Assistiu o jogo com o olho fechado?. Desde o primeiro lance se mostrou o jogador com mais vontade. Fez o gol quando teve a única chance, por poucos centímetros anulado. Deu passe estando quase caindo que criou uma excelente chance para o Brasil, levantou e correu para a aérea ainda. Por ele ser novo no time, os bagres que não jogam nada não mandam a bola para ele como mandaram para o Raphinha. Se não, era mais uns três gols.
@Legauche Rafinha é lento, fraco e tem um tempo de reação ruim. Errou tudo que tentou. Todos os lances que tentaram por ele acabaram desperdiçados. Pareceu que estavam forçando as jogadas nele para livrar a barra do cara, aproveitando o time fraco do Haiti.
@Andre_Alfieri A zaga na nossa saída de bola é horrível, recebeu um pouco de pressão no segundo tempo, de um time fraco, e travou o resto do time por um bom tempo. Terão problemas quando enfrentarem um ataque melhor e mais rápido.
@doisR_98@oicaroanalises Rafinha é lento, fraco e tem um tempo de reação ruim. Errou tudo que tentou. Todos os lances que tentaram por ele acabaram desperdiçados. Pareceu que estavam forçando as jogadas nele para livrar a barra do cara, aproveitando o time fraco do Haiti.
@raiam700 É lento, fraco e tem um tempo de reação ruim. Errou tudo que tentou. Todos os lances que tentaram por ele acabaram desperdiçados. Pareceu que estavam forçando as jogadas nele para livrar a barra do cara, aproveitando o time fraco do Haiti.
@deoss_@_matheusfla É lento, fraco e tem um tempo de reação ruim. Errou tudo que tentou. Todos os lances que tentaram por ele acabaram desperdiçados. Pareceu que estavam forçando as jogadas nele para livrar a barra do cara, aproveitando o time fraco do Haiti.
Você está confortável?
Quando estou dirigindo meu carro e sinto calor, ligo o ar-condicionado. Em pouco tempo, o carro gela e começo a sentir frio. Então, diminuo a potência, desvio as saídas de ar para o outro lado e, de repente, sinto calor de novo. Fico nessa dinâmica: ligando e desligando, virando o vento para mim e tirando logo em seguida. O incômodo, seja do calor ou do frio, sempre volta. Fico ali, equilibrando pratos, tentando me livrar de desconfortos que nunca acabam de verdade.
A vida é bem parecida com isso. A gente sente um incômodo e logo toma atitudes para tentar se livrar dele, mas cada mudança gera novos desconfortos. Às vezes, olhamos para trás, lembramos da situação em que estávamos e pensamos: "Poxa, eu não deveria ter feito isso, devia voltar". O problema é que a gente esquece que o desconforto antigo continua lá. Se você voltar, ele vai voltar junto.
Só que, na vida, diferente do ar-condicionado do carro, você não resolve as coisas com o simples apertar de um botão. Se você sai de um apartamento apertado e sem privacidade para uma casa mais espaçosa e distante, logo aparece o desconforto da distância até o trabalho. E quando você se frustra com o trânsito, acaba esquecendo que, na casa antiga, você não aguentava mais a falta de espaço e o barulho dos vizinhos. Se muda de emprego buscando se livrar de um salário baixo, a nova posição pode trazer uma carga de responsabilidade exaustiva. Se troca de parceiro por conta de um defeito que te irritava, o próximo pode até não ter aquela característica, mas com certeza terá outras.
Nossa vida é medida nessa constante de confortos e desconfortos. A grande questão é que algumas mudanças são irreversíveis. Às vezes, você só descobre tarde demais que aquele incômodo antigo nem era tão ruim assim.
Sinceramente, não sei se existe uma conclusão definitiva para isso, mas tenho certeza de uma coisa: precisamos ter muito cuidado e muita reflexão antes de tentar reduzir um desconforto quando a mudança não tem volta. Duvido muito que exista alguém com uma vida absolutamente plena e perfeita. Sempre estaremos desconfortáveis em algum ponto.
Se dá para tirar uma lição de tudo isso, é que precisamos ser felizes e gratos a Deus hoje pelo que Ele nos deu. Não podemos viver com os olhos fixos apenas no próximo passo, desfazendo do que já nos foi concedido. Porque, muitas vezes, como um ato de amor e caridade do próprio Deus, Ele vai te mostrar, por meio da dor, que aquela sua situação anterior era, na verdade, bem confortável.
