Hegel viu Napoleão.
Eu vi Rogerio Ceni.
A encarnação do "espírito tricolor a cavalo" (Weltseele zu Pferde) durante as conquistas monumentais no Morumbi.
Um indivíduo histórico-mundial que realiza a razão e avançava a liberdade. Para mim, Ceni consolida os ideais do SPFC.
acho ele ia ver isso como outra demonstração da ficção somotapolítica do gênero. você pode transitar entre gêneros como transita entre línguas, a livre experimentação do corpo em vários agenciamentos é a possibilidade de liberdade que se abre com a era farmopornográfica. +
inclusive, a reação à esse tipo de processo (quando não elencado, óbvio, à esse discurso anti-trans conversador de renormalização) é a demonstração da prática discursiva que a farmopornografia apresenta pra naturalizar o gênero: a essencialização. goze e erotize o regime binário.
Essa turma do clavicular é o seguinte: quando seu destino é ser um "modelo" dos filmes underground do Andy Warhol e Paul Morrissey mas o gay rico, malvado e performático da atualidade é o peter thiel
São Paulo trabalha para ter a 'cara de Roger Machado' pela primeira vez.
A ideia de Roger é que o time fique com a sua "cara" a partir da próxima semana, no jogo contra o Internacional.
Isso porque o treinador ganhou mais tempo para trabalhar pela primeira vez. Internamente, há convicção de que o time apresentará evolução após a Data FIFA.
🗞️ @itatiaiaesporte
📸 Erico Leonan/SPFC
"Um: o ânus é o centro erógeno universal situado além dos limites anatômicos impostos pela diferença sexual, onde os papéis e os registros aparecem como universalmente reversíveis (quem não tem um ânus?). Dois: o ânus é um a zona primordial de passividade, um centro produtor +
numa relação romântica. Ele gera benefícios que não podem ser medidos dentro de uma economia heterocentrada. Pelo ânus, o sistema
tradicional da representação sexo/gênero vai à merda."
"Um: o ânus é o centro erógeno universal situado além dos limites anatômicos impostos pela diferença sexual, onde os papéis e os registros aparecem como universalmente reversíveis (quem não tem um ânus?). Dois: o ânus é um a zona primordial de passividade, um centro produtor +
de excitação e de prazer que não figura na lista de pontos prescritos como orgásticos. Três: o ânus constitui um espaço de trabalho tecnológico; é uma fábrica de reelaboração do corpo contrassexual pós-humano. O trabalho do ânus não é destinado à reprodução nem está baseado +