Sim, é isso aí mesmo que você leu. Não adianta vir me perguntar retoricamente acrescentando várias interrogações no final, sua indignação não me importa.
Erika Hilton é CANALHA! E precisa melhorar MUITO para ser considerada uma política MEDIANA.
1. Troca do debate real por espantalho
Ninguém sério está dizendo que “toda pessoa trans é agressora” ou que “trans não podem existir em paz”.
O debate verdadeiro é outro:
Como equilibrar inclusão individual com proteção de espaços íntimos e vulneráveis femininos?
Quando ela reduz tudo a “deixar alguém fazer xixi em paz”, simplifica artificialmente uma questão complexa.
2. Baixa incidência não elimina prevenção
Ela afirma que casos são “raros”, “quase zero”, “irrelevantes”.
Isso falha por um motivo básico:
✅crimes sexuais em banheiros também não são os mais numerosos no geral;
✅mesmo assim, ninguém defende abolir regras de segurança.
Em políticas públicas, risco baixo + dano alto = tema legítimo.
Exemplo:
✅sequestro infantil é raro;
✅invasão escolar é rara;
✅acidentes aéreos são raros.
Nem por isso ignoramos prevenção.
3. Confusão entre agressor real e norma permissiva
Ela diz:
“um agressor entraria de qualquer jeito.”
Mas isso ignora que normas sociais importam.
Há diferença entre:
Situação A:
Entrar no banheiro feminino sendo claramente proibido.
Situação B:
Entrar alegando identidade subjetiva, dificultando questionamento.
A segunda situação reduz barreiras práticas de fiscalização.
4. Uso indevido de comparação com padres/pastores
Ela cita abusadores fantasiados de padres/pastores.
Isso é um whataboutism: desviar do tema.
Se existe abuso religioso, combata-se abuso religioso. Isso não responde ao debate sobre espaços segregados por sexo.
Seria como discutir segurança bancária e responder:
“Mas e os crimes fiscais?”
Tema paralelo não anula o original.
5. Apelo emocional substituindo critério objetivo
Frases como:
“fazer xixi em paz”
“pânico moral”
“ódio”
“alvo na testa”
são recursos retóricos para transformar quem discorda em cruel.
Mas políticas públicas exigem:
✅critérios objetivos;
✅previsibilidade;
✅proteção de vulneráveis;
✅regras claras.
Não emoção performática.
6. Mulheres também têm direitos concretos
Ela fala dos direitos de pessoas trans, mas ignora outro lado:
mulheres vítimas de abuso;
meninas constrangidas;
sobreviventes de trauma sexual;
privacidade corporal em locais íntimos.
Esses interesses também são legítimos.
Não se resolve apagando um grupo para validar outro.
7. Sexo biológico continua relevante juridicamente
Banheiros, vestiários, prisões, esportes e alas médicas historicamente separam por sexo, não por identidade subjetiva.
Porque sexo impacta:
força física;
anatomia;
segurança;
privacidade.
Negar isso gera insegurança normativa.
Chamar o debate de “deixar alguém fazer xixi em paz” é truque retórico. A discussão real nunca foi ódio, e sim como proteger espaços íntimos femininos sem negar dignidade a ninguém. Risco baixo não torna prevenção irrelevante. Segurança pública não se faz com slogans.
Sujeito já tinha condenação a 11 anos por roubo e estupro. Cumpriu três anos e ganhou liberdade condicional.
Algum imbecil comprou esse teatrinho de confusão mental.
Homem que tentou estuprar nutricionista em SP implora a juiz para não ficar preso https://t.co/EqYwBdYYsi
Magistrado manteve detenção após Wellington Santos invadir o condomínio em Barueri, na região metropolitana
@Legauche Mas reconhecer que existe apoio social à agenda woke não implica excluir a responsabilidade individual da juíza. Ela deu essa decisão pq tem base social de aprovação.
Corro o risco de ser polêmico aqui, mas eu sou contra o filicídio, tanto quando é cometido pelo pai como pela mãe.
Só para deixar claro que não tolero opiniões diferentes neste assunto.
I don't want to hear how much Islam is a feminist religion from a Muslim woman when she lives in America or in west Europe
Say it from Afghanistan، please
This dude is telling the world that he's a peeping tom and used to stalk other men in bathrooms. But now he "changed bathrooms", as he says.
~~
O cara contando pro mundo que ficava no banheiro espiando os outros homens pelas frestas, mas que agora ele "mudou de banheiro".
Demonstrou toda a sua imparcialidade e ausência de paixão punitivista passando pano pra mulher que deixava o filho ser torturado em troca de vida de madame. 😍
@Legauche Eu acho que é uma moeda.
De um lado tá o coletivismo identitário, do outra tá a responsabilidade individual dela.
Ela tomou essa decisão (também) pq sabe que encontra eco na sociedade.