Welcome to Brazil. The market isn't pricing what's happening, it's pricing what might replace it.
For any economic analyst trying to make sense of Brazil: here's the read. The messier things get at the Supreme Court, the happier the market gets.
It's a strange kind of optimism. Every time the STF gets dragged into another political brawl, oversteps into inconstitutional territories, investors don't just read that as noise. They read it as erosion. Erosion of the current arrangement, of the coalition that's kept the status quo alive.
And muddling along is exactly what the market's tired of pricing. So when institutional dysfunction piles up, it feeds a narrative: this can't hold, something's got to give, and what gives is probably the incumbent playbook. That opens the door, at least in traders' heads, to a candidate who runs on fixing the mess, tightening fiscal policy, cleaning up the balance sheet, doing the boring reformist stuff markets have wanted for years but never quite got.
So you get this weird chain reaction. The more chaos at the court, more doubt about the current government's staying power, more hope for a reset in 2026, and the market starts trading the hope before the vote even happens. Stocks rally, the curve prices in credibility that doesn't exist yet.
MEEEEERMÃO a JP foi dobrar a aposta da palhaçada que fizeram ontem distorcendo a fala do Renan sobre as mulheres, e tomaram essa lapada elegante AO VIVO 😂😂😂😂😂😂
Compare a transparência imediata de Mendonça assim que é acusado de aceitar um pequeno presente de Vorcaro, com a recusa de Moraes em fornecer a menor informação sequer sobre o recebimento de R$ 200 milhões de Vorcaro, e tudo o que ele fez por Vorcaro depois disso. Diz tudo.
Um recado para algumas pessoas sem memória dessa rede:
- Mendonça, Moares, a Lava Jato e o Chicote -
Se você acha Mendonça tem métodos "lavajatistas", eu queria te dizer umas coisas...
Esses "métodos lavajatistas" são identificados, pelos "progressistas"/gilmarmendetes como: proximidade entre juiz e MP, vazamento de informações, aliança da mídia e viés político.
Aí, eu sou obrigado a te lembrar que você está esquecendo alguns detalhes sobre Moares:
1- "proximidade entre juiz e MP"
Teve tanta proximidade entre Gonet e Moraes que foi Alexandre quem ESCOLHEU Gonet para o cargo de PGR. Vorcaro chegou a dizer que Alexandre daria um APERTO em Gonet. Imaginem algum culpado na Lava Jato falando que Moro ia "apertar" o Deltan ENQUANTO esse culpado estava sendo investigado. Vorcaro também disse que Gonet estava analisando "PESSOALMENTE" a questão da investigação dele. Mais de uma vez ele fala com Alexandre para falar com Andrei Rodrigues e Paulo Gonet para "SEGURAR" as investigações.
Esse mesmo Paulo Gonet quer destruir as investigações contra o Alexandre.
Se você acha que Mendonça ter SUPOSTAMENTE descumprido uma norma processual é mais grave que essas conversas de Moraes com Vorcaro, procure tratamento.
2- "vazamento de informações"
É simplesmente ridículo você ESQUECER que TODOS os inquéritos de Moraes vazavam. TODOS.
Tinha advogados que praticamente eram intimados das decisões de Moraes pela GLOBONEWS ou pela CNN Brasil. EU mesmo já observei decisões que estavam na imprensa, mas que não estavam no sistema do STF e nem no próprio processo. Decisões do ministro Alexandre.
Vamos lembrar que a delação do Cid VAZAVA constantemene? Vamos lembrar que ela vazou tanto que ele teve que tirar o sigilo em determinado momento? Vamos lembrar que vídeos e conversa dos réus do processo de Bolsonaro e aliados eram VAZADOS constantemente?
Você nunca reclamou desses vazamentos.
3- "Aliança da mídia".
O ministro Alexandre de Moraes teve, durante ANOS, quase TODA A IMPRENSA como aliada. Toda a imprensa batia palma pros absurdos que ele fazia. Todas as decisões flagrantemente inconstitucionais, todas as vezes que ele ofendia os réus que estava julgando, todas as vezes que ele dava discursos em sessões do STF como uma espécie de salvador da democracia.
