A "reprovação" do presidente Trump nos EUA, com liderança sobre a extrema-direita global, chama a atenção pelo fato de obter capilaridade na América Latina. Ops!
Aprovação de Trump atinge 34%, o menor índice do 2º mandato, diz pesquisa https://t.co/ed1XkJdFAe
Assunto que merece registro, porém tema explorado ao longo da guerra, com denúncias em várias partes do mundo sobre atos de genocídio.
Comissão da ONU conclui que Exército de Israel 'visa deliberadamente' crianças em Gaza e comete genocídio https://t.co/GjQQ9ai2cy
Hoje tem Brasil em campo contra os escoceses, numa partida que precisa vencer para garantir 1. lugar no grupo e evitar deslocamentos, cansativos. Em entrevista Ancelotti não passou de frases rápidas, sem afirmações. Mantendo distanciamento da imprensa e declaração sobre decisões.
Com agenda sobre segurança, a extrema direita avança também na América Latina, com líderes dedicados a construção de presídios. O sistema autoritário ganha atenção e resistência para tempos de conflitos inevitáveis. Talvez seja parte do projeto ultraconservador para a região.
Milionário de extrema direita trumpista vence com mínimo de votos candidato de Petro na Colômbia e o país retorna a política ultraconservadora, mantendo como principal plataforma de governo a guerra sangrenta contra guerrilhas históricas e narcotráfico.
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A condenação do STF de Eduardo Bolsonaro pelo STF se mostraria natural e elementar. Impossível eleito pelos brasileiros representar os interesses americanos no Brasil. Não somente! Dedicação parlamentar a tornar o país colônia dos EUA, com recursos das famílias brasileiras.
Jogo da Argentina contra Argelia demonstra claramente que o futebol latino-americano não precisa se assemelhar ao soccer europeu. Futebol arte dificilmente será superado pela correria e bolas altas em velocidade. Reconhecimentos a Leonel Messi, à Argentina que preserva qualidade.
Países da Europa decidem pela restrição às crianças nas redes sociais. Regulamentação da internet se mostra necessária, para além da educação sobre mídias. Nem tudo é somente entretenimento.
Reino Unido veta acesso de menores de 16 anos a redes sociais.https://t.co/m1rm2xbuhl
Um assunto importante, que a sociedade parece reconhecer. Educação para as mídias, não deveria ser um trabalho voltado somente para algoritmos (IA), mas alfabetização social para as mídias.
Educação midiática deve abordar manipulação emocional nas redes https://t.co/CjigcZNbji
Peru, país latino-americano (diga-se), continua na incerteza qto às eleições presidenciais. Com 98,590% das atas contabilizadas, Keiko Fujimori obtém 50,052% (9.074.951) e Sánchez tem 49,948% (9.056.119). Pode haver alterações. Incerteza que deve continuar mesmo após a escolha.
O acordo de cessar fogo entre EUA e Irã é uma boa notícia, ainda que seja um assunto recorrente, em razão da temperatura ideológica e política no Oriente Médio. Resta apenas um detalhe, singular, como vai se comportar o aliado histórico dos americanos/europeus na região, Israel?
A pergunta do NYT merece atenção. Afinal, como um país que está em decadência econômica observa a riqueza se concentrar nas mãos de pouco, como é o caso de Musk que comemora a fortuna de trilhão de dólares. Trump pode ser uma das explicações!?
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Apesar dos números apresentados pela mídia regional, como previsão das eleições no Peru, o cenário aponta mais uma vez a derrota, a quarta, da direitista Keiko Fujimori, filha de ex-ditador Alberto Fujimori. Sánchez segue a política de Pedro Castillo preso, pelos fujimoristas.
Poder na media - No título da Folha "Aprovação de Trump atinge 35%, próximo da mínima histórica, diz pesquisa." O impacto está nos 70% de desaprovação, o qual aparece alguns parágrafos abaixo. Tendência para o manto da "América" midiático?
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A censura de pesquisa parece estratégia equivocada na loucura para uma boa imagem, diante de inúmeras fragilidades na campanha. Como resultado, a medida criou cenário de desconfiança para grupo político sem projeto social, com propostas questionáveis em meio a denúncias.
O PIX a todo momento retorna à arena política. A visão é de luta explícita para atacar governo, mas a discussão está em torno dos interesses de grupos financeiros que perdem recursos com dispositivo. Certo, a batalha dos radicais é pôr tudo no lugar ao alcance das gdes fortunas.
loucura trágica Bolsonaros nos EUA pedindo que Trump interceda na política brasileira, com aumento de tarifas contra o Brasil, incluindo o agro. Escândalos às sombras Flávio roga tratar o país como aquele que abre grupos terroristas. Ainda, neste ironia Caiado e Zema fazem coro.
Vitória no primeiro turno da extrema direita na Colômbia chama atenção. Espriella, admirador de Trump, com 43,7% à frente de Cepeda, que obteve 40,9%. O resultado surpreende. Agora é esperar 21 de junho para saber do confronto de 2. turno. https://t.co/TtRtqGSrV0
Numa análise de momento, a insignificância de Flávio para a política na representação de um país, vai se tornando possível nome outside à presidência. Quem sabe mesmo a alavancagem Zema/Caiado, na disputa com Lula ainda no 1. turno. Repercussões parecem sugerir isto. Ops! A ver.