E dando encaminhamento a essa reflexão: a gente sabe por que as pessoas fazem isso. Se um post deu engajamento e a pessoa replica a fórmula, a chance de bombar de novo é gigante. Ela ganha o que precisa: visualização e like. Aqui no X é a mesma coisa, você clica e o algoritmo joga o post pra mais gente.
No final das contas, talvez o errado seja eu de me incomodar com isso. Porque os filhos de rapariga tão tudo ganhando o dinheiro deles fazendo isso, não é verdade?
A real é que eu devia só replicar essas merdas aí e pronto. Mas eu não consigo, e também não tenho criatividade pra fazer o meu próprio formato. Que grandíssima merda.
Vamos fazer uma reflexão: por que as pessoas não se dão conta de que a criatividade só é interessante no começo? Quando aquilo que uma vez foi criativo passa a ser repetido por todo mundo da mesma forma, o negócio vira maçante. A gente satura de ver, ouvir e sentir aquilo que todo mundo está fazendo.
Isso acontece muito na internet. Uma pessoa faz um vídeo criativo, chama a atenção, dá engajamento, e todos imediatamente começam a replicar. Em pouco tempo, a gente fica saturado daquilo.
No X, isso é pior ainda, porque a rede é feita por meio da escrita. A pessoa manda um texto inicial ali que chama a sua atenção, aí você clica para ver o restante e ela vem desenrolando uma história gigantesca que você não quer ler. Você só quer ver o final logo daquela história inicial que ela começou!
Aí você identifica esse padrão e fica chateado. Às vezes as pessoas até têm boas histórias para contar, mas querem fazer um negócio mirabolante. Não, cara, entrega logo a história! Se as pessoas quiserem saber mais detalhes, elas vão perguntar sobre, e aí você desenvolve. Fica aí a reflexão do dia.
Você não vai ficar rico rápido, não perca tempo com isso. Forme uma base sólida e profunda em alguma área para ficar bem financeiramente no longo prazo. E não comprometa seu fluxo de caixa em bens fupérfluos, pois a satisfação daquela aquisição passará rápido, mas as frustações por não ter dinheiro no dia a dia permanecerão.
Por que pessoas que não são católicas buscam no casamento civil um sentido que só vai ser encontrado no casamento católico?
Segundo a tradição católica, nós, seres humanos, somos miseráveis; sempre vamos privilegiar o egoísmo e o bem-estar em detrimento dos outros. Somente por meio do amor de Deus e do amor por Deus renunciamos às nossas vontades e buscamos fazer o bem ao próximo, mesmo que isso nos traga desconforto físico, mental ou financeiro. Fazemos isso não porque a pessoa merece ou por sermos bons, mas por amor ao nosso Criador, que entregou seu Filho unigênito para nos livrar das garras do pecado e da morte.
Dito isso, por que as pessoas não se dão conta de que, sem esse amor a Deus, elas não vão encontrar nada de sagrado no casamento civil? Por isso há tanto divórcio, pois a lei do mundo é aumentar o meu bem-estar, a minha "felicidade". Se o casamento está atrapalhando isso, eu o desfaço e vou procurar em outro lugar.
Um católico verdadeiro, no entanto, segue o mandamento divino e busca a todo custo manter seu casamento, por amor a Deus. O católico sabe que neste mundo tudo é passageiro e a miséria humana nunca encontrará limites na Terra, pois somente Deus, por seu amor e Reino eterno, pode preencher esse vazio em nós.
@cafeinadocafe Agora imagine você sendo o primeiro colado de um concurso que só tem uma vaga e paga o teto do serviço público. É bom ter cuidado para não ir de arrasta, nunca se sabe quem é o segundo colocado.
@TConcursista Claro que não. Esse é o tipo de coisa que a pessoa só aprende sentido na pele. E olha que ele ainda pode sair dizendo que se tivesse estudado um pouco mais teria passado.
@just_ahousewife@ODevLibertario Exato. O pessoal esquece que a conjuntura brasileira é difícil para quem já é grande e quase impossível para os pequenos. Considerando esse contexto, CLT é sim um boa opção.
@indiomalditoXxx@ODevLibertario Mas esse é o ponto. Até a pessoa conseguir andar com as próprias pernas, é melhor ser CLT, pois tem um salário garantido e benefícios. Um recém formado trabalhando por produção não consegue nem a renda de alguém que ganha salário mínimo.
@2feerazao Não. Serviços privados sempre serão melhores. Quando é pago vc tem poder de escolher. Além disso, o profissional que te atende tem motivos para prestar o melhor atendimento para que vc volte. Isso nunca acontecerá no serviço público.