Amigão, se você ligar a televisão HOJE na Bandnews e no Uol, tem "jornalista" que está defendendo Alexandre. Ainda que ele estivesse aconselhando um banqueiro sobre uma investigação da Polícia Federal.
4- "viés político"
O viés político de Mendonça não tem COMPARAÇÃO possível com o viés político de Moraes.
Moraes usava seus inquéritos para perseguir políticos de direita. Busca e apreensão sem sentido e com vazamento para a imprensa, ataque aos advogados dos seus inimigos da direita, prisões preventivas para delação contra os adversáriso de Lula, DISCURSO EM PALANQUE POLÍTICO DENTRO DO PLANALTO, REUNIÕES COM LULA para FALAR DE POLÍTICA, indicações de nomes para que Lula os nomeasse para cargos na administração pública..
TUDO isso relatando os tais inquéritos infinitos.
Amigo, o Mores foi COMEMORAR a diplomação de Lula nas eleições de 2022 com o próprio Lula.
Você NUNCA disse nada e ainda batia palma pro "Xandão".
» Encerro:
Vamos falar a verdade?
Você TÁ NEM AÍ para o devido processo legal.
Você só não quer que o chicote mude de mão.
Fernando Schüler: cirúrgico!
“A estratégia do ministro Alexandre de Moraes é a mesma de sempre: em vez de explicar alguma coisa, ataca o denunciante. Quando saíram os primeiros diálogos com Vorcaro na mídia, em março, ele ensaiou uma nota sugerindo que aquelas mensagens do dono do Master eram para outras pessoas. Nesta semana, reveladas 52 mensagens entre Vorcaro e uma conta com o seu nome, o ministro não divulgou nota nenhuma. Fez algo mais “ousado”, como escutei de um animado comentarista: acionou o inquérito sobre fake news contra o relator do processo, André Mendonça, com base em um relatório anônimo da “inteligência” da Polícia Federal.
Inútil perguntar como o relatório foi parar nas mãos do ministro. Ou, ainda, quem pediu para que a atuação do ministro fosse “avaliada” por alguém da Polícia Federal. O relatório acumula uma sucessão de suposições políticas, por vezes um tanto curiosas. Uma delas diz que é um “risco” a indicação de Jorge Messias para o Supremo. Messias estaria muito próximo de André Mendonça e, por isso, teria dificuldades de avaliar os “riscos políticos” do caso Lulinha. Riscos políticos para quem, exatamente, daria para perguntar. Mas é inútil. Messias seria também um risco pela sua proximidade com Mendonça, já que este estaria “agressivamente” tentando mudar a correlação de forças no STF, em detrimento do grupo de ministros que tão valorosamente atuou para salvar nossa democracia.
Parece piada, mas está escrito lá. E foi este o relatório usado por Moraes para abrir uma “investigação” contra André Mendonça. A lógica é perfeitamente conhecida: ninguém pode investigar coisa nenhuma. E, se alguém tentar, sofrerá as consequências. O caso mais notório foi o de Eduardo Tagliaferro. Um peixe pequeno. Era um perito criminal que participou do núcleo de poder. Suas denúncias eram gravíssimas. Entre muitas coisas, o “use sua criatividade” para produzir provas contra alvos determinados. O resultado todos sabemos. Terminou o próprio Tagliaferro convertido em réu, além de nada ter sido investigado. Muita gente aplaudiu. Era politicamente interessante, então ok. Um dia isto será devidamente passado a limpo. Pode demorar, mas vai acontecer.
O truque agora pode funcionar novamente? É evidente que sim. Para começo de conversa, cria-se uma falsa equivalência. Haveria algum “erro processual” de Mendonça comparável à relação fartamente documentada de Moraes com Vorcaro. Alguém já viu este filme? “Erros processuais” para anular casos notórios de corrupção? Ato seguinte, embaralha-se o jogo na opinião pública. Com o País dividido, às vésperas das eleições, é fácil que tudo se converta em um Fla-Flu, em que “quem gosta do Lula fica com o Alexandre de Moraes” e “quem gosta do Flávio fica com o André Mendonça”. O jogo político é real. De fato, o País está dividido neste tema, e quase tudo se define com as eleições. Mas a equivalência é falsa como uma nota de três reais. A única questão real em jogo é se o Supremo decidirá ou não investigar as relações de um de seus ministros com Vorcaro e o escândalo Master. Mais do que isto, está em jogo a própria ideia de que somos uma república e a pergunta sobre se desejamos ou não conviver com um tipo de poder acima de qualquer hipótese de controle ou responsabilização.
