- Policiais militares exibindo uma bazuca que foi apreendida durante a ocupação no Complexo do Alemão (CV), em 2010.
O armamento, que foi utilizado por americanos na guerra do Iraque, foi encontrado na localidade do Areal.
- As "damas do ouro" do Complexo do Alemão (CV), na Zona Norte do Rio. A matéria, feita em 2011, mostra mulheres que tinham envolvimento com traficantes da região.
- Em 2014, um traficante de vulgo Vampirinho foi reconhecido pelos rivais do bonde do Playboy (ADA) na favela da Proença Rosa, recém tomada pela facção, e foi torturado e morto.
"Quem nos colocou aqui foi o General dos Exércitos, o Deus vivo que nunca perdeu uma batalha."
"Parem de falar que o Mineiro morreu e levou a comunidade junto porque hoje o meu Deus levanta a Cidade Alta do vale dos ossos secos."
Cartaz distribuído pelo Peixão em 2016.
- China, ex dono do Complexo do Alemão (CV) no fim dos anos 80. Ele foi morto pelo Orlando Jogador e mais alguns de seus próprios soldados.
Orlando derrubou o ex patrão e assumiu, em 1990, o controle total do Complexo do Alemão, expandindo também para o Complexo da Penha.
- Em 2017, após dar golpe no Nem ou Mestre e colocar o Comando Vermelho de volta na Rocinha, o traficante Rogério 157 colocou diversos cartazes na comunidade afirmando que o "esculachou acabou".
- Da Cabrita, um dos mais antigos puxadores de guerra e liderança do Comando Vermelho.
Nos anos 90, o criminoso era apontado como principal braço direito do traficante Orlando Jogador do Complexo do Alemão (CV).
Da Cabrita, de 56 anos, se encontra preso desde 2015.
- Bad Boy, ex-chefe do Juramento, Juramentinho, Jordão, Santa Maria e Teixeiras (CV).
O criminoso foi morto em 2022 em uma operação que terminou com a morte do também traficante Titio Rolinha.
- Traficantes Jansen e Tota do Complexo do Alemão (CV), ambos mortos pelo tribunal do tráfico da própria facção em 2008.
Tota ocupava o cargo de um dos chefes do Alemão, ocupado em seguida pelo então traficante Pezão ou 44 até os dias atuais.
- Traficante Diná ou "Cu na Cara". Segundo relatos, o mesmo começou no crime atuando como segurança do Faustão no Complexo da Penha (CV).
Tempos depois, foi para o Faz Quem Quer (CV) "trabalhar" para o traficante Gão, chefe local.
Diná morreu em 2016 após confronto com a CORE.