Há tempos, a @aspta me convida para fotografar a Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia. E durante todos esses anos, percebo a for��a deste movimento que vem tecendo fios de mudança na vida de tantos. Fui guardando retalhos destes tempos e costurei esta fotografia repleta de signos e significados, onde a essência da marca se mostra numa só imagem.
Na fotografia, quem observa, o faz das sombras e vê lá fora a marcha em festa, colorida, deslizando pela rua. Mas só enxerga porque uma mulher abre a porta, como quem convida a abandonar o escuro e partir para a claridade.
E assim, venho colecionando instantes que contam histórias das pequenas coisas que se tornam grandes.
Lute como Dona Nazaré, com paixão e resiliência. Ela foi uma das primeiras a chegar na Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia. Ex-agricultora aqui em Areial, na Paraíba, ela me disse que dança quando est�� feliz e que seguiria a marcha até o final. Num percurso de pouco mais de 2 km pelas ruas desta pequena cidade localizada na Borborema, encontrei novamente Dona Nazaré, ela era a última e, como prometido, seguiu firme e forte até o final. Dona Nazaré é um exemplo de luta pela vida das mulheres.
Governo precisa ver a #agroecologia como saída para a crise climática urgentemente, dizem André Burigo, Fernanda Savicki e Paulo Petersen, hoje, no @TheInterceptBr@aspta@AbaAgroecologia@fiocruz @ensp
@EPSJVFiocruz
Entenda porquê 👇🏾👀
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Bom dia! Logo mais, às 10h, tem Bate Papo na Saúde sobre Políticas Públicas de Agroecologia com a assessora da @SGPresidencia, Michela Calaça, e com o coordenador do Programa de Agricultura Urbana da @aspta, Márcio Mendonça. Não perca! https://t.co/blh4DNziwk
4/4 Todos esses relatos ocorreram no encontro “Energia renovável sim, mas não assim!” realizado p/ @aspta e @ActionAidBrasil no 12° Congresso Brasileiro de Agroecologia
Saiba + sobre o debate de falsas soluções p/a transição energética c/@colaboraprojeto https://t.co/IM0ImGJO8q
3/ A energia que o Brasil produz hoje é suficiente. Pra quê isso (a expansão das indústrias de energia renovável nos territórios das comunidades tradicionais, povos indígenas e famílias camponesas) às custas de nosso sofrimento, de nossa vida? - Roselma de Melo, Agreste/PE
2/ Vamos saber disso tudo e deixar como está? Essa energia vai seguir para onde e como? Isso tudo faz parte de um plano genocida e ecocida de tomar os territórios dos povos que sabem preservar e gerar o bem viver - Luíza Cavalcante, Zona da Mata/PE
1/ Meus ouvidos sangram das violências que ouço dos homens que trabalham nos parques eólicos do meu território. Falam que só é preciso pagar um espetinho pra sair com as crianças de lá - Alanna Loiola, Litoral/CE
Minha comunidade barrou um mineroduto para o transporte de ferro. A comunidade próxima aceitou, está devastada. Há 2 anos, descobrimos que moramos em cima de um mar de minérios, um deles é o lítio, e entendemos pq as empresas estão lá dia e noite - Renata Gomes, Zona da Mata/MG🧵
Hoje, reunimos aproximadamente 100 agricultores e agricultoras do Polo da Borborema, Paraíba, para uma sessão de fotos para o calendário de 2024, peça essencial na campanha de fortalecimento dos sindicatos. Minha parceria com a @aspta já se estende por mais de uma década, e é sempre uma grande satisfação fazer parte dessa história e testemunhar as lutas e conquistas desse povo admirável e resiliente.
O vídeo mostra um pouco dos bastidores, e em breve postarei aqui as fotos, o calendário e os materiais da campanha.
3/ Entenda os desafios atuais para a #agroecologia , suas organizações e metas do congresso, que ocorrerá em novembro, no Rio
@aspta@AbaAgroecologia 👇👀
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Tomei a liberdade de colocar uma parte da versão da música Gente, de @caetanoveloso, que está novo álbum #XandeCantaCaetano para colocar num vídeo que fiz com as fotografias dos agricultores do Polo da Borborema, na @aspta da Paraíba.
Ouça agora https://t.co/ix5gLwBlW9
Estou em Montadas, no semiárido paraibano. Vim acompanhar a luta das mulheres agricultoras contra o modelo concentrado de produção de energia, pela vida das mulheres e em defesa da agroecologia.
"A solução que está sendo construída é baseada numa relação de mercado. Sem entender o desequilíbrio socioambiental que afeta as populações de onde estão sendo instalados os parques eólicos e as usinas solares”, afirma Adriana Galvão, da @aspta. Leia na íntegra no nosso site.
Todo ano crio com a @aspta o calendário e a agenda do Sindicato dos Agricultores do Polo da Borborema. Em 2023 o tema é “em defesa do território”. A ideia é mostrar os agricultores com o q produzem. De um andaime fiz várias fotos para montar depois.
Remígio/PB
#Retrospectiva2022
#StrongSustainableDev
Testimony from Paulo Peterson (@aspta) on #Brasil's semi-arid region's #food systems:
"#Agricultural sustainability is a socio-ecological issue. Farming must be considered as a process of co-production with the living nature."