@cronicaalvinegr@JairoFeldman Juros e correção inflacionária são coisas bem diferentes. Ainda mais no Brasil, com as taxas mais altas do mundo, infelizmente
@ovolumemorto Olha só! Será que foi daí que o Paulo Cesar Pinheiro tirou "Que a cigarra quando canta morre / E a madeira quando morre canta"? Maravilhas!
França fala ainda de choro, Frank Sinatra, @Lucas_Santtana, MarginalS e improvisação, além de compartilhar referências contemporâneas de free jazz que têm feito sua cabeça. Papo completo do @eumatheuslp com o saxofonista no site: https://t.co/s4D9YnbMBe
Na segunda parte da entrevista, @thiagosax comenta os ingredientes que moldaram a sonoridade de seu saxofone, em especial quando o assunto é canção, como no Metá Metá.
[...] se eu desenvolver essa ideia, posso me posicionar dentro de um arranjo como um sample’. O rap abriu bastante minha cabeça, deixou o sentido aguçado para esse tipo de coisa”.
Amanhã não tem Carnaval, nem na outra segunda-feira. Massssss a Charanga do França vai botar na rua o álbum 'Nunca não é Carnaval'. Pra enterrar a tristeza, se liga na conversa do @thiagosax com o @eumatheuslp na Tabuleta
https://t.co/31Nq96eGDR
@eumatheuslp conversou com o Thiago sobre tudo isso e mais um pouco. Leia aqui a primeira parte da entrevista com o capitão da Charanga: https://t.co/xWk5r9831v
@thiagosax anunciou ontem que o próximo disco de sua Espetacular Charanga sai no dia 15 deste mês de fevereiro. É uma segunda-feira, que seria de Carnaval, não fosse a Covid-19. Quinto registro de estúdio da banda, o álbum foi batizado de "Nunca Não é Carnaval" Foto: Luan Cardoso
Como diz, no encarte do CD, o compositor e referência intelectual do samba Nei Lopes, “eis Geovana de volta; negra sem preconceito e feminista com carinho”. Para conhecer um pouco mais da história da sambista e do disco "Brilha Sol": https://t.co/qS6HbCnXie
O inesgotável brilho de Geovana. Aos 72 anos, a compositora está de volta às paradas com “Brilha Sol”, seu terceiro álbum autoral. Produzido pelo Coletivo Sindicato do Samba, o disco dá fim a um intervalo de três décadas de afastamento do estúdio.
Para conferir a sonzeira dos paranaenses (e ainda saber um pouco mais da história de ritmos como a colombiana champeta ou a argentino-boliviana chacarera), é só acessar nosso site. O texto é do @eumatheuslp.
Do forró à chacarera, da salsa à champeta. A Tiriva Instrumental percorreu as latitudes sonoras da América Latina para formar o álbum de estreia "OVO". Falamos com Fernando Bertani sobre a pesquisa, as referências e as ideias que estão por trás do disco. https://t.co/ebjCe64bBn
De quebra, listamos uma série de artistas e bandas instrumentais brasileiras que bebem das mesmas fontes afro-latino-americanas, indicados pela Tiriva.