"Tengo derecho a cortar todos los negocios con el pais que quiera, como Suiza, un pais al que llaman de élite pero puedo cortar nuestros negocios y no será un pais funcional. Hay 60 países como Suiza que viven a costa de EEUU"
El demente de Trump ahora está obsesionado con Suiza y amenaza con cortar todos los negocios contra este pais, asegurando que es un pais que funciona porque está viviendo a costa de EEUU.
Este cenutrio olvida que Suiza es un país con un sector financiero masivo, farmacéuticas, fabricación de precisión y exportaciones globales, ya no sabe a quién chantajear para tapar su enorme deuda nacional de 40 billones de dólares.
RESUMO DO DIA:
1) Flamengo e Palmeiras passam de fase na libertadores.
2) Argentino que faz lives com Eduardo Bolsonaro atacando as urnas é agente da CIA, segundo ex-esposa que ele tentou matar.
3) Haddad dá entrevista ao grupo Globo e afirma que sob o governo Lula estatais deram R$ 100 bilhões de lucro a mais do que no governo Bolsonaro.
4) Dívida dos EUA chega a R$ 40 trilhões sob a gestão Trump.
5) Alcolumbre inicia tramitação da PEC do fim da 6x1, e governo Lula tenta colocar aliado na relatoria.
Nós estamos bolando o B.O. por Zap. A inteligência artificial vai conversar com você, pra você se identificar, dizer em que rua você está, onde foi o ocorrência, o que te roubaram, como é que a pessoa está vestida. Isso vai para um centro de dados, onde você vai fazer a inteligência do patrulhamento e da investigação. Você vai municiar a Polícia Militar de um lado e a Polícia Civil de outro, pra fazer o trabalho chegar antes do crime acontecer. Nós não temos nenhuma política preventiva hoje no estado de São Paulo. Hoje, tem bairros que você sabe que estão tomados pelo furto do celular, roubo do celular, e você não tem inteligência disponível.
#SABATINAOGLOBO/VALOR/CBN
🚨 O BRASIL VOLTOU À DISPUTA PELOS CHIPS.
A Ceitec, empresa pública de semicondutores que o governo Bolsonaro tentou liquidar, está sendo reconstruída pelo governo Lula. Em Porto Alegre, a ministra Luciana Santos acompanha a chegada de novos equipamentos para modernizar e ampliar a capacidade produtiva da fábrica. São R$ 220 milhões em investimentos numa área decisiva para carros, telecomunicações, energia, indústria, defesa e economia digital. A Ceitec é a única fabricante de microchips do país e sua retomada coloca uma questão estratégica: o Brasil será apenas comprador de tecnologia estrangeira ou terá capacidade de produzir tecnologia própria?
📕 LEIA A ÍNTEGRA:
https://t.co/OLn6oqdKrT
📲 ENTRE NO CANAL DA VT:
https://t.co/wg3RWnrupv
O Brasil descobriu como se financiar sem pedir licença aos Estados Unidos, e quase ninguém está falando sobre isso.
Em 25 de junho, o Ministério da Fazenda entregou ao Banco Popular da China a carta de intenções para emitir panda bonds: títulos da dívida soberana brasileira vendidos dentro da China e pagos em iuane, sem passar pelo dólar. A meta inaugural é de cerca de 5 bilhões de iuanes, aproximadamente 740 milhões de dólares, e o secretário do Tesouro, Daniel Leal, já fala em elevá-la para perto de 10 bilhões e repetir a captação todos os anos. Com isso, o Brasil se torna o primeiro grande país da América Latina a acessar diretamente o mercado de dívida chinês.
O gancho vendido ao mercado é o custo, e ele é real. Emissores estrangeiros pagaram em média 1,97% ao ano em panda bonds em 2026, a menor taxa já registrada, menos da metade do que o Tesouro brasileiro paga para rolar dívida em dólar. A Suzano já havia captado nesse mercado a taxas entre 2,5% e 2,9%, e um título soberano tende a sair ainda mais barato.
Reduzir a história ao custo, porém, é perder o essencial. Cada real captado em iuane fortalece o CIPS, o sistema chinês de pagamentos que funciona como alternativa ao SWIFT, e acrescenta liquidez a uma infraestrutura financeira que não passa por Nova York. É aí que mora o incômodo em Washington. A hegemonia do dólar é a base material do poder de sanção dos Estados Unidos, a capacidade de cortar um país do sistema com uma canetada, e cada emissão soberana feita fora dessa moeda corrói na margem a demanda global por ela e pelos títulos do Tesouro americano que sustentam esse poder.
Nada disso é uma ruptura, e é importante dizer com todas as letras. O próprio governo trata a estreia como teste dentro de uma estratégia de diversificação que também incluiu emissão em euros neste ano. Trocar a dependência do dólar por proximidade com Pequim traz riscos próprios, do câmbio à assimetria de poder entre quem toma dívida e quem empresta. O senso crítico precisa valer para os dois lados da moeda.
Ainda assim, o vetor é claro. O Brasil foi o maior destino global do investimento chinês em 2025, com 6,1 bilhões de dólares, e Dario Durigan, da Fazenda, resumiu a aposta ao dizer que os dois países podem coliderar a economia mundial trabalhando juntos. O que está em jogo é a autonomia, a chance de o Sul Global escolher em que moeda e em que termos se financia. O dólar segue no trono, mas cada rachadura como essa mostra que a arquitetura financeira do pós-guerra deixou de parecer natural e eterna.
Aprofundo esse tipo de análise na minha newsletter: https://t.co/vbDhcSHHH5