Infelizmente essa é a realidade, eu fiquei em choque que em sp metrô corta a cidade todinha de vdd. Mas fazer o que? Eu voto nos fdps que ao menos querem tentar melhorar, mas o carioca qr mamar eternamente no saco dos futuros presos
penso muito na minha qualidade de vida quando acho um absurdo 40 minutos de ônibus até o meu trabalho e aí converso com qualquer carioca que acha 1h de transporte público a coisa mais normal do mundo
Não é absurda, mas o brasileiro não tem condições de debater isso com seriedade. A maioria se sente pessoalmente ofendida por gerar uma criança que vai viver na miséria.
Como pode ne? Eu amava e lembro que umas velhas beatas da igreja do meu avô falaram que era do diabo 😡😠 e ele me proibiu de ver, dps de uma semana minha vó bateu boca com ele e fui liberada a ver o kayke Brito em paz
o beijo do vampiro é uma fracasso mas pra uma geração de crianças como eu daquela época é algo memorável e glória menezes como zoroastra trás uma nostalgia gostosa demais
Sim, senão tu na teu sábado querendo dormir até tarde e cornos dos seus vizinhos usando lavadora alta pressão pra lavar o quintal. E o detalhe que um é aposentado e o outro trabalho em casa, pq usar o fds pra isso sabe?
me fizeram fazer testes desnecessários, resetar o aparelho e agr me mandaram pra assistência 😡😡 porra absolutamente qlqr imbecil sabe que resetar e os testes não mudariam nada, mas ok, vcs tentaram me vencer pela raiva, mas amr tô disposta dms a não pagar por um problema de vcs
vcs me desculpem mas quem larga emprego por homem nao merece ganhar 15 mil mesmo não
não existe nada que justifique largar um emprego ao qual vc ganha 15 mil no brasil
🚨 VOCÊ SABIA? Eliza Samudio deu entrevista ao programa de Sônia Abrão (“A Tarde é Sua”) falando sobre a questão com o Goleiro Bruno um pouco antes de ser assassinada. Segundo Sônia, Eliza veio escondida ao programa porque já tinha o “Bola” em seu encalço e já estava fugindo de Bruno.
Eliza Samudio procurou a mídia depois da juíza do 3º Juizado de Violência Doméstica do Rio NEGAR seu pedido de proteção, previsto na Lei Maria da Penha. A juíza negou o pedido por considerar que a jovem não mantinha relações afetivas com Bruno e que ela não poderia se beneficiar das medidas protetivas.
O caso evidenciou falhas no sistema de proteção às mulheres. Eliza havia pedido ajuda diversas vezes, mas foi ignorada, e acabou vítima de um ciclo de violência que poderia ter sido interrompido.