O sistema, com apoio midiático, explorou ilações sobre conteúdo não autenticado de mensagens roubadas por hackers para declarar suspeição de juiz de primeira instância (não sem 4 votos contrários), emplacar narrativa de “conluio” com procurador, anular provas, condenações e multas, desmantelar força-tarefa anticorrupção e garantir impunidade geral.
Agora, esse mesmo sistema explora fofocas e especulações de relatório apócrifo de pretensa inteligência, também “sem valor probatório”, para acusar crimes e abusos cometidos na mais alta Corte do país pelo relator do caso da maior fraude da história nacional e, assim, buscar a anulação precoce de provas e/ou a troca de relatoria que possam esvaziar as investigações e garantir novamente a impunidade geral.
Dessa vez, no entanto, o apoio midiático ficou restrito aos porta-vozes mais caricatos do sistema e aos militantes com diploma de advogado que tentam dar credibilidade jurídica às teses fabricadas para varrer a sujeira da casta para baixo do tapete.
Embora a maioria não admita, em nenhum desses casos do passado e do presente a reação sistêmica se deve a eventuais erros, informalidades ou pecadilhos de agentes envolvidos nos processos, mas, sim, à revelação de fatos comprometedores sobre integrantes da oligarquia dos Poderes, que não admitem ser alvo de escrutínio e responsabilização por condutas gananciosas, antiéticas e antidemocráticas.
Quando os guardiões do sistema repetem que não se combatem crimes cometendo “ilegalidades”, com frequência o objetivo é que os crimes do sistema jamais sejam combatidos.
A inadimplência virou o risco mais citado pelos bancos. O dado de julho: 5,81% do crédito das famílias é o recorde da série histórica e alcança o dobro de 2021.
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São 3 recordes: Inadimplência: 5,81%. Negativados: 83,9 milhões. Renda comprometida: 28,85%.
Pra dimensionar: na recessão de 2016 a inadimplência parou em 4,37%. Na pandemia, em 4,13%. Em julho de 2021 estava em 2,94%. Hoje é o DOBRO.
O que chega na fatura não são os 14% da Selic. O rotativo do cartão cobrava 436% ao ano em julho. Os 14% são o piso sobre o qual o banco monta o resto.
Na mesma pesquisa, o fiscal segue como o risco mais importante para 34% das 117 instituições, contra 27% em maio. Contas públicas frouxas sustentam o prêmio de risco, e o prêmio sustenta os juros em 14%.
Estamos vivendo, simultaneamente, o maior escândalo de corrupção orçamentária da história (com o Orçamento Secreto e a farra das emendas), o maior escândalo de corrupção previdenciária da história (com as fraudes no INSS), o maior escândalo de corrupção financeira-bancária da história (com o caso Master) e o maior escândalo de corrupção judiciária da história brasileira.
Isto não é normal e não chegamos até aqui por acaso. O Brasil acumulou sérios retrocessos no combate à corrupção nos últimos anos. E estamos pagando o preço dessas decisões.
O sistema exige provas para abrir investigação sobre seus integrantes.
Mas, se as provas são apresentadas, diz que eles não podiam ter sido investigados sem autorização e que o relatório policial é nulo.
Não importa se o conjunto probatório contém apenas dados extraídos de equipamentos e outros achados obtidos sem diligência específica contra as autoproclamadas vítimas de abuso.
Ou se pede do zero a abertura de investigação e ela é recusada, ou ela é recusada porque não se pediu do zero.
Esse é o paradoxo que mantém a blindagem da casta, insultando a inteligência alheia. Se ficar, o bicho pega; se correr, o bicho come.
Já passou da hora, portanto, de a sociedade enfrentar esse bicho, em vez de ficar parada ou sair correndo.
Não há mais tapete para esconder tanta sujeira.
Alexandre Schwartsman escreveu na Veja o diagnóstico mais limpo sobre por que o crescimento brasileiro está com prazo de validade.
A anatomia do PIB de 2021 a 2025: consumo das famílias respondeu por ~70% do crescimento. Consumo do governo, 20%. Investimento, os 10% restantes. E produtividade — "o convidado de honra do festim" — não deu as caras.