Cá entre nós, não foi por acaso que chegamos a esta situação. Ainda esta semana, escutava jornalistas importantes repetindo o mantra de que “tempos de exceção exigiam poderes de exceção”. Insistiam, gaguejando um pouco, que pode ter havido algum exagero nos poderes dados ao ministro para censurar e mandar prender quem lhe desse na telha, com base no infinito Inquérito das Fake News. Na sequência do diálogo, um dos jornalistas emendou: depois que prenderam o Bolsonaro, deveriam ter parado, não é mesmo? Pois é, quem diria, não pararam. Não acho que ninguém vá aprender nada com isso, mas, de qualquer forma, repito a lição: há um preço em aceitar poderes de exceção em uma república. Primeiro, o poder terá o aspecto de alguma virtude.
No Brasil, houve gente que realmente acreditou que tudo era feito para salvar a democracia. Depois, o poder será usado para benefício próprio. Para ganhar muito, mas muito dinheiro, além da prerrogativa de eliminar do léxico republicano o conceito de conflito de interesses. Ato seguinte, o mesmo poder será usado para que nada, em nenhuma hipótese, seja investigado. E, por fim, para ameaçar e retirar do jogo quem arriscar alguma oposição.
Chegamos agora a uma encruzilhada. Nosso sistema de freios e contrapesos foi danificado. A inércia do Congresso e a passividade da PGR são apenas sinais disso tudo. Restam-nos, no fundo, as eleições. O novo presidente indicará três ou quatro novos ministros para o STF. E uma nova maioria pode, ou não, se formar no Senado. O próximo presidente governará por quatro anos, mas definirá os rumos do País por muito mais tempo. E é sobre isto, lá no fundo, que a crise desta última semana pode nos ajudar a refletir.”
OPINIÃO 🗣️ Fernando Schüler: "Sistema de poder aposta na procrastinação e tem um alvo: André Mendonça"
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O editorial da Folha vai na mesma linha do Estadão, com virulência poucas vezes vista contra uma autoridade da república, chegando mesmo a referir-se aos meios utilizados por Moraes como “pistolagem”. Antes tarde do que nunca. 👇
“*Moraes ataca Mendonça e acerta a República*
Editorial da Folha de São Paulo
4.set.2026 às 14h15
Na República vigora a impessoalidade. Defenda-se de quem o acusa, apresente os seus argumentos diante das imputações da outra parte. Um juiz imparcial, após o devido processo, decidirá o direito. O ministro Alexandre de Moraes atingiu a República ao alvejar seu colega André Mendonça.
Em vez de expor argumentos ante os gravíssimos indícios de promiscuidade com o maior fraudador bancário da história nacional, levantados pela Polícia Federal, preferiu usar superpoderes em causa própria e metralhar o juiz que presidiu a elaboração do relatório. Para isso acionou mais uma vez a anomalia jurídica que, com a cumplicidade dos seus pares, cultiva desde 2019 —o inquérito da autoproteção, mal denominado "das fake news".
A institucionalidade deu lugar à pistolagem. Moraes afirma na sua peça, sustentada em relatórios de valor probatório para lá de duvidoso de agentes da PF, que Mendonça exorbitou das suas prerrogativas, direcionou o inquérito e agiu sob motivação partidária.
Não pôde repetir o tratamento conferido a críticos menos ilustres —restrição de liberdades, censura, violação do sigilo de fonte. Mas chegou perto. No subtexto, acusa o colega de conspirar contra a democracia.
O ato diversionista de Moraes não muda a sua situação. Um facínora manteve um contrato extravagante, de R$ 131 milhões, com o escritório da família do ministro enquanto saqueava o sistema financeiro nacional e corrompia à direita, ao centro e à esquerda.
