler um poema para um grupo de crianças. Ela chamou aquilo de inconstitucional, foi aplaudida e ameaçou se retirar caso alguém "puxasse uma oração".
Está enganada. Estado laico não é Estado ateu. A nossa Constituição garante o direito de professar e manifestar a fé, em público ou em privado, individual ou coletivamente. O que ela proíbe é o Estado impor uma religião oficial ou tratar as pessoas de forma desigual por causa da crença. Uma oração pacífica, que não obriga ninguém a participar, não fere a laicidade de nada.
O que fere é uma autoridade pública usar o cargo para calar quem fala de Deus, especialmente diante de crianças que ouviram apenas um poema sobre acolhimento e esperança.
Defender a liberdade religiosa também é trabalho de quem representa o povo. E é isso que eu pretendo continuar fazendo.
#cristinagraeml
#liberdadereligiosa
#fé
É difícil encontrar palavras para descrever a brutalidade das imagens registradas em Francisco Beltrão, no Paraná. Uma câmera de segurança mostra um homem chutando a própria filha, de apenas três anos, que é arremessada ao chão no meio da rua. A cena é tão chocante que um pedestre tenta intervir imediatamente, mas acaba sendo confrontado pelo agressor.
Nesta quinta-feira, 9 de julho, a Justiça decretou a prisão preventiva do homem, cuja identidade não foi divulgada pela Polícia Civil. A investigação revelou indícios de violência recorrente na residência, com suspeitas de agressões não apenas contra a menina, mas também contra o enteado de cinco anos.
Segundo a Polícia Civil, testemunhas foram ouvidas e as diligências apontaram sucessivas agressões. O menino apresentava marcas no rosto e há suspeitas de que tenha sido agredido anteriormente com um cinto ou até mesmo um pedaço de madeira. Diante desse conjunto de elementos, o Ministério Público manifestou-se favoravelmente à prisão preventiva, posteriormente decretada pela Justiça.
Outro detalhe torna o caso ainda mais revoltante; a mãe das crianças só descobriu a agressão depois que o vídeo viralizou nas redes sociais. Ela procurou a polícia e registrou o boletim de ocorrência.
Em depoimento, o homem afirmou que chutou a filha porque ela chorava e disse estar arrependido. Nenhuma dessas alegações covardes, diminui a gravidade do que as imagens revelam. A vítima é uma criança de três anos, completamente indefesa, e o agressor era justamente quem tinha o dever de protegê-la.
Como o vídeo chegou às autoridades dias depois, não havia mais situação de flagrante; ainda assim, diante dos indícios de um possível ciclo de violência doméstica, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva para resguardar as vítimas e impedir novas agressões.
A violência contra crianças quase sempre acontece longe dos olhos da sociedade e só vem à tona quando uma câmera registra o que tantas vítimas sofrem em silêncio. Quando o maior risco para uma criança está dentro da própria casa, toda a sociedade fracassou miseravelmente.
O ministro Mauro Vieira envergonha o Itamaraty ao sugerir que classificar facções como terroristas atrairia uma "intervenção militar" americana no Brasil. Esse discurso leviano, além de subestimar nossa inteligência, expõe a incapacidade do próprio governo de asfixiar o crime organizado. Nosso país precisa de menos ideologia e mais firmeza contra a criminalidade.
Enquanto político mandar no futebol, esquece o hexa.
O filho do maior intocável do Brasil pode ser o próximo presidente da CBF.
Influência todo mundo já sabe que eles têm. O Gilmar salvou a CBF, o filho se gabou de ter sido responsável pela convocação do Neymar…
Mas agora parece que cansaram de esconder. E pior, não têm vergonha nenhuma disso. A sede pelo poder nunca acaba em Brasília.
O caso da estudante brasileira em Dublin, que acusa um diretor da escola de agressão teve uma reviravolta.
A escola liberou video na integra das câmeras de segurança.
Só tem um barraqueiro nesta história.
Quem? Adivinha! Assista o vídeo e tire suas conclusões.
O absurdo disso está em outro patamar. A Ortobom não discriminou nenhuma mulher. Nenhuma candidata foi rejeitada por ser mulher. Não existe vítima.
O TST simplesmente olhou para a lista de gerentes, viu que todos eram homens e concluiu: discriminação. A empresa passou a ser tratada como culpada até provar o contrário e foi condenada porque suas escolhas foram consideradas "estatisticamente" improváveis.
Esse nível de intromissão na vida de quem empreende, assume riscos e gera empregos já é escandaloso. O Judiciário gastar tempo e recursos com isso, sem amparo legal, mais ainda.
Tudo isso em um país com 40 mil homicídios por ano, 26% da população sob domínio do crime organizado e corrupção galopante já entra no terreno da distopia.
Coisa de republiqueta falida.
6 meses de férias pra juízes e procuradores. Não é brincadeira não, é o Brasil dos INTOCÁVEIS.
Compartilha esse vídeo se você quer o fim da FARRA dos INTOCÁVEIS no Brasil.
🇨🇴 Espriella (direita) vence na Colômbia
🇨🇱 Kast (direita) vence no Chile
🇧🇴 Paz (direita) vence na Bolívia
🇪🇨 Noboa (direita) vence no Equador
🇭🇳 Asfura (direita) vence em Honduras
🇨🇷 Fernandez (direita) vence na Costa Rica
A América Latina está se libertando do atraso. Esse ano é a vez do Brasil 🙌🇧🇷
Tinha muita gente com coragem antes de 2022.
Porchat cobrava. Influencer cobrava. Artista cobrava.
Lula ganhou. Todo mundo sumiu. Mas estou aqui para lembrá-los