De onde veio esse consumo? Dívida, duas vezes:
Do governo: a receita federal cresceu R$ 280 bi desde 2022, mas a despesa cresceu R$ 485 bi — R$ 270 bi só em transferências a famílias. A dívida pública saltou de 72% pra 82% do PIB.
Das famílias: estímulo ao crédito pra "fazer a economia girar", nas palavras do presidente. A contrapartida é o comprometimento crescente da renda com juros — e a inadimplência subindo exatamente nos setores expostos ao consumidor. O varejo que o diga.
A conclusão de Schwartsman desmonta o discurso oficial: os juros insuportáveis não são decisão do BC — que, aliás, é 100% composto por indicados deste governo. São o RESULTADO de políticas insustentáveis.
O modelo está no limite. A pergunta que o próximo presidente vai ter que responder: quem explica à população que não existe crescimento permanente financiado por dívida — do governo e da família ao mesmo tempo?
@Cruzeiro ganhar e perder faz parte do jogo, o que a torcida espera é postura de luta dentro de campo. Todo jogador tem dias ruins onde tecnicamente as coisas não funcionam mas correr, encurtar a marcação e dar a vida em campo não tem desculpa por não fazer.
Precisa cobrar!!
#Justiça ⚖️ Saiba em quais países a Lava Jato não acabou
🌎 Países como Reino Unido, EUA, Peru e Suíça não seguiram decisões brasileiras sobre anulação de provas
✍️:Rúbia Bragança
⬇️ Leia no Poder360:
https://t.co/jrhXnUUck3
Armínio Fraga passou uma hora conversando com Marcos Lisboa sobre a pergunta que o atormenta: por que o Brasil não aprende?
O criador do sistema de metas de inflação vê o país repetindo, pela quarta vez, o mesmo erro fiscal — e explicou com uma clareza que dói.
Os melhores momentos: 🧵
Sigilo da fonte é assegurado pela Constituição. E quem está acima da Constituição? Se a resposta que tiver surgido na sua cabeça for diferente de “ninguém”, se tiver vindo à sua cabeça a imagem de alguém… é porque algo está errado
20% dos apostadores brasileiros gastam mais de R$ 1.000 por mês em bets.
Com esse valor, você poderia pagar:
• uma academia premium;
• vários livros;
• assinaturas de streaming;
• cursos online;
• idas ao cinema e teatro.
Ainda assim, milhões preferem transformar isso em uma aposta.
💬: Que absurdo de trabalho da diretoria do Cruzeiro neste caso.
- Valor abaixo do mercado.
- Deu rodagem a um ativo do clube.
- Venceu concorrência pesadíssima.
- Garantiu um possível ganho milionário pro futuro.
- Registro extremamente rápido.
Parabéns aos envolvidos, aulas de gestão…
👏🏽🦊
🧵 1/
O split payment pode ser mais um prego no caixão de quem empreende no Brasil.
O governo chama de modernização.
Eu chamo de mais um ataque ao caixa das empresas.
2026 vai entrar pra história como o maior cemitério de empresas do Brasil moderno.
Já são 5.931 em recuperação judicial só no 1º trimestre. Recorde atrás de recorde.
Juros a 14%+, crédito caro, governo sugando até o último real de quem produz.
Não é crise passageira. É asfixia financeira matando fluxo de caixa de agro, indústria e PMEs.
Empreendedor que não cortar gordura, blindar caixa e executar como nunca vai virar mais uma estatística.
Brasil é o país do G20 que mais gasta com juros em relação ao PIB
País destina 8,8% do seu Produto Interno Bruto ao pagamento de juros da dívida pública, maior percentual entre as principais economias do mundo. https://t.co/ZMWSoS7TBw
via @Poder360 e Ganbriel Lopes (@Lopssgab)
Dívida disparou e Lula passou o 3º mandato desdenhando => veja os vídeos com o que disse o presidente sobre o rombo das contas públicas, que chegou a 81,1% do PIB e segue em alta.
https://t.co/dVPNYdWTpJ
via @Poder360