@Paula990811@tuitacirlanio Guria, pior que tem que ser assim se não eu me afasto de 99% da família kkkk e são pessoas que eu amo demais 🥹... Fazer oq né, democracia é assim mesmo. Espero que daqui 4 anos a gente ainda possa continuar exercendo nosso direito ao voto.
O que eu acho que as pessoas ainda não entenderam é que tudo que esse puto fez era com DINHEIRO DO POVO BRASILEIRO!!! Nada era dele ele nunca ganhou esse dinheiro ele ROUBOU por isso ele está PRESO!!!!
A gente tem que começar a divulgar o Flow, onde o Lula vai participar do podcast na hora do debate da Globo, e fazer um movimento muito grande para boicotar a Globo e o debate.
Não compartilhar nada, nenhum corte, não assistir. É muito importante a gente não repercutir o debate de amanhã.
É Lula no Flow
Quinta 20:45, dia 1⁰, desliga a Globo e assista o Lula no Flow Podcast:
https://t.co/CpORQYxT2c
Ana Clara Gomes Machado tinha cinco anos e dizia querer ser igual a mãe quando crescesse. Na manhã de 2 de fevereiro de 2021, ela brincava na porta de casa e foi atingida por quatro tiros de fuzil, disparados por um um policial militar no Rio de Janeiro.
O caso ficou sem julgamento durante 5 anos. Quando a família achou que iria ter justiça, um novo advogado entrou no caso, e o policial não foi para julgamento até hoje. Esse advogado era o então Senador, hoje candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro.
🔦 Assista o episódio completo do Revelando: O Julgamento que Nunca Aconteceu, com Camila Pitanga: https://t.co/Cp7Ccu0WKB
Nota à Imprensa. Peço, por favor, que compartilhem:
“A defesa de Antonio Tabet repudia veementemente a decisão liminar proferida pelo Ministro André Mendonça que determinou a remoção de uma de suas publicações na plataforma X. A ordem judicial de exclusão atinge uma manifestação que em momento algum citou o nome do candidato Flávio Bolsonaro.
A principal (mas não única) fragilidade jurídica da decisão reside na presunção de que uma crítica genérica teria um destinatário certo, referendando um curioso fenômeno de autoidentificação. A postagem limitou-se a afirmar, acompanhada de uma imagem da padroeira, que ‘A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!’. O fato de o representante ter se reconhecido de forma tão imediata nessa exata descrição é revelador, mas vestir a própria carapuça não deveria fornecer o alicerce jurídico para a decretação de censura.
A liberdade de expressão e a crítica política, por mais ácidas ou incômodas que sejam, constituem elementos ordinários e constitucionalmente protegidos do debate democrático. Tratar uma opinião incisiva e uma hipérbole retórica como se fossem a divulgação de um "fato objetivamente falso" subverte a finalidade do combate à desinformação, transformando o aparato judicial em um escudo de conveniência contra o livre escrutínio público, agravado pela ameaça de uma multa de R$ 30.000,00.
Por essa razão, informamos que serão interpostos todos os recursos cabíveis para reverter a decisão e resguardar o direito à livre manifestação. O ambiente democrático exige resiliência, sendo no mínimo irônico que a máquina jurisdicional precise ser acionada em caráter de urgência para proteger a suscetibilidade de quem, ao que tudo indica, ofende-se ao ver a própria insegurança projetada na opinião pública.”
Lucas Mourão - @lucasmourao_
André Matheus - @andrematheus85
Rodrigo Rollemberg - @rodrigorc72