Me pergunto agora se isso tem algum nome, se já escreveram vontade similar por aí e publicaram. Queria compartilhar isso de alguma forma porque. Mesmo se falasse disso mil vezes, a realidade do que sinto ainda seria limitada pela linguagem, quem dirá um tweet?
As cervejas que bebi nas últimas duas horas me levaram a pensar que o fim último dessa minha constante construção de repertório talvez seja, no fundo, usá-la para elogiar ou tributar meus amores. Sinto que preciso misturar a paixão por alguém à paixão por todas as outras coisas.
O alívio de saber que no amanhã não há nada obrigatório a fazer. Quem sabe a brisa fria da noite batendo no rosto depois de um dia quente? Eu amo cada um desses momentos e, justamente por amá-los, eles acabam me lembrando daquela curiosa personificação ambulante do meu amor.