agora um fato de quem acompanhou milena à trabalho/e no dia-a-dia: ela é HIPNOTIZANTE. sério. TODO MUNDO fica assim quando ela começa a falar. é surreal e chocante. ela tem uma luz e magnetismo inexplicável. ps: amo q ela conversa olhando nos olhos das pessoas, dando atenção REAL
Julho é o mês de reconhecer, fortalecer e celebrar a potência das mulheres negras que, todos os dias, constroem caminhos de resistência, cuidado, liderança e transformação. É um convite para refletirmos sobre justiça racial, equidade de gênero e o protagonismo de quem historicamente sustentou tantas lutas, mesmo diante das desigualdades.
Obrigada Tia Milena, pois sua trajetória tem inspirado milhares de pessoas por sua autenticidade, força, sensibilidade e orgulho de suas raízes. Sua presença representa a beleza da representatividade e reforça a importância de ver mulheres negras ocupando espaços de visibilidade, rompendo estereótipos e abrindo portas para outras.
Que este mês nos motive a ouvir mais, apoiar mais, aprender mais e agir pela construção de um futuro mais justo.
Que o Julho das Pretas seja vivido todos os dias, não apenas lembrado durante um mês. 🤎📢✊🏼
Julho das Pretas é memória, resistência e transformação. ✊🏿🧡
Julho das Pretas começa hoje. E com ele, um convite à escuta, à reflexão e ao compromisso com a justiça racial.
Criado em 2013, por Odara – Instituto da Mulher Negra, o Julho das Pretas é uma das maiores agendas de mobilização política das mulheres negras no Brasil. A iniciativa fortalece ações em torno do 25 de julho, data que celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, reconhecendo trajetórias de resistência, protagonismo e luta por direitos.
Ao longo dos anos, o movimento se consolidou como um espaço de articulação, formação e incidência política, reunindo centenas de atividades em todo o país para enfrentar o racismo, o sexismo e as desigualdades que ainda impactam a vida de milhões de mulheres negras.
Mais do que acompanhar conteúdos, queremos convidar você a fazer parte dessa conversa. Comente, compartilhe, questione, aprenda e reflita conosco. A transformação social também nasce do diálogo, da informação e do compromisso coletivo com a defesa dos direitos humanos.