More beautiful for having been broken (2019)
Sinopse: A agente do FBI McKenzie foge para a cidade de Mervielle após perder sua mãe e apresentar um comportamento inadequado. Depois de se instalar na nova cidade, McKenzie conhece Freddie, um garoto com necessidades especiais e sua mãe, Samantha, uma ex-dançarina.
🦋: They don't trust me.
: It's not trustworthy at all, look at your shirt! (Pink heart sticker)
🦋: I want you to see what's inside the jacket. Look! It's like a pendant, but it has my name and surname on it. See it. So nobody can tease me.
“Miu Natsha & Mrs Schuett” with pink heart
no one can save Lalee she is so in love 🤏🏻
#LenaMiu #ลีน่าหมิว
UM MANIFESTO PELO RESPEITO AO PÚBLICO BRASILEIRO.
Não querendo polemizar ja polemizando 🤣 quero deixar claro que esse texto é uma Opinião minha enquanto consumidora de Gls. De forma alguma estou falando em nome do Fandom Tknur. (Que fique bem claro)
É preciso falar.
Falar com respeito, sim. Mas também com firmeza.
Porque existe um limite entre compreender que cada evento possui suas próprias regras e simplesmente aceitar que um público inteiro seja tratado como se sua presença tivesse menos valor.
O meu primeiro Fanmeet foi o da Faye e F/A. Naquele momento, mesmo diante de todo o descaso da ORGANIZAÇÃO, o que mais me afetou foi o cansaço físico. Os benefícios estavam de acordo com os valores de cada setor, e eu entendia que cada evento poderia ter suas próprias regras, formatos e condições.
Mas quando vi os eventos realizados no Peru e no México, algo dentro de mim mudou.
Senti um profundo desabor. Uma indignação que não conseguia explicar. E, quanto mais eu pensava, mais percebia que aquilo não era apenas sobre ingresso, local de evento ou benefícios.
Era sobre algo muito maior.
Era sobre pertencimento.
Era sobre respeito.
Era sobre a forma como o público brasileiro é enxergado.
E foi então que eu entendi a origem daquele incômodo:
A minha identidade enquanto cidadã brasileira havia sido atingida.
E isso dói.
Porque nós, brasileiros, também compramos ingressos.
Nós também enfrentamos longas distâncias.
Nós também gastamos dinheiro que, muitas vezes, representa meses de planejamento.
Nós também fazemos sacrifícios.
Nós também acompanhamos, divulgamos, apoiamos, votamos, movimentamos as redes e ajudamos a construir a visibilidade das artistas que admiramos.
Nós também estamos aqui.
Nós existimos.
E não somos um público de segunda categoria.
Não estamos falando apenas sobre benefícios.
Não estamos falando apenas sobre preços.
Não estamos falando apenas sobre estruturas ou locais.
Estamos falando sobre a mensagem que determinadas situações transmitem.
Porque, quando um público percebe diferenças que não são devidamente explicadas, quando se sente menos considerado, menos valorizado ou colocado em uma posição inferior, é inevitável perguntar:
Por quê?
Por que precisamos aceitar situações que nos fazem sentir que estamos recebendo menos consideração?
Essa não é uma discussão sobre exigir privilégios.
É uma discussão sobre equidade, transparência e respeito.
Se existem limitações. Se existem diferenças contratuais. Se existem razões específicas para cada evento, que sejam explicadas com clareza.
O que não podemos é ser silenciados pelo simples fato de sermos fãs.
Porque ser fã não significa abrir mão do direito de questionar.
Ser fã não significa aceitar tudo.
Ser fã não significa calar quando algo nos machuca.
Somos um povo.
Somos consumidores.
Somos parte dessa história.
E merecemos ser tratados com a mesma consideração que qualquer outro público.
Continuaremos apoiando aquilo que amamos, mas não podemos aceitar sermos subjugadas.
Não é sobre exigir mais.
É sobre não aceitar menos.
E, no mais, existe uma responsabilidade que também é nossa.
Cabe a cada uma de nós fazer uma autorreflexão.
Como estamos nos comportando quando interagimos com as artistas em suas páginas e lives?
Estamos sendo respeitosas?
Estamos agindo de maneira equilibrada quando uma artista toma uma decisão profissional?
Estamos sabendo respeitar as escolhas relacionadas à vida privada de quem admiramos?
Precisamos entender que o respeito que exigimos também precisa ser o respeito que oferecemos.
O Universo GL é uma conta matemática, gente.
E, nessa conta, cada atitude soma.
Cada palavra soma.
Cada comentário soma.
Cada interação soma.
E a soma pode ser positiva ou negativa.
Cabe a cada uma de nós decidir qual resultado queremos construir.
❤️🇧🇷