Estamos recebendo esse tipo de mensagem desde ontem, mas não. A gente não está aqui para "zoar" ninguém, muito menos a Seleção Brasileira. Ela merece todo o respeito pela história que construiu. O que queremos é convidar o torcedor brasileiro a fazer uma reflexão e um exercício de autocrítica.
O Brasil de hoje é realmente o mesmo de antigamente?
Nós crescemos vendo uma seleção que entrava em campo impondo respeito, que fazia qualquer adversário acreditar que vencer o Brasil seria uma missão quase impossível. Era uma equipe repleta de jogadores decisivos, que não se intimidavam diante de ninguém e carregavam naturalmente o peso da camisa mais vitoriosa da história do futebol.
Hoje, a realidade é diferente. O Brasil passou a ser eliminado por seleções que, há algumas décadas, dificilmente seriam apontadas como favoritas em um confronto direto. Viu o maior vexame de sua história acontecer dentro de casa. Acostumou-se a quedas precoces, a campanhas abaixo da expectativa e a um jejum de títulos mundiais que parecia inimaginável para quem cresceu vendo a Seleção levantar a taça com frequência.
Isso não apaga as cinco estrelas. Não apaga Pelé, Garrincha, Romário, Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho e tantos outros gigantes que fizeram a camisa amarela ser temida em todos os cantos do planeta.
Mas também não podemos fingir que nada mudou.
Fazer uma autocrítica não é diminuir a Seleção Brasileira, nem baixar a cabeça para qualquer adversário. É justamente o contrário. Quem reconhece os próprios erros demonstra maturidade e aumenta as chances de voltar ao topo. Fingir que nada mudou, tratando o presente como se fosse igual ao passado, não fortalece o Brasil. Apenas nos impede de enxergar o que precisa ser corrigido para que a camisa amarela volte a inspirar o respeito que sempre conquistou dentro de campo.
Porque, no fim das contas, ninguém quer ver o Brasil perder. Muito menos quem ama futebol. A crítica não nasce da rivalidade, mas da expectativa criada pela própria história da Seleção.
E é justamente por respeitarmos essa história que esperamos, sinceramente, que um dia o Brasil volte a ser o Brasil de antigamente: a equipe que entrava em campo para vencer qualquer adversário, que inspirava medo em seus rivais e orgulho em seu povo. Afinal, o futebol sempre foi maior quando a Seleção Brasileira esteve à altura da sua própria grandeza.
Se um dia falassem pro Marco adolescente que o Japão ia jogar melhor uma partida de Copa do que o Brasil, eu não ia acreditar nunca. Mas no momento, certamente que o Japão é mais time que o Brasil
@OGabrielSa Uma explicação muito ruim, qualquer pessoa que entende o mínimo de bola sabe que chuveirinho na área é pouco efetivo a não ser que o cruzamento seja bom. Cruzamento bom sai quando se ataca o espaço, com movimentação ou drible, o que faltou muito hoje
@SaoPauloFC Essa derrota em casa tá na conta do Rui Costa e do Rafinha, além do horrível Roger Machado. O time perdeu tudo que tinha de bom, e agora é um catado em campo que não ataca nem marca, só toca de lado e cruza bola na mão do goleiro dos caras.
@somosaopaulinos Roger Machado conseguiu destruir o que esse time tinha de bom, jogadores não movimentam e deixam o time adversário livre para construir nos espaços. Parabéns ao Rui Costa e ao Rafinha, jogaram uma temporada promissora no lixo por ego
@SaoPauloFC O que o time esfarelou com o Roger é brincadeira, o que tínhamos de bom não vem funcionando mais, cadê a movimentação? Cadê a marcação bem encaixada? Vão destruir um time que jogava bola por ego dos dirigentes...
@spfcinfoss O Rafinha e o Rui vão dizer que previram que o time ia passar uma má fase com o Roger? Vão botar a culpa neles mesmos de que o time joga mal, passa vergonha no clássico, não tem elenco pra competir em um campeonato mas vai querer disputar os três?