Esses dias me peguei questionando em como que a gente consegue ficar feliz por alguém que nos magoou tanto?
Então, depois de um tempo, veio a única resposta:
A gente tem que ser muito bom para ficar feliz até mesmo por aqueles que nos fizeram mal um dia.
A gente cresce e tudo é tão difícil que a gente desiste, mesmo não sendo o certo. Mas a gente cansa de tentar e tentar e os nossos esforços não terem resultado.
E aí a vida perde o sentido. Perde o verdadeiro propósito. E paramos de sonhar. E muitas vezes de querer viver.
Estou pensando em como a gente desanima da vida quando cresce... quantos sonhos, desejos, planos que aquela nossa criança tinha... quantos propósitos, sabe? A gente vira adulto e deixa tudo isso para trás. Acordamos, estudamos e trabalhamos, mas para quê? Para quem?
Eu era uma criança sonhadora, pensava em fazer intercâmbio, queria fazer artes marciais, conhecer o mundo e trabalhar com a escrita.
Parei de escrever, de sonhar, de desejar conhecer o mundo e nunca tive a oportunidade de fazer artes marciais.
Eu sei que ainda falta muito para sairmos dessa fase difícil que estamos vivendo, mas aqui eu já falava e espero que vocês nunca se esqueçam: o amanhã vem. O depois de amanhã vem também. As coisas ruins passam! Fé!
Esse texto é para mostrar-te que o amanhã vem. Que o depois de amanhã vem também. E depois. E depois.
Esse texto é para lembrar-te que assim como as coisas boas passam, as coisas ruins também.
Consegui levantar da cama cedo hoje. Há dias não sinto ânimo para nada, dormindo tarde, acordando tarde e não fazendo nada o dia inteiro. Nesses dias difíceis tenho preferido ficar na minha, quietinha, deitada na cama.
Talvez isso que aconteceu hoje seja o que chamam de força.
tô vivendo essa fase só sentindo mesmo. porque sentir é importante, né? e não adianta forçar. as coisas mais belas vem na hora que a gente menos espera.
vou falar para vocês que desde o começo do ano não consigo escrever nada. estou vivendo uma fase de bloqueio de criatividade que não tem vivência que me faça colocar tudo o que eu sinto pra fora.