Isso sempre foi uma verdade, ela até pode ser bonita, mas de todas as mulheres gatos ela é que menos tem a ver com a personagem e tem uma cara bem de sonsa o filme inteiro.
@prozactothetest Rindo que ela, mesmo sendo a ANNE HATHAWAY, conseguiu ser a mulher-gato com menos sex appel que qualquer adaptação da personagem (incluindo desenhos e o Batman LEGO)
🚨Endrick critica brasileiros que torcem para a Argentina: "Uma loucura. Lá ninguém veste a camisa amarela (...) Se tiver lá, os caras vão pegar na porrada e já era, Brasileiro tem que torcer pro Brasil". É ISSO! 👏🏽🇧🇷
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK A NÃO
é dj que não paga pensão desde janeiro.
é agressor pagando de inocente.
é trapper roteador de dst.
é rapper de direita…
a disciplina do hip hop na mão dos homens já morreu faz tempo…
ainda bem que as mulheres estão cada vez mais fortonas
É impressionante como parte do noticiário escolhe as palavras para esconder o que realmente aconteceu.
Ontem, a aula de Fernando Haddad na Unicamp não teve uma simples “confusão entre manifestantes”. Um grupo organizado ligado ao MBL entrou em uma atividade acadêmica para interromper, provocar, gritar acusações e impedir que Haddad continuasse falando.
Isso tem nome: ataque político e tentativa de silenciamento.
Haddad não estava agredindo ninguém. Estava dando uma aula sobre os desafios econômicos e sociais do Brasil. Não era uma briga, um confronto marcado ou um encontro casual entre dois grupos. A ação começou quando integrantes do MBL decidiram invadir o espaço do debate para produzir tumulto, filmar a reação e depois se apresentar como vítimas.
Esse é o método do MBL: provocar, constranger, invadir espaços e transformar agressividade em conteúdo para as redes. Fazem isso em universidades, eventos políticos, manifestações, atividades culturais e até contra pessoas em situação de vulnerabilidade. Depois, parte da imprensa chama tudo de “confusão”, como se todos tivessem a mesma responsabilidade.
Não tinham.
Quando um grupo se organiza para perseguir uma liderança em diferentes eventos, interromper sua fala e intimidar quem está presente, não estamos diante de um debate democrático. Estamos diante de uma estratégia autoritária para impedir o outro de falar.
E é preciso reconhecer a serenidade de Haddad. Mesmo atacado e provocado, ele não perdeu o tom, não abandonou a aula e não entregou ao MBL o espetáculo que eles foram buscar.
A democracia não exige tolerância com quem transforma provocação, intimidação e tumulto em método político. Nomear corretamente o que aconteceu também é uma forma de impedir que esse tipo de violência seja normalizado.