Mensagens que tinham o condão tecnológico de apagar-se após a visualização mostram uma intensa troca com o ministro às vésperas da prisão do arremedo de banqueiro. A família Moraes desfrutava do jato do fraudador, e seus filhos usufruíam de cartões de crédito do Banco Master.
Não parece ter passado pela cabeça do magistrado a opção de sustentar, à luz do sol, que as informações que o desabonam estariam erradas, que jamais atuou em prol dos interesses do dono do Master nem trocou as mensagens que têm sido imputadas a ele em relatório policial; ou o porquê de Daniel Vorcaro ter escolhido sua esposa para representá-lo por meio de um contrato de dezenas de milhões de reais.
Fez bem o presidente do STF, Edson Fachin, ao retirar o pedido de Moraes do inquérito de exceção e ao exigir dele e de Mendonça, do diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, explicações sobre aspectos formais e substanciais dos casos. Fachin tenta reintroduzir o império dos ritos e protocolos num terreno que ameaça descambar para o vandalismo.
O que está em jogo é uma instituição vital da República, o Supremo Tribunal Federal. A crise passou do ponto de ser administrável por pactos pessoais e oligárquicos de impunidade. O mal-estar é tamanho que apenas um processo sóbrio e profundo de prestação de contas e responsabilização poderá aplacá-lo.”
Mendonça precisava de autorização do STF para simplesmente aceitar que Moraes estivesse citado em uma investigação da qual nem era parte
mas Moraes não precisa de autorização para acusar formalmente Mendonça de diversos crimes, em um Inquérito de sua autoria, figurando novamente como investigador, acusador e vítima
é uma piada
Não há explicação natural para um carpinteiro de uma cidade perdida como Nazaré conseguir, em menos de três anos, criar um movimento religioso que não morreu junto dele.
Entendam. Maomé era um líder político e militar. Buda era um príncipe e passou décadas pregando.
Jesus? Um carpinteiro de uma província periférica do Império Romano, sem exército, sem cargo político, sem riqueza, que morreu executado como criminoso aos 33 anos, abandonado por seus próprios discípulos, redefiniu a civilização ocidental, o calendário global, a moral, a arte, o direito e a filosofia.
De fato, termos a quantidade de documentação que temos — cartas, evangelhos, atas de mártires — sobre um galileu sem posição social como Jesus é, em si, algo extraordinário.
Não havia razão estrutural para esse homem ser registrado. Exceto se o impacto que ele causou — novamente, em três anos, sem dinheiro, sem exército, sem cargos, apenas caminhando e pregando — tenha sido extraordinário.
Por fim, movimentos messiânicos costumam morrer com seus fundadores. Algo (talvez vê-lo ressucitar), entretanto, fez com que os discípulos de Jesus, mesmo sob ameaça constante de morte e prisão, não abandonassem o seu Messias após sua morte, mas se tornassem ainda mais fervorosos e se espalhassem pelo mundo, anunciando a boa-nova.
Foram 187 interações entre Vorcaro e Alexandre de Moraes, segundo relatório da PF. Numa delas, segundo o G1, a conversa se passou às 21h17 de 14 de novembro, três dias antes de ele ser preso pela primeira vez. Vorcaro escreveu:
"Estamos juntos sempre. Você sabe que tenho gratidão da minha vida a você. Toda minha família, funcionários, parceiros amigos que dependem de nós tem uma dívida de vida contigo e com sua família. Muito obrigado por tudo. Agora é continuar na pegada pra conseguir concluir, se Deus quiser."
a submissão completa e desavergonhada do octavio guedes, essa vassalagem pornográfica é uma coisa constrangedora até para os padrões da globo news. vorcaro mandava mensagens a esmo para moraes, como um stalker, sem ter recebido nenhuma confiança pra isso. não há contrato de 129 milhões antes de todas as solicitações e cobranças do vorcaro. não há mensagens apagadas respondendo tudo, como o faz todo integrante de facção criminosa planejando crime. há apenas o vorcaro falando sozinho, coitado. estava carente, e precisava de uma pessoa aleatória pra falar sem ser respondido