O Afeganistão não perdeu os direitos das mulheres de um dia para o outro.
Tudo aconteceu em etapas.
Cada medida parecia pequena.
Cada justificativa parecia razoável.
Cada mudança era apresentada como modernização, proteção ou necessidade.
Até que, quando perceberam, o sistema já havia mudado completamente.
Foi essa lógica que me fez olhar com tanta preocupação para algumas propostas que hoje tramitam no Brasil.
Este vídeo não compara a realidade brasileira com a do Afeganistão. Compara um método: quando problemas do sistema passam a ser resolvidos reduzindo a proteção justamente de quem tem menos força para resistir.
Por isso, acredito que nenhuma retirada de direitos pode ser tratada como um detalhe.
Assista até o fim e tire suas próprias conclusões.
E, se você entende que esse debate precisa chegar a mais pessoas, compartilhe este vídeo.
O abaixo-assinado está no link da minha bio.
como é possivel o odio a esquerda fazer quase 50% da população de SP preferir reeleger um governador que a cada 15 dias explode uma linha de trem? as pessoas aqui ja beberam tanta agua podre que não tão batendo bem das ideias
@anabanananixz eu vivo fazendo coisas pra minha mãe,tem dias que é o dia tdo ela pedindo ajuda e faço com prazer.mas ela nunca falou nem falará comigo dessa forma e se falasse eu ñ faria.uma coisa é ser minha mãe, outra é ser grosseira.
OLHA A LAPADA!!! Flávio Bolsonaro postou vídeo atacando o Lulinha com fake news, para tentar desviar o foco dos seus escândalos, perguntando “Cadê o Lulinha?”. O advogado de Lulinha, Guilherme Suguimori, foi rápido e já gravou um vídeo em resposta DETONANDO todas as mentiras!
Galera, não me levem a mal, mas se vocês pegaram um livro emprestado com alguém há muito tempo e acham que a pessoa esqueceu, deixa eu te falar: ELAS NÃO ESQUECERAM.