Passei 12 dias no Brasil e retornei aos Estados Unidos nesta segunda-feira. Fazia sete anos que eu não voltava ao país.
O que mais me chamou a atenção foi o custo de vida. Sempre digo aos meus amigos: não convertam dólar para real. Quem ganha em dólar gasta em dólar; quem ganha em real gasta em real. É assim que se mede o poder de compra de verdade.
No Aeroporto do Galeão, paguei R$ 14 por uma garrafa de água mineral. Achei um absurdo. Em praticamente qualquer aeroporto americano, uma água semelhante custa no máximo US$ 5.
Hoje abasteci meu carro nos EUA e paguei US$ 45 para encher o tanque. Um carro de porte semelhante no Brasil me custou R$ 275 para abastecer.
Sinceramente, o que está acontecendo com o bolso do brasileiro é preocupante. Entre impostos cada vez mais pesados e uma inflação que corrói o poder de compra, a população está pagando uma conta altíssima todos os dias.
O brasileiro trabalha muito, produz muito, mas vê cada vez menos retorno no seu dinheiro. É hora de abrir os olhos e exigir mudanças.
Se Lula ganhar esse ano, o país acabará.