1988–2026: QUASE 40 ANOS DEFENDENDO AS MESMAS PAUTAS
A política brasileira tem memória curta.
Talvez por isso seja tão fácil criar narrativas sobre quem "mudou", quem "se vendeu" ou quem "descobriu uma pauta porque ela dá votos". Mas existe um teste simples para separar marketing de convicção: voltar ao início da caminhada.
Não ao discurso de ontem.
Não à entrevista da semana passada.
Ao primeiro mandato.
Foi ali que tudo começou.
Jair Bolsonaro @jairbolsonaro entrou na vida pública em 1988. Muito antes da internet, muito antes das multidões nas ruas, muito antes de existir uma direita organizada no Brasil.
Naquele momento, defendia militares, policiais, soberania nacional, combate ao crime, direito à legítima defesa e valores ligados à família. Décadas depois, essas continuam sendo as colunas centrais de seu discurso.
Mudaram os governos.
Mudaram os presidentes.
Mudaram os partidos.
Mudou o Brasil.
As bandeiras permaneceram.
Em 2003, Flávio Bolsonaro @FlavioBolsonaro inicia sua trajetória na Assembleia Legislativa do Rio.
Sua principal preocupação era segurança pública.
Combate ao crime organizado.
Endurecimento das leis penais.
Valorização das forças policiais.
Proteção das vítimas da violência.
Combate ao narcotráfico.
Hoje, como senador da República, basta acompanhar sua atuação para perceber que os temas continuam os mesmos. O cenário nacional substituiu o estadual, mas a essência permaneceu intacta.
Carlos Bolsonaro @CarlosBolsonaro escolheu outro caminho.
Enquanto muitos enxergavam a política apenas como votação de projetos, ele transformou fiscalização e comunicação em instrumentos políticos.
Desde o primeiro mandato como vereador defendia transparência, fiscalização do Executivo, combate ao desperdício de dinheiro público e enfrentamento do aparelhamento ideológico das instituições.
Com o surgimento das redes sociais, ampliou exatamente essa missão.
Não mudou de bandeira.
Mudou de ferramenta.
Eduardo Bolsonaro @BolsonaroSP chega ao Congresso em 2015 trazendo consigo a experiência de agente da Polícia Federal.
Suas prioridades eram claras.
Combate ao crime organizado.
Direito à legítima defesa.
Valorização das forças policiais.
Combate ao terrorismo.
Defesa da liberdade individual.
Soberania nacional.
Mais tarde, sua atuação internacional passou a denunciar censura, perseguições políticas, restrições às liberdades civis e riscos à soberania brasileira.
O tema evoluiu.
O princípio permaneceu.
Agora surge Jair Renan Bolsonaro. @bolsonaro__jr
Mesmo pertencendo a outra geração, inicia sua vida pública falando de segurança, liberdade econômica, empreendedorismo, redução da burocracia, fiscalização dos gastos públicos e defesa de valores conservadores.
Não começou propondo uma ruptura dentro da própria família.
Começou dando continuidade a uma linha política construída ao longo de quase quatro décadas.
Observe o desenho completo.
Jair dedicou sua vida política aos militares, à segurança e à soberania.
Flávio aprofundou o debate sobre segurança pública, combate ao crime organizado e proteção do cidadão.
Carlos concentrou esforços na fiscalização do poder, na transparência e na comunicação política.
Eduardo levou essas mesmas ideias para o debate nacional e internacional, conectando liberdade, segurança e soberania.
Jair Renan representa a continuidade dessa mesma visão para uma nova geração.
É curioso perceber que, enquanto muitos políticos brasileiros mudam completamente de discurso conforme mudam os ventos eleitorais, essa família atravessou governos, crises econômicas, escândalos nacionais, manifestações populares, impeachment, pandemia, eleições e mudanças profundas na sociedade brasileira sem abandonar os pilares que apresentaram no início de suas carreiras.
Pode-se concordar.
Pode-se discordar.
Isso faz parte da democracia.
Mas é intelectualmente desonesto afirmar que essas bandeiras nasceram por conveniência eleitoral ou que foram adotadas apenas quando se tornaram populares.
Os registros públicos contam outra história.
Cada mandato acrescentou novos desafios.
Cada geração encontrou novas formas de atuação.
