@moraes2320@SEJAMSINCEROS1@BETONEGRAOrj@Videos_Dryzinho Boa!!! Guarda esse print pra ter o que curtir quando a falência obrigar o Botafogo a começar tudo do zero desde a série D, se quiser usar a lei da SAF pro associativo conseguir recuperar o próprio nome.
@Videos_Dryzinho Procurem entender os caminhos do dinheiro, quem ganha e quem pretende ganhar com esse modelo. Depois ouçam de novo o que essa senhora está dizendo e avaliem o quão desinteressado é esse discurso.
@syulrudy@Videos_Dryzinho Temos exemplo, hoje, no Brasil e no exterior, de proprietário de SAF que roubou o clube mais do que qualquer regime associativo poderia sonhar.
Eu nunca achei que aquela discussão ia acontecer daquele jeito. Sabe quando você entra numa conversa achando que vai ser rápida, tranquila… e de repente vira algo que mexe com tudo? Foi assim.
Era um almoço de domingo. Mesa cheia, comida boa, aquele barulho de família que a gente conhece desde sempre. Só que bastou um comentário pra mudar o clima!
Meu primo começou a falar sobre como “ninguém deveria ser obrigado a nada”, que cada um faz o que quiser da vida e pronto. Até aí, normal. Todo mundo tem opinião. O problema foi quando ele começou a falar dos pais dele… como se fossem um peso. Como se tudo o que eles fizeram não tivesse valor nenhum.
Eu fiquei quieto no começo. Observando. Tentando entender até onde aquilo ia.
Mas teve uma hora que ele soltou algo que me incomodou de verdade! Disse que “respeito é opcional, tem que ser conquistado todo dia”. E falou isso olhando pros próprios pais, sentados ali, em silêncio.
Aquilo me pegou.
Porque, na minha cabeça, respeito não começa como conquista. Começa como princípio. Principalmente dentro de casa.
Eu respirei fundo e falei!
Falei que liberdade sem responsabilidade vira egoísmo. Que família não é lugar de disputa de ego. Que pai e mãe não são perfeitos, mas são a base de tudo o que a gente constrói depois.
O clima ficou pesado. Daqueles que dá pra cortar com faca.
Ele não gostou. Retrucou. Disse que eu pensava “antigo”, que isso era mentalidade ultrapassada.
E ali, naquele momento, eu tive duas opções: comprar a briga ou sustentar o que eu acredito com firmeza e respeito.
Eu escolhi a segunda.
Falei que valores não ficam ultrapassados só porque o mundo muda. Que responsabilidade, respeito, honra e gratidão nunca saem de moda. E que, no fim das contas, quem despreza a própria base, dificilmente constrói algo sólido.
Ninguém bateu palma. Ninguém concordou em voz alta.
Mas teve uma coisa que me marcou.
Quando o almoço acabou, meu tio (o pai dele) veio até mim. Não falou muito. Só colocou a mão no meu ombro e disse: “Obrigado por falar o que eu não consegui”.
Aquilo ficou na minha cabeça o resto do dia.
Porque às vezes a gente acha que manter valores vai afastar as pessoas. Que é melhor ficar quieto pra evitar conflito.
Mas nem todo silêncio é paz. Às vezes, é só omissão.
E desde aquele dia eu entendi uma coisa:
Nem sempre você vai ser o mais popular na mesa. Mas, se sair dela com a consciência tranquila, já valeu.
@renatopllopes@LiapontoD@Sachinettiyil You seem to be over analyzing the matter. The Catholic Church is also its people not only the formal institution. The ways the Church expresses its faith changes over time. This is reinvention, and that’s how it’s always happened: organically.
@FinalAristocrat@moorehn@PopCrave Which part of the post stated he is uneducated? Saying he was a Domino’s delivery driver doesn’t imply he didn’t study before or after that.
@ProeiroAlerta@diegomuguetrj@grok Mas esse tipo de “orientação” feita por uma força policial, que materializa o monopólio da força pelo Estado, não ganha caráter de intimidação?
@euandrea_howell@NestorCavalcan4@luciene_a_bessa Aqui a gente paga 27,5% de imposto de renda e mais 38% de imposto sobre a bala que comprar com o que sobrou do dinheiro depois do IR e dos outros descontos sobre o salário.