O mundo está tão caótico e barulhento que nosso maior refúgio virou o lar. Antes, relaxar era sair. Hoje, é ficar em casa, com quem amamos, comendo algo simples e bom. Paz, às vezes, é silêncio, um sofá, e o coração em calma.
É libertador entender que nem todo afastamento é ingratidão. Nem todo ‘não’ é egoísmo. E nem toda mudança de rota é traição. É melhor ser mal interpretado por se escolher, do que ser amado por uma versão que nem é real, só para não correr o risco de desagradar!