@Politic78132163 O que não pode ser desmentido é um facto simples: foi uma eurodeputada do Partido Socialista: Ana Catarina Mendes, que numa entrevista afirmou que não existia cultura portuguesa.
@expresso Ouvi a entrevista toda. A “liberdade de expressão”, para ele, é como um passe VIP: só funciona quando a opinião vem da esquerda. O resto são malabarismos — basta ouvir as desculpas para encaixar a M.I.A. e para atacar os presidentes de Câmara do PSD.
@maria11terra Apresenta‑se logo quando escolhe como pseudónimo o nome de uma banda rock francesa de extrema‑esquerda cujo vocalista acabou condenado por assassinar a mulher à pancada.
Há ironias que roçam o absurdo: em nome de uma pureza ideológica, há quem, à esquerda extrema, acabe por absolver regimes que condenam mulheres à morte por um gesto tão simples quanto mostrar o cabelo — como se a liberdade pudesse nascer da sua própria negação.
@ManonAubryFr@fxbellamy@J_Bardella La loi fut adoptée démocratiquement par le Parlement européen. Et, si elle avait été soumise au verdict des nations elles‑mêmes, l’adhésion populaire, loin de se dissiper, se serait sans doute révélée plus vaste encore.
@FrenchCarcan@apollineWakeUp@laRadioNova Le vrai faciste néocolonialiste, drapé dans sa propre imposture, parle comme s’il combattait précisément ce qu’il incarne.
@FF_Camacho Curioso como a não recondução de dirigentes culturais por governos de esquerda passa despercebida, mas quando a mesma prática parte da direita transforma‑se, subitamente, em escândalo nacional.
@lindorfalves Curioso como a não recondução de dirigentes culturais por governos de esquerda passa despercebida, mas quando a mesma prática parte da direita transforma‑se, subitamente, em escândalo nacional.
@Alexandrarfl Curioso como a não recondução de dirigentes culturais por governos de esquerda passa despercebida, mas quando a mesma prática parte da direita transforma‑se, subitamente, em escândalo nacional.
@ruitravassos Curioso como a não recondução de dirigentes culturais por governos de esquerda passa despercebida, mas quando a mesma prática parte da direita transforma‑se, subitamente, em escândalo nacional.
@observadorpt Curioso como a não recondução de dirigentes culturais por governos de esquerda passa despercebida, mas quando a mesma prática parte da direita transforma‑se, subitamente, em escândalo nacional.
@agrandesantinha@LisboaCultura Curioso como a não recondução de dirigentes culturais por governos de esquerda passa despercebida, mas quando a mesma prática parte da direita transforma‑se, subitamente, em escândalo nacional.
@Publico Curioso como a não recondução de dirigentes culturais por governos de esquerda passa despercebida, mas quando a mesma prática parte da direita transforma‑se, subitamente, em escândalo nacional.
@JooSant85950566 Curioso como a não recondução de dirigentes culturais por governos de esquerda passa despercebida, mas quando a mesma prática parte da direita transforma‑se, subitamente, em escândalo nacional.
@jseabraduque Curioso como a não recondução de dirigentes culturais por governos de esquerda passa despercebida, mas quando a mesma prática parte da direita transforma‑se, subitamente, em escândalo nacional.
@SalsaparrilhaX @marecos_helena Curioso como a não recondução de dirigentes culturais por governos de esquerda passa despercebida, mas quando a mesma prática parte da direita transforma‑se, subitamente, em escândalo nacional.