Three years of mandatory military service punched a $3.6 billion annual hole in South Korea's economy. Last night, in the same Busan stadium where they said goodbye before enlisting, on their 13th debut anniversary, BTS started filling it back in.
The $3.6 billion figure came from the Hyundai Research Institute. This wasn't from album sales. It came from 1 in every 13 foreign tourists visiting Korea because of the group, the hotels those tourists filled, the cosmetics they shipped home, the restaurants that stayed packed for days around every show. The Hyundai estimate put their annual economic output in the same range as Korean Air. South Korea's government spent years debating whether to grant military exemptions to all seven members.
In October 2022, before enlisting, BTS played their final group concert in Busan. Free. 50,000 in-person at Busan Asiad Main Stadium, 49 million streaming online. Korea's Culture and Tourism Institute estimated that single free show generated $660 million in economic activity for the city. Two members, Jimin and Jungkook, grew up there. The city lit Gwangan Bridge purple, the group's signature color, and kept it lit for weeks.
Then everyone went quiet. Jin enlisted first, December 2022. By late 2023, all seven were in uniform. HYBE, the entertainment company that manages BTS, watched its stock nearly halve over the following year. Concert revenue, merch sales, and fan events all fell.
Suga was last, discharged June 21, 2025.
Through its first two months on the road, the ARIRANG World Tour has grossed $124 million from 660,000 tickets. Tampa alone pulled $40.7 million over three nights, more than the Seoul and Tokyo legs combined. South Korean analysts expect the full tour to bring in between $1.3 billion and $1.87 billion by March 2027. The Love Yourself Tour in 2018 and 2019 made $187 million total across 38 shows. ARIRANG has cleared two-thirds of that, and it's June.
The name they chose for all of this: Arirang. Korea's unofficial national anthem, a folk song over 600 years old with 3,600 regional variations, UNESCO-listed since 2012. Banned during Japan's 35-year occupation of Korea. Sung in both North and South Korea, one of the few things crossing that political border. Korea's National Folk Museum calls it the cultural DNA of the Korean people. BTS named their comeback after a song about separation, endurance, and return.
Last night in Busan, same stadium, Gwangan Bridge lit purple again. 55,000 paid tickets instead of zero. Less than a year back from service, NH Financial Group now projects BTS fan spending hitting $6.58 billion a year in South Korea by 2040. Nearly double what they generated before enlisting.
🚨 CRIANÇA NÃO É MÃE 🚨
Como se não bastasse a PEC da escala 7x0, o senado aprovou o PDL da pedofilia.
Em uma sessão semipresencial, em votação simbólica e na velocidade da luz, o Senado tomou a deplorável decisão de atentar contra o direito das MENINAS ao próprio corpo.
Infelizmente, pelo formato da votação, os apoiadores desse horror não colocaram sua digital na aprovação. Mas os maiores apoiadores colocaram suas digitais em seus requerimentos de urgência! Veja quem são:
ARMYS CONTRA O SENADO
SENADOR INIMIGO DO TRABALHADOR
SEM RETROCESSO TRABALHISTA
SENADO INIMIGO DO POVO
#ARMYContraRetrocessoTrabalhista
#RejeitaPEC12
#FimDaExploraçãoTrabalhista
O novo tarifaço americano, resultado das articulações de Eduardo Bolsonaro nos EUA contra o Brasil, tem como uma das principais justificativas que políticas brasileiras favorecem empresas nacionais de pagamento eletrônico em detrimento de concorrentes americanas - leia-se o PIX. O Brasil não pode e não vai ceder nada no Pix para as empresas americanas ficarem cobrando as taxas caríssimas dos cartões. O PIX é nosso, veio pra ficar e vamos defender essa conquista para o povo brasileiro.
É criminoso o que os Bolsonaros fazem contra o Brasil. Traidores da pátria, do povo brasileiro.
Sabe o que é pior?
O Pix é uma paixão nacional.
O Pix incluiu digitalmente uma parcela da sociedade que era invisível para os bancos.
O Pix é inegociável.
Ai fica a pergunta: candidato Flávio, o que o senhor prometeu ao Trump em troca da demonstração de apoio? O fim dele?
SENADO INIMIGO DO TRABALHADOR
Logo após o fim da escala 6x1 ser aprovado na Câmara dos Deputados e consequentemente a PEC seguiria para a Câmara do Senado, veio aí:
“O senador Rogerio Marinho (PL-RN) apresentou nesta quinta-feira (28) a PEC 12/2026, que permite ao trabalhador escolher entre a jornada tradicional da CLT ou um regime flexível baseado nas horas efetivamente trabalhadas.
Pela proposta:
• O empregador pagaria apenas pelas horas trabalhadas;
• O contrato individual prevaleceria sobre acordos coletivos;
• Benefícios como FGTS, férias e 13º salário seriam proporcionais à jornada escolhida.
O objetivo, segundo o senador, é ampliar a liberdade e autonomia do trabalhador, permitindo que ele defina a carga horária que melhor concilie sua vida pessoal com o trabalho e se adapte às demandas do mercado.
— Se você quiser trabalhar 20 horas, 30 horas, 40 horas, 50 horas, é possível. E que você seja remunerado pela sua atividade e pela sua disponibilidade em relação ao seu empregador. É assim que acontece, por exemplo, nos Estados Unidos — afirmou o senador.”
Fonte: agência Senado.
Sabemos que, na prática, isso não funcionaria. Com a carga horária atual, as empresas já abusam e exploram os trabalhadores, ultrapassando frequentemente as 6/8 horas diárias sem pagar as horas extras.
Essa PEC só abriria ainda mais margem para a exploração da relação entre empregador e empregado. Nós sabemos quais são os nossos limites, mas eles muitas vezes não são respeitados. Queremos uma carga horária fixa, sem retrocessos!
A proposta caminha no sentido oposto: torna o trabalho mais barato e descartável para o empregador, ao mesmo tempo em que transfere todo o risco e a instabilidade para o trabalhador.
Agora é hora de pressionar o SENADO para aprovar o fim da escala 6x1, ARMYS!!! @rickazzevedo@ErikakHilton@movimento_vat
Subam as tags abaixo:
ARMY CONTRA O SENADO
SENADO INIMIGO DO POVO
SEM RETROCESSO
#ARMYContraOSenado
#SenadoInimigoDoPovo
#SemRetrocesso
i dont even watch heated rivalry but id never say a show (with lesbiophobic authors) that promotes a straight white couple is better than a show that promotes a gay interracial relationship.
Excelentíssimo Presidente @LulaOficial, considerando a relevância cultural e o impacto mundial do #BTS, seria muito importante que o Brasil também preparasse uma recepção oficial e calorosa ao grupo. Faça as armys de esquerda sentir esse orgulho.
@JanjaLula NOS AJUDE!
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