🚨VEJA: O resultado parcial das checagens das falas dos candidatos no Debate da Globo após o terceiro bloco.
» FLÁVIO BOLSONARO
🟢 Verdadeiro: 16
🟠 Impreciso: 38
🔴 Falso: 41
» LULA
🟢 Verdadeiro: 60
🟠 Impreciso: 11
🔴 Falso: 1
Total de falas checadas: 167
Se Lula ganhar dou um curso completo de metodologia de pesquisa, do iniciante ao avançado, de forma gratuita, nas férias de Janeiro, por uma semana! Vote 13⭐️
Podem me cobrar aqui e no Caminho Pós-graduação!
#LulaVaiVirar#LulaVaiVencer1️⃣3️⃣
A OpenAI achou uma falha que deixa um hacker tomar conta de servidores sem nem precisar de login.
Se você tem site, API ou qualquer serviço rodando em Node.js, Bun ou Envoy, atualiza hoje. Quem não mexe com servidor também entra na conta: mantém os apps do computador atualizados nos próximos dias, principalmente os feitos em Electron, e ferramentas como o curl.
A falha tá no Brotli, uma biblioteca de compressão do Google que vem embutida em muito software. E ela funciona nos dois sentidos: um servidor desatualizado que recebe dado comprimido pode ser invadido por um cliente malicioso, e um programa desatualizado que baixa dado comprimido pode ser invadido por um servidor malicioso.
A OpenAI encontrou isso no mesmo exercício de segurança que ela contou hoje, em que tirou o acesso dos modelos à internet durante o treino.
A correção já existe. O Google soltou versões novas do Brotli na quarta, e o Node.js corrigiu no mesmo dia nas versões 22.23.4, 24.22.1 e 26.12.1.
O problema é que o Brotli vem copiado dentro de outros programas, então cada um precisa lançar a própria atualização. A Aikido, empresa de segurança, avisa que ainda não tem correção pra todos os serviços afetados.
Vai ser um fim de semana longo pra quem cuida de segurança.
Ah muleque, chegaram as cópias de revisão da Amazon!
E sim, tem ilustrações e gráficos! Veja minha tese da Curva S: agora você pode referenciar o livro kkkk
E os gráficos e detalhes dos tantos de benchmarks que fiz durante o ano!
Compartilhem!
https://t.co/Ja8KMvGJ7q
o openbot virou a alternativa grátis ao grok bot e pouca gente no brasil tá falando disso.
o que ele faz:
>monta um time de agentes no teu pc, cada um com nome, função e pasta própria
>usa o plano que tu já paga (codex, claude, gemini, grok) ou modelo grátis via opencode
>um agente passa tarefa pro outro
>rotina agendada pra rodar sozinho
>navegador embutido pros agentes mexerem na web
custo do app: R$ 0. tu só paga o modelo que já usa.
vou migrar parte da minha produção pra ele. já segue aí que vou atualizando.
Se eu tivesse que começar um canal no YouTube HOJE, com ZERO reais e bastante tempo disponível, faria algo que muita gente ignora.
Eu pararia de tentar descobrir o segredo do YouTube e começaria a entender como o jogo realmente funciona.
Tem gente que passa semanas procurando o nicho perfeito, a melhor inteligência artificial, o editor mais completo e a estratégia que promete milhões de visualizações. Mas sabe o que essa pessoa não faz?
VÍDEOS.
E esse é justamente o maior problema. Se eu estivesse começando, minha primeira preocupação não seria monetização, inscritos ou quanto dinheiro poderia ganhar.
Seria aprender a produzir conteúdo que as pessoas realmente querem assistir, escolheria um nicho com demanda, estudaria os canais que já conseguem bons resultados e tentaria entender o que existe por trás daqueles vídeos.
Por que aquele título chama atenção?
O que torna aquela thumbnail interessante?
Como o criador consegue segurar o público?
E, principalmente, o que eu poderia fazer de DIFERENTE?
Depois disso, começaria a produzir.
Sem esperar o equipamento perfeito.
Sem gastar dinheiro com ferramentas desnecessárias.
Hoje você consegue pesquisar, escrever roteiros, criar imagens, editar vídeos e até produzir narrações utilizando ferramentas gratuitas. A falta de dinheiro pode dificultar o começo, mas não precisa impedir você de tentar.
E aqui entra uma coisa que considero FUNDAMENTAL.
Eu não trataria meus primeiros vídeos como se fossem determinar o futuro do canal, trataria cada publicação como um experimento.
O primeiro vídeo teve 80 visualizações? Beleza.
O segundo teve 200? Opa, alguma coisa mudou.
O terceiro conseguiu mais cliques, mas ninguém assistiu até o final?
Então talvez o problema esteja na maneira como o conteúdo foi desenvolvido. É assim que você começa a entender o que funciona.
Não olhando apenas para números, mas procurando os motivos por trás deles. E não, isso não significa abandonar o canal depois de cinco vídeos ruins.
Significa testar novos assuntos, melhorar a apresentação, experimentar formatos e aprender com cada resultado.
Se depois de vários testes bem analisados uma proposta continuar sem responder, aí sim eu consideraria mudar de direção. Porque existe uma diferença enorme entre insistir em algo que não funciona e continuar evoluindo até encontrar algo que funcione. E sabe o que eu faria quando encontrasse um formato interessante?
REPETIRIA O PROCESSO.
Criaria novas ideias dentro daquela proposta, organizaria meus roteiros, desenvolveria um padrão de edição e começaria a construir uma identidade própria.
Aos poucos, aquilo que antes levava um dia inteiro poderia se tornar um processo muito mais organizado.
E só depois de validar o conteúdo começaria a pensar em investir dinheiro, contratar editores ou expandir para outros canais.
O erro de muita gente é querer administrar um negócio antes mesmo de aprender a criar um vídeo que desperte interesse.
Você não precisa começar grande.
Não precisa ter uma equipe.
Não precisa assinar dez ferramentas de inteligência artificial.
E definitivamente não precisa ter tudo planejado antes de publicar.
Você precisa começar, analisar, corrigir e continuar.
Porque talvez seu primeiro vídeo não dê resultado.
Talvez o décimo também não.
Mas cada tentativa bem analisada pode te ensinar algo que você não aprenderia passando mais um mês assistindo tutoriais.
No YouTube, não é quem publica mais que necessariamente vence. É quem consegue aprender com o que publica e transformar esse aprendizado em conteúdos melhores.
Então, se você tem uma ideia de canal guardada há meses, começa a trabalhar nela.
O tempo que você tem disponível hoje pode ser a maior vantagem do seu projeto.
Só não desperdice essa vantagem esperando o momento perfeito.
Porque enquanto você fica procurando motivos para começar, poderia estar descobrindo o que precisa melhorar para dar certo.