@MessiasNewton@RomeuZema Eu estou pedindo as fontes é pra você, @MessiasNewton hahahahaha. Você curtiu e repostou meu comentário, estou perguntando qual parte da fala do Zema é fakenews e onde estão as suas fontes.
@Anderson242511@reportersalles Minas teve o maior superavit histórico em 2025. A situação Fiscal mencionada é pq considera o planejamento de pagamento do ano.
@roxmo E o quê que tem? O problema não é como o recurso é gasto, é como ele é adquirido. Se fosse dinheiro merecido, tanto faria gastar com casa ou com pinga.
O problema é dinheiro público financiando artista que ninguém quer pagar pra ver. Se quisessem pagar, não precisaria da lei.
Mentira. Houve pagamento do serviço da dívida em todos os anos do governo Zema. Entre 2019 e 2021, muito pouco. A liminar (obtida no governo Pimentel) não obriga a não pagar: só desobriga a pagar.
De fato, desde 2022, o estado destinou bilhões por ano para o serviço da dívida. Ainda não há caixa suficiente para estabilizar em valor nominal, mas é simplesmente MENTIRA que “não pagou um centavo”.
Mas isso aqui nem é relevante: o que o estado não paga vira justamente aumento da dívida. Não pagar é exatamente o que faria aumentar a dívida e, como mostrei, o ritmo de crescimento dela não teve nada de anormal.
Zema foi um administrador austero, e eu posso discutir isso com qualquer pessoa. Aceito o desafio.
O ERRO DO GENERAL.
*Por Amarilio Tadeu Freesz de Almeida.
Essa história do General interpelando o Deputadonão é apenas constrangedora. É reveladora. E, mais do que isso, é preocupante.
Não se trata de um deslize protocolar, de um excesso momentâneo ou de um mal-entendido. O que se viu foi algo muito mais grave, um erro de natureza institucional, daqueles que não deveriam sequer ocorrer em níveis de comando.
Parlamentares falam. Essa é a essência do cargo. Falam muito, falam mal, exageram, criticam, provocam. E fazem isso amparados pela Constituição. Não é tolerância, é garantia. O Parlamento existe exatamente para isso. É a Casa das falas. Quem é eleito, é eleito para parlar, goste-se ou não do conteúdo.
Militares não foram feitos para esse tipo de embate. Sua função é outra, clara, delimitada e constitucionalmente definida. Defender a nação, não disputar narrativa com político.
O general, ao agir como agiu, não errou apenas na forma. Errou no fundamento. Demonstrou não compreender a própria posição que ocupa.
Confundiu indignação pessoal com atribuição institucional. E isso, vindo de quem ocupa posto de comando, não é detalhe, é falha grave.
Se quisesse se manifestar, que o fizesse como cidadão. Mas não. Preferiu agir na condição de autoridade militar, interpelando parlamentar por opinião emitida dentro do espaço constitucionalmente protegido. Isso é, no mínimo, um sinal de despreparo. No máximo, um perigoso desconhecimento dos limites impostos pela ordem democrática.
E o problema não para nele.
Ao agir assim, arrastou consigo a imagem das Forças Armadas, como se estas estivessem reagindo a críticas políticas. Isso é inaceitável. Instituições não podem ser instrumentalizadas por impulsos individuais, ainda que travestidos de “reação legítima”.
Não há aqui espaço para relativização.
Foi um erro. Grave. Primário. Incompatível com a responsabilidade do cargo.
E o mais inquietante não é o episódio em si, mas o que ele revela, uma preocupante confusão de papéis em um momento em que justamente se exige o contrário, lucidez institucional e absoluto respeito às fronteiras constitucionais.
Lamentável é pouco.
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O autor é Procurador de Justiça aposentado do Ministério Público, advogado e professor de direito.
@NewtonParaBR@RomeuZema O executivo não tem poder sobre quem ganha a licitação. Diferente do programa do Lula, que escolhia as empresas para pegar juros baixos as custas do trabalhador brasileiro
@Rodrigo05590745@RomeuZema O aumento da dívida é culpa do Agostinho Petrus, ex presidente da ALMG, não do Zema. O plano do Regime de Recuperação Fiscal ficou 5 anos na ALMG (2019-2024), período no qual o pagamento da dívida ficou congelado, mas o juros não congela né.
@BrasilSOS17@kimpaim@Rconstantino Ele explicitou o conteúdo do post curtido, que é mais relevante que a página. Precisamos mesmo elogiar e reconhecer algum acerto de Partido de esquerda, se não tivermos essa capacidade seremos fanáticos cegos.
Em qualquer país do primeiro mundo, onde o nível de instrução é bom, não haveria dúvida acerca da eleição de Zema. O eleitor busca o melhor candidato para o país.
@ottoni3101@Rconstantino@kimpaim O aumento da dívida está na conta do Agostinho Petrus, ex presidente da ALMG, não do Zema. O plano do Regime de Recuperação Fiscal ficou 5 anos na ALMG (2019-2024), período no qual o pagamento da dívida ficou congelado, com juros comendo solto.
@kimpaim@Rconstantino O aumento da dívida não está na conta do Zema, esta na do Agostinho Petrus, ex presidente da ALMG. O plano do Regime de Recuperação Fiscal ficou 5 anos na ALMG (2019-2024), período no qual o pagamento da dívida ficou congelado, com juros comendo solto.
@proenca_tarcia@RomeuZema@Kraftpaulo0 Povo de Minas estava refém do STF, pois sem o RRF, aprovado depois de 5 anos de negociação, os serviços básicos de Minas teriam sido cortados.
Por que a PF não bateu na casa dele? Estratégia provavelmente, teria só fortalecido o Zema como fez com o Marçal.
@prluizclaudios1@RomeuZema Exemplo de corte de gastos, demitiu 6.000 funcionários no dia 1 e continuou operando todos os serviços, abriu mão de 30 mordomos que atendiam o governador e mora em um apê funcional com uma diarista.
Pagou as dívidas aos municípios, colocou salários em dia, superavit primário...
@zefravaodourado@RomeuZema https://t.co/EQ0kevCSDf
É fakenews essa história de carne de burro. Argentina teve superavit fiscal pela primeira vez em 2024, e novamente em 2025. A economia dos hermanos está voando!