Sehr guter Beitrag in der Freitag. Die Bundesregierung dreht wegen #Drohne die #Eskalationsspirale mit #Russland weiter. Das außenpolitische Handeln der deutschen Regierung @CDU@spdde ist verantwortunglos. @AussenMinDE https://t.co/mzh7ebRmmr
@schulzeeuropa Völlig richtig. Sollte die #AfD gewinnnen, löst sich die medizinische Versorgung fast von selber auf. Welcher der zahllosen Ärzte & Pfleger mit Migrationshintergrund wird in diesem Bundesland noch arbeiten wollen? Genau: niemand. Die anderen Bundesländer sagen danke.
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
#Meinungsfreiheit in der #EU: Guter Beitrag in @derfreitag. EU-Sanktionen gegen Einzelpersonen, die ohne Strafvorwurf erfolgen, zerstören deren wirtschaftliche Existenz – im Namen des Kampfes gegen #Desinformation & zulasten der #Demokratie. https://t.co/JftMfo1pbw
Die USA überfallen einen souveränen Staat – und deutsche Medien verdammen den aggressiven Akt nicht. Der Fall zeigt, welche Doppelmoral im westlichen Medienlager vorherrscht. https://t.co/WnZXuAdz0L
Merz betreibt Alarmismus. RUS ist gewiss der Aggressor, aber ich sehe weder Intention noch Fähigkeit, die Sowjetunion wieder herzustellen. Warum wird dieser Popanz aufgebaut? Warum werden die Analysen der USA so anders bewertet? Was soll die Hitlerisierung Putins?
Danke an Hajo Funke für die klaren Worte im @derfreitag. Die verbale Hochrüstung zur #Kriegstüchtigkeit & faktenfreie Konstruktion von Feindbildern sind zutiefst beunruhigend. Die Denkschrift der @EKD schließt hier leider nahtlos an. https://t.co/AiXv1LCdVB
Wie lässt sich die offenbar falsche Berichterstattung erklären? Wahrscheinlich war es nur ein weiterer Versuch, in #Europa die #Kriegstüchtigkeit zu fördern & gegen #Russland zu mobilisieren. @EU_Commission
We are seeing media reports of GPS interference affecting the plane carrying Ursula von der Leyen to Plovdiv, Bulgaria. Some reports claim that the aircraft was in a holding pattern for 1 hour.
This is what we can deduce from our data.
* The flight was scheduled to take 1 hour and 48 minutes. It took 1 hour and 57 minutes.
* The aircraft's transponder reported good GPS signal quality from take-off to landing.
Viele Menschen haben mich gefragt: Gibt es Kriegspropaganda in der Tagesschau?
Um diese Frage zu beantworten, habe ich mir vorgenommen, 1 Woche die Tagesschau anzuschauen und meine Ergebnisse in einem Vortrag zu analysieren - ich musste jedoch aufgrund der Fülle an Material, das ich gefunden habe, den Untersuchungszeitraum auf 3 Tage verkürzen.
Den gesamten Vortrag gibt es auf einem YouTube-Kanal: https://t.co/fGbvUfXwng
+++ 1 Rede über EU, China, Alles - jetzt auf YT +++ Vorsicht, halbe Bibel +++ nordkoreanische Länge +++ Kurzfassung Grok: Läuft nicht so besonders…
https://t.co/amoaetqcMh
Nachtrag: Der China-EU-Gipfel ist wie erwartet ergebnislos geblieben. Beim nächsten Mal soll die EU bitte mich schicken, nicht die Kommissionspräsidentin...
Europa nicht den Leyen überlassen!
Da passt was nicht zusammen: Die NATO ist ungleich stärker als jeder Gegner und doch wird Hysterie vor einem Angriff auf ihr Bündnisgebiet geschürt - und die Rüstungsetats explodieren. Mehr in https://t.co/QwhJxfZFsb
https://t.co/w9kTIRldf1
Democracia sempre!
Hoje me reúno com os presidentes do Chile, Espanha, Uruguai e Colômbia em defesa da democracia e do multilateralismo. Também discutiremos o combate às desigualdades e o enfrentamento à desinformação.
📸 @ricardostuckert
Sehr gute Einordnung des #UkraineRussianWar. Text ist präzise & fundiert, sehr ähnlich vergleichbaren Artikeln in amerikanischen Medien, wie der @nytimes. Leider zu selten in den deutschen Medien @tagesthemen@ZDFheute, wo einfache Narrative den Diskurs bestimmen.
Wer Kriege beenden oder künftige verhindern will, braucht ein klares Lagebild und genaue Kenntnis der Positionen und Möglichkeiten aller Akteure. Wer Gefangener eigener Propaganda ist, wird nichts erreichen. https://t.co/Pectslc3sZ
Es ist beschämend, dass das @BVerfG keine Verantwortung Deutschlands am #Drohnenkrieg der #USA erkennen will. #Menschenwürde ist offenbar nicht mehr relevant. Damit hat das BVerfG sich mehr beschädigt, als es eine missglückte Richterwahl je könnte. https://t.co/2Tz5Z5VdAJ