Mas o eixo permaneceu exatamente o mesmo.
• Segurança.
• Liberdade.
• Família.
• Soberania.
• Combate ao crime.
• Defesa das forças de segurança.
• Fiscalização do Estado.
É justamente essa continuidade, construída ao longo de quase quarenta anos, que explica por que milhões de brasileiros não enxergam apenas uma família de políticos.
Enxergam uma linha de pensamento que resistiu ao tempo, às mudanças de governo, às pressões do sistema político e às transformações da própria sociedade.
Na política, coerência não significa estar certo.
Mas significa permanecer fiel aos princípios que fizeram alguém entrar na vida pública.
E poucas trajetórias contemporâneas apresentam uma linha de continuidade tão evidente quanto a da família Bolsonaro.
“Manipulou audiência de rotina”
E você aí manipulando com um double “apenas” kkkkkkkkkkkkkkkk
USTR tem regra padrão de 5 minutos em todas as audiências Section 301.
Logo, tanto o Flávio quanto os outros inscritos tiveram 5 min para falar.
Processo contra a Alemanha (mesma regra).
A função dos “candidatos didireita” além do Flávio é arrancar voto dele pra negociar cargos no futuro Governo / ajudar o Lula sendo linha auxiliar mesmo, em alguns casos.
Desde o primeiro dia, escolhi o caminho mais difícil: o de defender minhas convicções sem recuar diante da pressão, das perseguições ou dos ataques.
Este manifesto não é apenas sobre a minha trajetória. É sobre tudo aquilo que está em jogo para Santa Catarina e para o Brasil: a liberdade, a família, a fé, a propriedade, o direito dos pais de educarem seus filhos e a coragem de dizer o que muitos têm medo de dizer.
Enquanto houver quem tente calar a nossa voz, eu continuarei de pé, defendendo Santa Catarina e os valores que fazem do nosso estado um exemplo para o Brasil.
Porque o combate continua. 🇧🇷
Brasil? Não, @Metropoles ,quem sofreu derrota foi o Moraes.
Será que D. Pedro III vai condenar o juiz da causa a 4 anos e 2 meses + 8 anos de inelegibilidade também?
JOICE & FROTA x
ZÉ TROVÃO & ANA CAMPAGNOLO
E depois questionam o porquê de @jairbolsonaro lançar seus filhos, como o Jair Renan Bolsonaro @bolsonaro__jr, na política.
Isto me fez lembrar muito esta comparação que o @kimpaim fez entre a direita do Brasil e a da França.
Larga de ser mentiroso, tampa de binga.
Tu recebeu um vídeo meu mostrando que você era uma tchuchuquinha do Geraldo Alckmin, te chamaram pra debater comigo e desde então você está correndo igual uma galinha. Me bloqueou até no Instagram pra evitar o assunto.
Seu ego é tão fudido, que pra tudo você recorre a uma proposta de aposta esquizofrênica. Vamos fazer melhor, dou-lhe 40k USD para você dizer que Alexandre de Moraes merece f***********o igual você disse que Bolsonaro merecia.
Sobre o Missão Bitcoin: pra quem gosta de merda, é um prato cheio.
A prova de que Lula sentiu - e sentiu muito - com a vinda de @FlavioBolsonaro aos EUA para defender o Brasil das tarifas.
🎥 Minha participação semanal na @rcomunicabrasil 👇
https://t.co/dVSMrztyvK
Flavio Bolsonaro voltou aos Estados Unidos para defender o Brasil. De novo. Dessa vez na audiencia sobre a possibilidade de novas tarifas contra o produtor brasileiro. Mais uma vez, o senador fez o que governo deveria ter feito, mas não quis. Mais uma vez a imprensa brasileira ataca quem defende o Brasil, pra defender quem joga contra.
O problema do Rogério Marinho é que ele veio do PSDB e tem na mentalidade que só se ganha uma eleição se o candidato for um pau mole igual o Aécio Neves. Em suma, ele tá castrando o Flávio Bolsonaro pra ele virar um Aécio Neves com sobrenome Bolsonaro.
Espero que alguém que tenha pelo menos 500 dc/ml de testosterona entre na campanha do Flávio, porque até agora eu não vi nada de efetivo. Pronto, falei!