Eu já imaginei, Ret... e ajudei fazer acontecer.
Inclusive, foram três edições com tudo saindo do nosso próprio bolso. As mídias se uniram, mas nenhuma marca nos apoiou e ficou inviável a continuidade.
Bora ajudar o @PremioRapBR a sair do papel?
Imagina ver 2 artistas, que poderia estar abruptamente envolvidos no crime, superarem qualquer pressão diante disso, se tornarem mundialmente conhecidos através da música e serem referência de estilo, moda, esperança pra outros que querem sair do crime, e comparar uma representação cultural com “narcocultura”, essa mesmo, financiada pelo próprio estado que permite entrada de armas, fabrica e vende, fuzis esses iguais os encontrados na mansão do amigo do bolsonaro (117), mais que nessa operação no complexo.
Poze pagou tudo que devia perante a Lei.
Oruam cursou psicologia, quase se formou mas a MÚSICA, levou ele longe a nível inimaginável.
Eles são referência de esperança, pintar o cabelo de vermelho igual a eles é acreditar que um dia é possível escapar dessa realidade de merda que o estado nos coloca, de insegurança, falta de estrutura, falta de investimento educacional e apoio cultural.
TA BOM OU QUER QUE EU DESENHEEEEEE ?
A guerra do Estado é contra a sua própria ausência.
Você não precisa ter nascido na favela para entender isso, uma breve pesquisa sobre a história DO SEU PAÍS, te dará respostas. Quem se alegra com o cenário de guerra, já morreu faz tempo.
"Tinha época que se observava era Costa
Gold, aí depois veio BK', Djonga... teve uma época que era Filipe Ret (…). Hoje em dia, quem que você vê? Eu vejo as mulher" - Djonga.