Vó do Caio e do Samuel
Mãe do Iggy , da Chica e da Maria!!
Veinha fã de Dimaury, esquerdista, lulista e que dança forró e samba! Salsa, tô querendo Salsa
Todo mundo que assistiu à entrevista, inclusive quem não gosta do presidente Lula, esperava que a Globo perguntasse sobre projetos, sobre o que ele fez até agora e, principalmente, sobre o que pretende fazer nos próximos quatro anos.
Havia muito o que perguntar.
O Brasil sofre ataques gravíssimos à sua soberania, com interferências externas explícitas. Não foi perguntado. Poderiam ter aprofundado na isenção do Imposto de Renda, o fim da escala 6x1, o Pé-de-Meia e tantas outras políticas que mexem diretamente com a vida das pessoas.
Mas a escolha foi outra: tentar viver do passado, ressuscitar velhos fantasmas e reconstruir o mesmo personagem que aparece em toda eleição, depois desaparece, apesar de anos de investigações que nunca conseguiram provar aquilo que tentaram transformar em verdade.
Só que Lula não deixou.
Ele falou do presente. Falou do que seu governo fez. Falou do que está acontecendo no Brasil. Lembrou, uma vez, duas vezes, quantas fossem necessárias, dos assuntos que deveriam ter sido objeto das perguntas. Falou da fome que voltou com o golpe de 2016 e foi embora nesse seu mandato! Sim, saímos da fila do osso.
E o que aconteceu hoje é muito grave para o jornalismo brasileiro.
Se até aqui parecia que estávamos assistindo ao velório do jornalismo da Globo, hoje assistimos ao seu enterro. O que se viu foi menos jornalismo e mais um grande aglomerado de opiniões, enquadramentos e interesses políticos.
A Globo mostrou, mais uma vez, de que lado escolhe estar quando os interesses do Brasil entram em conflito com os interesses de quem sempre tratou este país como território a ser tutelado.
E fica uma sensação muito clara: para determinados setores, a democracia só serve enquanto produz o resultado que eles desejam.
Se for necessário atacar um presidente eleito, ignorar suas entregas, apagar o debate sobre soberania e tentar novamente impedir que um ex-operário e sindicalista governe o país, eles farão.
Mesmo que o preço seja entregar novamente o Brasil.
Mesmo que o preço seja destruir aquilo que o povo brasileiro está reconstruindo.
Tem gente que joga contra os interesses dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, mas o nosso governo está mobilizado para a aprovação do fim da escala 6x1, sem redução do salário. O povo trabalhador que movimenta este país merece ter mais tempo para o lazer, para cuidar da saúde e para acompanhar o crescimento dos filhos.
É sobre tempo para a família.
Essa eleição, sinceramente, exige responsabilidade. Eu já estou passando por uma situação difícil, enfrentando um tratamento de câncer de mama, e não tenho mais paciência para gente que se faz de sonsa, usa a internet só para engajar, desinformar ou ser irresponsável.
Essa é uma das eleições mais importantes das nossas vidas. A corda está esticada entre manter a democracia, as nossas liberdades e impedir que o Brasil entre numa espiral de extrema direita que pode levar anos para ser revertida.
Então não é hora de brincadeira idiota, palpite irresponsável ou gente decretando quem “tem chance” e quem “não tem chance”. Quer falar da eleição? Tenha responsabilidade. Principalmente quando estiver falando de um estado em que nem vota.
Nada está decidido antes de a última urna ser apurada.
Não está decidido que Lula ganha no primeiro turno. Não está decidido que perde. Não está decidido que não podemos eleger os senadores e deputados de que precisamos. Eleição se disputa até o último voto.
E tem uma coisa que precisa ser martelada todos os dias: o número dos candidatos.
Divulguem os números dos deputados. Divulguem os números das candidaturas ao Senado. Repitam até as pessoas decorarem. Para deputado, muita gente acaba votando apenas na legenda. Para o Senado, é ainda mais importante conhecer corretamente o número da candidata ou do candidato, porque não existe voto de legenda.
O Congresso e o Senado são fundamentais. Não adianta eleger um presidente e depois deixá-lo cercado por um Congresso dominado pela extrema direita.
Olhem o que está acontecendo ao redor do mundo. Isso não é brincadeira. Não é eleição para produzir engajamento na internet, fazer gracinha ou alimentar vaidade.
E parem também de achar que todo mundo precisa dizer ao presidente Lula o que ele deve ou não deve fazer. Lula está disputando o quarto mandato, tem uma trajetória política que fala por si e sabe avaliar a estratégia que considera adequada. Se decidir não participar de determinado debate, é uma decisão política dele.
É a democracia, é a vida do nosso povo e é o futuro do país que estão em jogo.
Responsabilidade até o último voto. Número dos candidatos na cabeça e divulgação todos os dias, até a urna fechar.
Rapaz, que atropelo do advogado do Lulinha no Tariflávio Bolsomaster: "R$ 61 milhões depositados por Vorcaro na conta de um candidato à Presidência da República. Não é do filho dele, é dele: Flávio Bolsonaro. Por que ainda não apareceu o restante do material do 'Dark Horse' e por que não divulgaram os vídeos existentes."
INVESTIGUEM FLÁVIO BOLSONARO
FARSAJATO NUNCA MAIS
Lula é coragem! Respeitem Lula! Ele ligou para o Trump e não tem medo, está atento! Lula começou grande essa semana e terminou maior ainda. Jamais duvidem da sua inteligência e de quem ele é o maior estadista no mundo! Golpe nunca mais!