deveríamos pegar adversários mundiais, colocá-los em uma sala para compartilharem suas histórias e as experiências que os formaram, seus medos e suas lutas, e eles acabariam, subitamente, se dando bem.
o coração é como uma barra de sabão que continuamos deixando escorregar; no momento em que relaxamos, ele divaga, se apaixona e se ferra, tudo num piscar de olhos. não estamos no comando.
deveríamos pegar adversários mundiais, colocá-los em uma sala para compartilharem suas histórias e as experiências que os formaram, seus medos e suas lutas, e eles acabariam, subitamente, se dando bem.