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(Obs: este texto foi primeiro postado no meu Instagram, a saber, @veritatis_catholicus)
Segue abaixo os planos disponíveis e os benefícios correspondentes a cada um.
“Certamente, [a verdade] não está nas coisas mortais. Com efeito, o que existe não pode permanecer em outro, se não permanecer aquilo em que está. E pouco antes concordamos que a verdade permanece mesmo que desapareçam as coisas verdadeiras. Por isso, a verdade (...)
não está nas coisas mortais. Mas a verdade existe e não está em nenhum lugar. Por isso, existem coisas imortais. Mas nada é verdadeiro se nele não existir a verdade. Dessa maneira, conclui-se que não existem coisas verdadeiras, senão as que são imortais.”
— Santo Agostinho
“O olhar da alma é a razão. Mas porque não se segue que todo aquele que olha vê, o olhar correto e perfeito, isto é, ao qual segue a visão, chama-se virtude; então, a virtude é a razão correta e perfeita. Mas também o próprio olhar, embora tenha os olhos sãos, (...)
pela qual deseja ver e ter grande alegria. Já ao olhar segue a própria visão de Deus, que é o alvo do olhar; não porque já deixe de existir, mas porque nada mais tem a que aspirar. E esta é, verdadeiramente, a perfeita virtude, (...)
e não poderá mais ser significada pela mesma definição do nome anterior, isto é, ‘humanidade’, mas se chamará ‘homem’.”
— Santo Alberto Magno, Quæstio de quiditate et esse
“Essência é aquilo pelo qual a coisa é o que é (id quo res est id quod est). Por exemplo, a humanidade é a essência do homem. Em suma, toda causa formal é a essência de seu efeito. Ser é o ato da essência, como diz o Filósofo na Metafísica (IX, 1). Entenda-se que seu ato (...)
naquele momento se torna a perfeição [da coisa] em ato. Por exemplo, a humanidade, considerada abstratamente, não é a perfeição atual de nada. Mas se a consideramos em conjunção com a coisa de que é a perfeição, já é a perfeição de algo, (...)
@o_maior_gustavo@meirelle A pergunta não foi para mim, mas para uma melhor e mais abrangente visão da economia em geral, recomendo duas obras do Prof. Ricardo Feijó. Ei-las:
mas só ao amor perfeito compete receber os males da sua mão, pois que estes não são amáveis senão por causa da mão daquele que os dá.”
— Adolphe Tanquerey, Précis de théologie ascétique et mystique, I p., c. V, a. 1, § III, n. 487
“É, pois, um dever para nós submeter-nos a Deus em todos os acontecimentos prósperos ou adversos, nas calamidades públicas ou nos infortúnios privados, nas intempéries das estações, na miséria e no sofrimento, nos lutos que nos ferem como nas alegrias, na desigual (...)
tão amável, quando distribui aflições, como quando dá consolações’ (Amour de Dieu, IX, 2). É que na verdade as aflições nos dão ensejo de melhor testemunhar o nosso amor a Deus: amá-lo, quando Ele nos cumula de bens, é coisa fácil; (...)