😅🇵🇹 RAPAZ… Gonçalo Ramos:
“A verdade é que quem me conhece já sabe que quando precisa de gol nos últimos minutos eu estou lá. Não é a primeira nem a segunda nem a terceira vez, e sempre que precisarem de gol nos últimos minutos podem chamar o Gonçalo Ramos!”
📸 Reprodução/CazéTV
po a princípio eu sou risada de um bagulho desse, mas depois eu paro pra refletir e é completamente absurdo um cara que claramente nem assiste os jogos, tendo espaço numa mídia grande, pra falar sobre futebol e a copa do mundo. Maluco tá ganhando dinheiro pra propagar mentira
Cristiano Ronaldo, um dos maiores da história do futebol, bateu o pênalti no meio.
Os maiores de todos também vão na segurança. E talvez seja justamente um dos motivos de fazer ele ser quem é.
Não precisa acertar o ângulo ou a bochecha da rede (como ele fez a carreira toda).
Precisa fazer. Ponto kkkk
Müller, ex-jogador da Seleção Brasileira, sobre Harry Kane:
"Um atacante, para ele ser considerado craque ou fenômeno que seja, ele tem que ter três coisas: ser forte, rápido e técnico. O Harry Kane é forte e não é rápido e um pouco técnico, porque ele finaliza bem.
Uma coisa que eu acho legal nele é que ele não sai da área. Ele não se mete a besta de ir no meio-campo para fazer a tabela, o tal do 1-2. Ele se posiciona bem, ele é jogador de área. Então ele reconhece as suas limitações técnicas. Então ele joga dentro daquele metro quadrado dele ali dentro da área e consegue superar os adversários com a sua finalização."
📽️@Estadao
Só passando aqui pra dizer que policiamento de torcida pra "seleção do bem" na Copa do Mundo é tão bobão quanto "meu time é do bem e seu time é do mal".
- Espanha e Áustria vão jogar hoje.
- Contra quem?
Essa piadinha, que já está rolando há alguns dias, faz referência à Casa de Habsburgo, uma das mais influentes famílias nobres da história do Ocidente.
No auge, ela chegou a ter o controle da Espanha e de todo seu império colonial, bem como do Sacro Império Romano-Germânico.
Originados no que hoje é a Suíça, os Habsburgos expandiram seus domínios ao longo dos séculos por meio de casamentos e uniões dinásticas.
No fim do século XV, Filipe, herdeiro dos Habsburgos, se casou com Joana de Castela, herdeira da Espanha. O filho deles, Carlos V, foi quem unificou os títulos de Sacro Imperador Romano e Rei da Espanha.
Em 1556, reconhecendo a dificuldade de governar todo esse imenso território, ele tomou uma série de ações que resultaram na divisão das posses entre os Habsburgos Espanhóis, comandados por seu filho, e os Habsburgos Austríacos, comandados por seu irmão.
Na Espanha, eles governaram até 1700, quando o rei Carlos II não deixou herdeiros, e a família real que assumiu foram os Bourbon. Estão no trono até hoje.
O lado austríaco continuou no poder por muitos séculos (por meio de um ramo secundário, os Habsburgo-Lorena), mesmo com o fim do Sacro Império Romano, e ajudou a moldar a história da Áustria e da Europa Central.
E não só deles: em 1817, Maria Leopoldina da Áustria, uma Habsburgo, se casou com Dom Pedro, herdeiro do trono de Portugal, que declarou a independência do Brasil e se tornou o 1º imperador do país.
Quando o Brasil se tornou independente, foi criada a bandeira imperial, com o retângulo verde simbolizando a Casa de Bragança, de Portugal, e um losango amarelo representando a cor dos Habsburgo, em homenagem ao casal.
A bandeira foi alterada após a proclamação da república, mas essas partes permaneceram.
A seleção brasileira, que iniciou sua trajetória no futebol jogando de branco, adotou o amarelo da bandeira após a trágica derrota pro Uruguai na Copa do Mundo de 1950.
E foi assim que, sem querer, a influência dos Habsburgos se espalhou tanto que ajudou a moldar a camisa de futebol mais famosa e vitoriosa da história.