Independente de quem ganhar a eleição para presidente, não vejo futuro que efetivamente busque o bem. Se o presidente não se submeter ao poder paralelo, aparentemente ligado ao crime, será tratado como vêm tratando todos opositores. Acho que passamos do limite da decência.
Ao tentar defender seus "coleguinhas", não agiria de maneira diferente. A iniciativa de comprar mísseis dos Estados Unidos surge, para seus críticos, como mais uma tentativa de negociar apoio e garantir sua manutenção política.
Nosso presidente governa de forma empírica — se é que conhece o significado da palavra. Suas ações parecem sempre orientadas pelo "preço de cada homem": oferece picanha aos mais pobres e muito dinheiro aos mais ricos para sustentar sua permanência no poder.
Isso sim é um presidente democrático, cercado de bandidos e tudo bem.
Acho que Júlio Cesar está virando no caixão porque para ele, ”A mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta".
O ditado popular se encaixa totalmente.
"digas com quem anda e te direi quem és".
Ontem nos deparamos com uma realidade que, parece excepcional: O goleiro da seleção americana é formado em Harvard
Em muitos países, excelência acadêmica e desempenho esportivo caminham juntos. Aqui, prevalece uma falsa escolha: estudar ou ser esportista; estudar ou ser artista
Quem é Alexandre de Moraes?
O PCC. Os contratos. As investigações arquivadas. Uma linha do tempo que os grandes veículos não juntaram num só lugar.
1 - Alexandre de Moraes passou mais de uma década dentro do sistema prisional paulista — primeiro como gestor público, depois como advogado de empresas investigadas. O PCC cresceu em paralelo, nos mesmos espaços, nos mesmos contratos.
Em 2002, Moraes deixou o Ministério Público para assumir a Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do governo Alckmin em São Paulo. Em agosto de 2004, acumulou a presidência da FEBEM — o sistema de internação de menores infratores, considerado o coração da estrutura onde o PCC recrutava.
O PCC havia sido fundado em 1993 dentro do sistema prisional paulista e, ao longo das décadas de 1990 e 2000, se espraiou pelas cadeias, penitenciárias e unidades de internação de menores. A FEBEM fazia parte dessa estrutura, e Moraes a presidia.
Em fevereiro de 2005, sob pressão por denúncias de tortura e uma onda de rebeliões, Moraes demitiu de uma só vez 1.751 monitores da FEBEM — a maior demissão em massa da história da instituição. Alckmin chamou de “plano radical para afastar a banda podre”. A Justiça considerou a demissão arbitrária e ilegal. Todos os funcionários foram reintegrados e o rombo chegou a R$ 38 milhões em ações trabalhistas. O caso foi até o STF, que deu ganho de causa aos trabalhadores. Moraes deixou a FEBEM em maio de 2005.
Em maio de 2006, o PCC executou o maior ataque coordenado da história de São Paulo: 293 ações em 6 dias, 152 mortos entre policiais, agentes penitenciários e civis. A facção que havia crescido dentro do sistema onde Moraes atuou paralisou o estado inteiro.
Quem governava São Paulo naquele momento era Cláudio Lembo, vice de Alckmin. Sem controle da situação, o governo negociou diretamente com Marcos Camacho, o Marcola, líder máximo do PCC preso no Presídio de Presidente Bernardes. A negociação foi conduzida pela advogada Iracema Vasciaveo e há registro do processo (1352/06). O governo nunca admitiu formalmente o acordo.
Moraes não estava no governo em 2006 (havia saído em 2005). Em 2007, entrou na gestão Kassab como secretário de Transportes, acumulando a presidência da SPTrans e da CET, com orçamento de R$ 5 bilhões sob seu comando.
Kassab era o prefeito sob cuja gestão o Consórcio Leste 4 — formado por empresas investigadas por lavar dinheiro do PCC — foi contratado pela SPTrans em 2007. Moraes presidia a SPTrans no período em que os contratos foram assinados.
Em 2010, Moraes saiu do governo e abriu escritório de advocacia. Foi nesse período que dois casos o colocaram ao lado de investigações sobre crime organizado e corrupção.
O primeiro: o GAECO investigava empresas de ônibus e cooperativas suspeitas de lavar dinheiro do PCC, entre elas a Transcooper, da qual Alexandre de Moraes era advogado. Em março de 2014, a Polícia Civil flagrou o deputado Luiz Moura (PT) reunido na sede da Transcooper com pelo menos 13 suspeitos de integrar o PCC. O Consórcio Leste 4, contratado pela SPTrans entre 2007 e 2010 (período em que Moraes presidia o órgão), era formado por empresas cujos sócios eram investigados por lavagem de dinheiro da facção.
O segundo caso veio em 2016. A Operação Acrônimo da PF apreendeu documentos com o nome de Moraes numa planilha na mesa de um executivo da construtora JHSF. Na mesma planilha havia valores e as siglas PT e PSDB. O proprietário da JHSF confirmou em depoimento que se tratava do ministro da Justiça, com pelo menos R$ 4 milhões pagos ao escritório de Moraes entre 2010 e 2014.
Continua...
Gratidão pelo maravilhoso trabalho @horalivre22 🙏🏻
Deus abençoe 🙏🏻
@realDonaldTrump@SecRubio@JasonMiller@emd_worldwide@BolsonaroSP@FlavioBolsonaro@allanconta5@delegadoramagem@Maxcardoso
Estão inventando cada coisa para defender as facções terroristas do Brasil, pra isso fingem soberania nacional e até prejuízos na economia.
Única economia que sai prejudicada é a do Narcoestado que toma conta do país.
Brasil será liberto 🇧🇷
Climão na GloboNews. Na primeira entrevista como senador, tentaram encurralar Sergio Moro. Deu errado. Ao cobrar um único exemplo de inocente condenado pela Lava Jato, Moro desmontou a narrativa de Otávio Guedes e Andréia Sadi ao vivo.