🚨AGORA: Juliette expõe Bispo JB Carvalho por fala intolerante religiosa ao chamar Aparecida de “braço direito de Satanás” e questiona a proximidade dele com Flávio Bolsonaro!
ELES VÃO TENTAR DERRUBAR O VÍDEO, COMPARTILHEM AO MÁXIMO!
Kássio e Mendonça vetam até notícias na campanha de Lula. Vale dizer: censura à imprensa por tabela, o q viola a Constituição. E um monte omissos caladinhos. Os mesmos que berravam em defesa da liberdade de expressão em favor de canalhas que pregavam e pregam golpe de estado.
https://t.co/BWVmIbuDBA
URGENTE! O Presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou que o WhatsApp suspenda em até 3 horas o canal “Exército do Lula”, de André Janones, que movimenta a militância pró-Lula com mais de 3 milhões de usuários.
Isso se chama CENSURA! #JANONESELULACENSURADOS
Não botem pra rodar de novo esse vídeo do Sergio Moro descendo o cacete na família do Bolsonaro.
Não rodem, por favor não rodem esse desabafo sincero.
Confio em vocês 😉
Eis a questão: como Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, cortará, se eleito, algo entre R$ 250 bilhões e R$ 300 bilhões em despesas? Trata-se de uma soma fabulosa. Não me venham dizer que esse Hamlet do bolsonarismo — o fantasma do pai, aliás, assombra o país inteiro, não apenas a ele — está entre “o ser e o não ser” diante do crânio de Yorick. Esse príncipe da Zona Oeste do Rio já fez a sua escolha. O que ele precisa, agora, é escondê-la. Leia na minha coluna no @Metropoles .
https://t.co/JohWttHMqo
O risco de Flávio Bolsonaro é o Risco Hungria
A Hungria foi um dos países pioneiros na ascensão da extrema-direita, e Viktor Orbán se tornou um dos principais defensores do conceito de "democracia iliberal".
Orbán chegou ao poder pelas urnas, de maneira democrática. Mas, depois de assumir o governo, iniciou um processo de enfraquecimento da própria democracia. Não acabou com as eleições nem fechou o Parlamento. Em vez disso, passou a modificar as instituições e as regras do sistema político para favorecer seu partido, o Fidesz.
Promoveu reformas no Judiciário que ampliaram sua influência sobre a Corte Constitucional, alterou a legislação eleitoral, reduziu o número de parlamentares de 386 para 199, extinguiu o segundo turno nos distritos eleitorais e redesenhou seus limites para beneficiar o próprio partido.
Aliados do governo passaram a controlar uma parcela enorme da mídia, enfraquecendo a imprensa independente e ampliando a influência governista sobre a informação.
Na prática, Orbán utilizou o poder conquistado democraticamente para modificar as próprias regras da democracia.
As eleições continuaram acontecendo, mas a competição política deixou de ocorrer em condições equilibradas. Mesmo quando o Fidesz perdia apoio popular, o sistema eleitoral continuava favorecendo sua representação parlamentar.
Orbán permaneceu 16 anos consecutivos no poder, entre 2010 e 2026. Só foi derrotado em abril deste ano, quando o TISZA, liderado por Péter Magyar, conseguiu reunir uma ampla coalizão de eleitores, incluindo antigos opositores, eleitores descontentes e até antigos apoiadores do próprio Fidesz.
O perigo demonstrado pela experiência húngara é que uma democracia não precisa necessariamente terminar com um golpe de Estado. Ela também pode ser enfraquecida gradualmente, por meio de reformas aprovadas por maiorias parlamentares legitimamente eleitas.
A principal lição da Hungria é que vencer uma eleição democraticamente não garante que um governante preserve as condições democráticas das eleições seguintes.
O risco não é simplesmente a vitória de um determinado candidato, mas a possibilidade de que uma maioria eleitoral seja utilizada para alterar as instituições de maneira a dificultar a alternância de poder.
É esse o sentido do chamado "Risco Hungria": não necessariamente acabar com a democracia de uma vez, mas enfraquecê-la por dentro, modificando suas regras até que a oposição passe a disputar eleições em condições estruturalmente desiguais.
Acho que só na ditadura militar eu vi tamanha censura
O ministro Kassio decidiu suspender o canal do janones que tem 3 milhões de pessoas.
É assustador o que está acontecendo no país
Está muito claro que o trabalho do TSE é para uma das chapas
Isso vai nos custar a democracia
https://t.co/Yca1qQ42ij
Neste sábado, um incêndio destruiu 25 ambulâncias do SAMU (Saúde), em Salvador. Na quinta, outro incêndio destruiu o Teatro do SESI (Cultura), em Vitória. Na quarta, mais fogo na UFPE (Educação), no Recife. Mais uma vez: aviso, acaso ou coincidência? E amanhã?
Vivi Wanderley sobre perder mais de 100 mil seguidores no Instagram após declarar apoio ao presidente Lula:
“Não tenho medo de perder seguidores, tenho medo de perder meus direitos.”
Se Flávio Bolsonaro vencer, terá maioria para derrubar a Constituição e acabar com a democracia. Não é mais uma eleição para presidente. É plebiscito para ditador.
É Lula ou ditadura.
A situação de Flávio Bolsonaro complicou de vez!
Depois da revelação de e-mails encontrados pela Polícia Federal que associam uma conta em nome de Flávio Bolsonaro ao mesmo perfil de acesso bancário ligado a Willer Tomaz, advogado investigado no escândalo dos descontos ilegais do INSS, o deputado Lindbergh Farias acionou a PF.
E não foi pouca coisa!
Lindbergh pediu a inclusão de Flávio na investigação, a quebra dos sigilos bancário e fiscal do senador e de seu escritório de advocacia, além de cooperação internacional para rastrear possíveis movimentações financeiras.
Willer Tomaz também tem ligações conhecidas com Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Fonte: UOL e Metrópoles.