Não é preciso ser religioso para ter respeito pela morte do outro. Ainda que com ele tenhamos diferenças, é uma questão humanitária. Respeitar o luto dos que sofrem é expressão de nossa dignidade. Se não gostava do que morreu, dedique-lhe o silêncio.
Trégua na rivalidade. Ao saber que o Inter estava abrigando os moradores de rua em seu ginásio, a torcida organizada do Grêmio resolveu levar alimentos, colchões e cobertores. Belo exemplo nos dão os gaudérios. Quando a urgência é o amor ao próximo, deixamos de ser rivais.
Sete dos 13 deputados que votaram contra a Nova Previdência na Câmara continuam no sistema previdenciário especial para políticos.
A Nova Previdência acaba com este privilégio.
Quando um político se disser contra a reforma, desconfie.
Os fantasmas provocados por nossos traumas se alimentam de silêncios.
Só a palavra pode exorciza-los.
Verbalizar o que nos faz sofrer já nos coloca no primeiro degrau da cura.
"Como não deu para apagar as provas, 'vamos arranjar uma nulidade'. Sempre foi o grande caminho para acabar com uma grande operação. 'Invente uma nulidade aí'. E salve-se todo mundo. Esse país não suporta muita legalidade..."
https://t.co/fsqYLiBbNF
Por uma questão de justiça devemos exigir que a Federação como um todo seja abrangida pela Reforma da Previdência. Conclamamos a todos que cobrem de deputados e senadores a aprovação nos exatos moldes propostos pelo Ministro Paulo Guedes.
https://t.co/89Q4MU3h1K
Caso a reforma não seja aprovada, este ano a Previdência pagará aproximadamente R$315 bilhões ao 20% mais ricos.
A previdência atual é uma máquina de transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos
Isso explica a defesa contra a reforma de muitos grupos de interesse.